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31 de janeiro de 2016

CHILD ABDUCTION − RAPTO DE CRIANÇAS





Um vídeo que alerta para o rapto de crianças tem sido visualizado por milhões de pessoas, na internet. Muitos dos pais dizem estar descansados, que os filhos não dão conversa a estranhos. Mas o pequeno filme mostra uma realidade bem diferente e bastante assustadora.

Isto prova que todo o cuidado é pouco… uma pequena falta de atenção pode facilitar as intenções sinistras de alguém.

Ver Também:

RAPTO DE CRIANÇAS − TODO O CUIDADO É POUCO...

Videovigilância Mostra Modo de Atuar de Raptores




"Atenção! Vigiem de perto os vossos filhos, todo o cuidado é pouco… Mais esclarecemos que nenhum dos casos aqui noticiados ocorreu em Portugal, e que o registo anual de raptos de crianças com estes contornos é diminuto.

No entanto, as presentes imagens pretendem alertar e sensibilizar a comunidade para a eliminação de comportamentos de risco, devendo a segurança e proteção das crianças ser entendido como um dever coletivo.

Alertem as autoridades para todas as situações que vos pareçam suspeitas!"


Fonte: GNR

Ver Também:

8 de janeiro de 2016

PROTEGER OS NOSSOS FILHOS (Gavin de Becker)

Todos os pais enfrentam os mesmos desafios quando se trata da segurança dos filhos: em quem confiar, de quem desconfiar, em que acreditar, do que duvidar, o que recear e o que não recear. Neste empolgante livro, Gavin de Becker, o maior especialista americano na previsão do comportamento violento e autor do monumental bestseller The Gift of Fear, apresenta novas medidas práticas para aumentar a segurança das nossas crianças sem perdermos o sono. Com ousadia e compaixão, estilhaça os propalados mitos acerca do perigo e da segurança e ajuda os pais a encontrarem certezas sobre as mais arriscadas questões da vida, como por exemplo:- Teste Práticas de segurança para as crianças fora de casa;- Teste Sinais de aviso de abuso sexual;- Teste Como avaliar baby-sitters e escolher escolas;- Teste Estratégias para manter os adolescentes a salvo da violência. Um livro que pode ajudar a salvar vidas.


Em dezasseis interessantes capítulos, o autor desmistifica algumas questões acerca do perigo e da segurança e apresenta sugestões quanto às mais acertadas práticas de segurança para as crianças fora de casa e aos sinais de aviso de abuso sexual. Como avaliar as babysitters, bem como escolher as escolas certas são situações às quais o autor dedica igualmente a sua atenção. Finalmente, deixa-nos com as mais relevantes estratégias para manter os adolescentes a salvo da violência. E, como sabemos, esta é, de todas as fases do crescimento dos jovens, a mais susceptível de sofrer influências exteriores de maior gravidade, como o contacto com as drogas, o início da sexualidade ou até o mundo do crime. Como lidar, também, com a Internet, dado que esta pode ser uma porta aberta ao contacto com predadores sexuais?

Esta obra da editora Estrela Polar ensina os pais, essencialmente, a identificar os sinais que mostram que algo pode não estar bem com os seus filhos. Por outro lado, serão igualmente capazes de perceber quando não existe risco e, assim, evitarão preocupações. Utilizando a sua experiência pessoal e profissional, assim como os ensinamentos e descobertas de outros especialistas, o autor atinge, sem dúvida, os seus objectivos.


Livro Recomendado pelo Núcleo de Defesa Pessoal de Lisboa


Programa Dynamic Anti-Bullying
Aulas todos os Sábados



20 de novembro de 2015

CONTRA O ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS

Cerca de uma em cada cinco crianças é vítima de violência ou abuso sexual. 

Ajude a impedir que a sua criança seja uma vítima. 

Ensine-lhe a regra "Aqui ninguém toca".

Para melhor esclarecimento assista ao vídeo do Conselho da Europa sobre exploração e abuso sexual de crianças.








APAV para Jovens






15 de novembro de 2015

CIRCLE WITH DISNEY: A App Que o Ajuda a Controlar a Tecnologia dos Seus Filhos


Este é um dispositivo que permite monitorizar as atividades dos filhos nos smartphones ou tablets quando conectados à rede Wi-Fi doméstica. Com o nome de Circle with Disney, o aparelho foi desenvolvido para ajudar os pais a terem mais controlo sobre o que os filhos vêem na internet. Trata-se de um pequeno cubo que, quando conectado à rede, permite aos pais escolherem quais os conteúdos que cada membro da família pode aceder, a partir de que horas e por quanto tempo.



A internet é uma ferramenta cada vez mais comum, mas muitos acreditam que ainda tem vários riscos. A pensar nos pais, Jelani Memory em colaboração com a Disney lançou o Circle With Disney, um equipamento que se liga a todos os equipamentos em casa e permite-lhe controlar a utilização de cada um.

O Circle pretende ser uma forma de equilibrar o tempo passado em família, e aquele em que estamos ligados. Para isso, conecta-se via ligação Wi-Fi a smartphones, tablets, computadores ou televisores para que, sobretudo os pais, possam balancear quanto tempo os seus filhos usam a internet.

Através de perfis criados (um para cada filho, pois cada um pode ter regras diferentes no que toca ao uso da internet), os pais podem definir o número de horas em que podem aceder à internet ou a uma app, uma hora para desligar (por exemplo, antes de ir para a cama) e até verificar qual a aplicação em que passam mais tempo.



Um controlo talvez necessário: um estudo revelado recentemente pela Kaspersky Lab e B2B Internacional demonstrou que, apesar de grande maioria dos pais se preocupar com a segurança dos filhos online, 76% não usa nenhum software de controlo parental.



Os adultos também podem definir tempos limites de ligação para os seus próprios equipamentos, ou desligar a ligação à internet com o toque de um botão em qualquer terminal. E os mais pequenos? Aprendem a regular o uso de internet consoante os limites impostos pelos pais.

Todos os controlos são feitos através de uma aplicação disponível, por agora, apenas para iOS. Em 2016, os criadores do Circle e a Disney pretendem lançar um novo serviço, que funciona também com ligações por dados móveis.


É importante realçar que o aparelho só monitoriza as atividades das pessoas que conectarem smartphones, tablets e outros dispositivos à rede Wi-Fi doméstica. Caso a criança tenha um telefone móvel, ela poderá navegar na internet por meio da rede de banda larga móvel 3G/4G (dados móveis), precisando apenas de um plano de dados ativo. Assim, os sites que visitar não passarão pelo controlo dos pais. Há no entanto outros aplicativos complementares que podem ser utilizados para um controlo parental mais eficiente.






8 de novembro de 2015

Campanha de Prevenção dos Atropelamentos

O número de atropelamento de crianças junto de escolas é assustador. Depende de todos nós alterar tal realidade!


Todas as semanas mais de 20 crianças e jovens morrem ou ficam feridos na sequência de um atropelamento, o que representa 32% da totalidade dos acidentes em ambiente rodoviário, nestas faixas etárias. A maioria destes atropelamentos acontece com crianças entre os 10 e os 14 anos (Dados ANSR, Análise APSI, 2015), em zonas residenciais e durante os percursos casa-escola. 

A campanha pretende sensibilizar todas as pessoas que conduzem para a especial vulnerabilidade das crianças enquanto peões e para a necessidade de alterarem os comportamentos que aumentam o risco de atropelamento nestas idades – como a velocidade excessiva, o estacionamento em cima de passadeiras ou passeios e a paragem em 2ª fila. 


Fonte:ANSR

12 de julho de 2015

6 CONSELHOS ÚTEIS (PARA PAIS E FILHOS) EM TEMPO DE FÉRIAS

Praia, parques de diversões, multidões... Em tempo de férias, as crianças perdem-se mais facilmente. Siga estes conselhos para que tudo corra bem.


1. O primeiro passo é falar com o seu filho sobre este tema, num discurso adequado à sua idade e entendimento. Não precisa de usar um tom dramático, mas explicar à criança que isso é uma possibilidade e o que fazer em caso de se perder dos pais, é fundamental para diminuir ao máximo o impacto da situação.

2. Quando estiver num parque de diversões ou num espaço aberto onde haja multidão, vista o seu filho com cores alegres e vivas. Esqueça os brancos ou cores neutras. O seu filho deverá usar um chapéu, onde pode escrever por dentro contactos de emergência.

3. Quando chegar a um local, deve identificar sítios que possam servir de ponto de encontro e informar a criança que, em caso de se perderem, é ali que deve esperar.

4. Antes de sair de casa, fotografe o seu filho. Assim terá um registo fiel de como ele estava vestido. Numa situação de desespero, podemos esquecer pormenores importantes.

5. Quando sair em grupo, ou seja, várias crianças e adultos, combine com os elementos desse grupo quem fica de olha de quem. Muitas vezes achamos que a pessoa x está a tomar conta de uma determinada criança e ela pensar o contrário. A responsabilidade de cada adulto deve ficar bem definida.

6. Transmita ao seu filho a seguinte mensagem: permanecer sempre acompanhado e nunca ir a lado nenhum sozinho, ir sempre com um adulto responsável ou com um irmão ou irmã já adultos.






3 de abril de 2015

(IN)SEGURANÇA NA REDE

As crianças começam a aceder a sites e conteúdos digitais cada vez mais cedo, muitas das vezes sem acompanhamento familiar. Saiba como proteger os seus filhos das ameaças da internet. 




A internet é uma ferramenta indispensável mas não isenta de perigos. Muitas são as histórias relatadas sobre a ameaça que o acesso à internet constitui para as crianças e jovens. Desfechos pouco felizes aumentam a precupação de todos, sobretudo dos pais, em relação à segurança dos mais novos neste mundo virtual de comunicação. A ingenuidade infantil e a curiosidade, característica nestas idades, tornam as crianças um alvo fácil para pessoas mal intencionadas que possam estar online. Dar a conhecer os riscos, dominar as técnicas e acompanhar a utilização são algumas das estratégias que contribuem para a convivência divertida e segura com a internet.

Perigos reais


De acordo com o relatório final de um programa piloto financiado pela Comissão Europeia, no âmbito do Plano de Ação Para a Utilização Segura da Internet, os perigos associados ao uso da internet por crianças e jovens são bem reais e podem ser agrupados em três categorias. A primeira engloba conteúdos impróprios, legais ou ilegais (pornografia, violência, ódio, racismo e outros ideais extremistas) que, para além de serem prejudiciais a um desenvolvimento harmonioso, podem ofender os padrões e valores segundo os quais pretende educar os seus filhos.


A segunda refere-se a contactos potenciais por parte de pessoas mal intencionadas, que usam o e-mail, salas de chat, instant messaging, fóruns, grupos de discussão, jogos online e telemóveis para terem acesso fácil a crianças e jovens. Por último, surgem as práticas comerciais e publicitárias não-éticas que, não distinguindo a informação da publicidade, podem enganar os mais novos, promover a recolha de informações que violam a sua privacidade e atraí-los a fazerem compras não autorizadas.

Os favoritos


Hi5, Blogger, YouTube e MSN eram os sites que, em 2011, figuravam no top dos mais visitados em Portugal. Hoje, Twitter, ASK FM e Facebook dominam. No Facebook e no Twitter, muito na linha do velhinho hi5, comunidade social fundada em 2004 por Ramu Yalamanchi, os utilizadores registados podem criar um perfil e colocar fotografias, músicas e vídeos. O site MSN, por exemplo, disponibilizava até há pouco o Messenger, um programa de mensagens instantâneas que permite que um usuário da internet se relacione com outro em tempo real, tenha uma lista de amigos e veja quando estes entram e saem da rede.

O YouTube permite a divulgação de vídeos e o Blogger, a criação de páginas pessoais na internet. Embora a maioria dos sites tenha política de privacidade (recusando informações pessoais, impedindo o acesso direto ao e-mail ou a divulgação de imagens com teor violento ou sexual), a verdade é que é algo muito difícil de controlar e fácil de manipular.

Proibir ou partilhar?


A educação requer regras e o uso da Internet não deve ser excepção. Colocar o computador numa zona comum da casa e definir os momentos em que cada um pode estar online e quais as actividades apropriadas são algumas estratégias a adoptar. Prefira uma abordagem positiva, evitando a proibição extrema, que junto dos mais jovens tende a surtir o efeito inverso. Na opinião de Tito de Morais, fundador do projecto MiudosSegurosNa.Net, a solução pode passar «por transformar a utilização da internet numa experiência partilhada a nível familiar e desenvolver, em grupo, um conjunto de regras que só devem ser quebradas por mútuo acordo. Pode até transformá-las num contrato familiar a assinar por cada membro».

Pais online


Se não está familiarizada com a internet aprenda com a ajuda aos seus filhos. Criar um endereço e-mail, procurar vídeos, músicas ou outros temas online são tarefas simples que permitem dominar as principais ferramentas e, simultaneamente, partilhar a experiência com os seus filhos, que assumem assim o papel de pequenos professores.

Peça-lhes para ver os sites que mais gostam de visitar e «procure algumas páginas que lhes podem interessar e estimule-os a fazerem o mesmo consigo», sugere Tito de Morais, enumerando ainda outras hipóteses que podem aproximá-la do seu filho neste âmbito. «Aderir aos mesmos sites, ver vídeos ou até jogar online em conjunto».

Novas tecnologias


Em resposta às preocupações com a segurança dos mais novos, surgiram softwares específicos para monitorização do computador que impedem o acesso a determinados sites, regulam a duração de uso da internet e permitem que os pais tenham acesso aos sites visitados pelo filho. Apesar de ser útil este tipo de ferramenta não deve substituir o acompanhamento parental. Isto porque não é apenas em casa que o seu filho irá usar a internet. Computadores portáteis ou até telemóveis tornam o acesso cada vez mais fácil.

«Essa é uma das realidades com a qual temos de aprender a conviver. A nível tecnológico ainda não há muitas ferramentas disponíveis, pelo que as abordagens parentais e educacionais assumem maior importância», comenta Tito de Morais. Seja qual for a sua estratégia, recorde-se que as regras devem acompanhar o crescimento dos seus filhos, para que se tornem autónomos e façam uma utilização segura e responsável da internet. Só assim estarão protegidos.



Texto: Ana Lia Pereira e Manuela Vasconcelos com Tito de Morais (fundador do projecto MiudosSegurosNa.Net)


11 de outubro de 2014

UNICEF: Quase metade das adolescentes considera legitima violência no casal




O Fundo das Nações Unidas para a Infância - UNICEF chamou hoje a atenção para «a magnitude da violência» contra as adolescentes, a propósito do Dia Internacional da Rapariga, que se assinala no sábado. Quase metade das adolescentes considera que, nalguns casos, é admissível que um parceiro bata na mulher, indica um relatório da UNICEF.

"Quase uma em cada quatro raparigas adolescentes é vítima de violência física", ou seja, aproximadamente 70 milhões, entre os 15 e os 19 anos, recordou num comunicado.

A agência da ONU faz uma nova compilação da dados já divulgados, nomeadamente no relatório apresentado publicamente no início de Setembro “Escondido à vista (Hidden in plain sight)”, o maior trabalho alguma vez realizado sobre violência contra as crianças, baseado em dados de 190 países.

"Cerca de 120 milhões de raparigas menores de 20 anos (cerca de uma em cada 10) tiveram experiências de relações sexuais forçadas ou outro tipo de actos sexuais forçados", assinalou.

A UNICEF lembrou ainda que "mais de 700 milhões de mulheres hoje vivas casaram antes dos 18 anos" e "mais de uma em cada três (cerca de 250 milhões) entraram numa união antes dos 15 anos".

No comunicado, a organização revela igualmente preocupação com as "percepções erradas e prejudiciais sobre a aceitação da violência, particularmente entre as raparigas": a recusa de relações sexuais, o sair de casa sem autorização, discutir ou queimar o jantar são justificação para que um homem bata na companheira para quase metade das raparigas entre os 15 e os 19 anos, de acordo com os dados.

"Estes números reflectem uma mentalidade que tolera, perpetua e até justifica a violência – e devem fazer soar um alarme a toda a gente, em todo o lado," afirmou Geeta Rao Gupta, directora-adjunta da UNICEF.

Manter as raparigas na escola para que adquiram "competências cruciais", dialogar com as comunidades e reforçar os serviços judiciais, criminais e sociais podem prevenir a violência, aconselha a organização.

Fonte: Diário Digital/Lusa

12 de setembro de 2014

LOCALIZE OS SEUS FILHOS PELO TELEMÓVEL


Se é daqueles pais que está sempre preocupado com o paradeiro dos seus filhos, esta aplicação é ideal para si, visto que permite a detecção do seu filho por GPS, através do smartphone.




Uma vez instalado no telemóvel dos seus familiares, o GPS Tracker dá-lhe indicação (no seu tablet ou smartphone) da localização deles, através de um mapa que pode ser personalizado com a fotografia de cada uma das pessoas que está a localizar.

A detecção é feita através de GPS, das redes Wifi ou mesmo das torres de telemóvel, que determinam a posição geográfica da pessoa.

Uma óptima ferramenta para pais preocupados que passam o tempo a roer as unhas quando os filhos dão os primeiros passos sozinhos, fora de casa.


Saiba mais sobre o GPS Tracker:

Para Android

Para iPhone




5 de setembro de 2014

Bullying em Portugal acima da média

Média nacional de adolescentes que praticam bullying está 6% acima da europeia.


"A Unicef revela que 37% dos adolescentes portugueses dizem ter praticado bullying, nos últimos seis meses. Este número está acima da média europeia e norte-americana, que se situa nos 31%, segundo o relatório "Escondido à vista de todos".

Já quanto à participação em lutas, 27% dos adolescentes afirmam que o fizeram pelo menos uma vez nos últimos 12 meses. Na maioria dos países as respostas situam-se entre os 30% e os 40%. Esta situação é mais comum nos rapazes do que nas raparigas.

A falta de dados, tanto a nível nacional como internacional, não permite melhores comparações. No caso das agressões físicas e sexuais, homicídios e castigos corporais, Portugal está omisso. Ainda assim, há dados que "são inquietantes, que nenhum governo, pai ou mãe gostaria de ver", afirma o director executivo da Unicef, Anthony Lakeerca.

Cerca de metade das raparigas entre os 15 e os 19 anos considera normal um marido bater na mulher, sob determinadas circunstâncias. Estes dados referem-se à escala mundial, sendo menos de 30% se analisada a Europa em concreto e mais de 80% em países como o Afeganistão, Guiné e Timor.

Já quanto a relações sexuais forçadas, cerca de 120 milhões de raparigas com menos de 20 anos foram obrigadas a fazê-lo.

O relatório mostra ainda que seis em cada 10 crianças são vítimas de punições corporais, embora apenas 17%, em 58 países experiencie as práticas mais severas (agressão na cara ou repetida).

"Os dados contidos neste relatório obrigam-nos a agir no interesse de cada uma destas crianças e pelo reforço da estabilidade futura das sociedades em todo mundo", concluiu Anthony Lake."


Fonte Correio da Manhã

Artigo relacionado: CONSIDERAÇÕES SOBRE BULLYING


22 de agosto de 2014

Sweet Trick (Doce Truque) UMA ORIGINAL CAMPANHA DA UNICEF CONTRA A PEDOFILIA

Sweet Trick (Doce truque) é o nome de uma campanha lançada pela Unicef Chile com o objectivo de alertar os pais para a facilidade com que uma criança pode ser atraída e seduzida por um pedófilo.

Na realização deste vídeo, um homem coberto de algodão doce aparece num parque onde se encontram várias crianças a brincar na companhia dos pais. Ao verem uma pessoa coberta de algodão doce, rapidamente correm na sua direcção para retirarem alguns apetitosos pedaços.

Quando o homem disfarçado fica exposto, ele começa a distribuir entre os adultos um cartão que diz: "É muito fácil para um pedófilo atrair uma criança. Estejamos Atentos" (Así de fácil es para un pedófilo atraer a un niño. Estemos alerta) Ao ler esta mensagem, é visível a mudança de expressão no rosto dos adultos.





PARA UM PEDÓFILO, ATRAIR UMA CRIANÇA PODE SER UM PROCESSO MUITO FÁCIL.

JUNTOS PODEMOS PREVENIR O ABUSO SEXUAL INFANTIL.


16 de julho de 2014

CONSIDERAÇÕES SOBRE BULLYING




Descubra que recursos possui ao seu alcance para ajudar uma criança vítima de Bullying.
 


O QUE OS PAIS DEVEM SABER

O QUE SE ENTENDE POR BULLYING?

O termo inglês “bullying” pode ser traduzido, em português, por intimidação. É uma forma de violência entre pares, geralmente crianças ou jovens, com a intenção de magoar a outra pessoa.

A maioria das situações de intimidação ocorre em contexto escolar (recreios, casas de banho, refeitórios e salas de aula) ou no percurso entre a casa e a escola. Habitualmente acontece quando não existem adultos por perto. Assim, é fundamental que os pais e familiares estejam sensibilizados e aprofundem o seu conhecimento acerca deste tema.


QUAIS OS TIPOS DE BULLYING?

Verbal: chamar nomes, ser sarcástico, lançar calúnias ou gozar com alguma característica particular do outro (“gordo”; “caixa de óculos”; “trinca-espinhas”)

Físico: puxar, pontapear, bater, beliscar ou outro tipo de violência física

Emocional: excluir, atormentar, ameaçar, manipular, amedrontar, chantagear, ridicularizar, ignorar

Racista: toda a ofensa que resulte da cor da pele, de diferenças culturais, étnicas ou religiosas

Cyberbullying: utilizar tecnologias de informação e comunicação (Internet ou telemóvel) para hostilizar, deliberada e repetidamente, uma pessoa, com o intuito de a magoar


ALGUNS SINAIS DE BULLYING:

A criança que está a ser vítima de bullying pode:

• Estar assustada ou não ter vontade de ir para a escola
• Apresentar fracos resultados escolares
• Isolar-se
• Começar a gaguejar
• Mostrar angústia
• Deixar de comer
• Tornar-se agressiva
• Deixar de ter as suas economias (ou estas irem desaparecendo)
• “Perder”, constantemente, o almoço ou outros bens
• Começar a roubar dinheiro
• Ter medo de falar sobre o que se está a passar
• Ter pesadelos
• Tentar fugir
• Tentar o suicídio

Estes sinais podem indicar outro tipo de violência, contudo, o bullying deve ser tido em consideração.

As manifestações são diferentes de criança para criança, podendo, nalguns casos, ser pouco visíveis ou mesmo passarem despercebidas, sem que isso signifique menor gravidade.


MITOS E REALIDADES

Mito: O Bullying é uma fase que faz parte da vida. Todas as crianças conseguem ultrapassar essa fase.
Realidade: O bullying não é “normal” ou um comportamento socialmente aceitável. Aceitar tal comportamento é conferir mais poder aos/às intimidadores/as.

Mito: Se a criança ou jovem contar a alguém, será pior, uma vez que a intimidação aumentará.
Realidade: Estudos demonstram que o bullying só pára quando os adultos e pares são envolvidos.

Mito: O bullying é um problema da escola e só os/as professores/as é que se devem preocupar.
Realidade: O bullying é um problema social que, por vezes, pode ocorrer, também, fora da escola, nomeadamente na rua, centros comerciais, campos de férias e, mesmo, com adultos, nos locais de trabalho.

Mito: As pessoas que intimidam nascem assim.
Realidade: O bullying é um comportamento aprendido e os comportamentos podem ser mudados.

COMO APOIAR UMA CRIANÇA VÍTIMA DE BULLYING?

Saber que uma criança está a ser intimidada pode ser perturbador. No entanto, deverá tentar manter a calma, já que reagir com impulsividade, como por exemplo, invadir a escola para pedir uma explicação poderá ser o pior a fazer. É importante que pense que, tal como aconteceu consigo, também a escola pode não saber da situação de intimidação, facto que não invalida que converse com os responsáveis, exija responsabilidades e encontrem uma intervenção integrada.

Assim, poderá apoiar a criança da seguinte forma:

• Peça à criança para lhe contar exactamente o que aconteceu e anote quem esteve envolvido, onde, quando e quantas vezes aconteceu

• Diga à criança que ela agiu correctamente ao contar-lhe o sucedido

• Acredite em tudo aquilo que a criança lhe contar

• Explique-lhe que a situação de intimidação não pode ser mantida em segredo, garantindo-lhe que vai ajudá-la a resolver o problema

• Diga-lhe que ela não é culpada pelo sucedido

• Exercite técnicas de auto-protecção com a criança, como, por exemplo, dizer “Não” firmemente e ir-se embora.

• Informe-se também sobre programas de autodefesa para crianças. Este tipo de actividades são especialmente recomendados para que as crianças adquiram mais auto-estima e confiança em si próprias e ao mesmo tempo aprendam tácticas de defesa pessoal apropriadas. Saiba mais em www.autodefesa.pt

• Explique-lhe como deve reagir, sem chorar nem mostrar transtorno, mas simplesmente ignorando o/a intimidador/a

• Explique-lhe como poderá reduzir as oportunidades de intimidação, como por exemplo, não levar objectos de valor para a escola, andar sempre em grupo, evitar ficar sozinho nos corredores ou balneários

• Encoraje a criança a desenvolver actividades nas quais é mais habilidosa, já que essa é uma forma de aumentar a sua auto-estima

• Fale com o/a professor/a e partilhe as suas preocupações. Pergunte-lhe, também, como é que a criança está inserida na turma e com o resto dos colegas ou se têm notado algum sinal que seja importante realçar É fundamental ter em conta que o Bullying é um problema público, de forma a retirar do isolamento as crianças e jovens sujeitos a este tipo de violência.




O QUE A ESCOLA DEVE SABER



 O QUE É QUE A ESCOLA PODE FAZER?

A escola tem um papel fundamental, tanto ao nível da prevenção como da intervenção.

É importante ter presente que:

• Todos somos responsáveis por promover um ambiente seguro para todas a crianças, para que estas possam desenvolver-se numa atmosfera descontraída e segura.

• O bullying e outros tipos de comportamentos violentos são inaceitáveis.

• Todos os profissionais, governantes, crianças e pais devem ter uma compreensão do bullying.

• Devem ser postos em prática e disseminados procedimentos para relatar acontecimentos intimidatórios.

• Todas as crianças devem ser informadas acerca da importância de contar a um adulto que estão a ser intimidadas e saber que se deve lidar com estes incidentes de uma forma imediata e eficaz.

Se uma criança lhe quiser contar uma situação de bullying deverá:

• Procurar um espaço tranquilo e pedir-lhe que ela lhe conte exactamente o que aconteceu.

• Acreditar em tudo o que a criança lhe contar e valorizar o facto dele o ter conseguido fazer.

• Dizer à criança intimidada que a culpa da intimidação não é dela e garantir que irá apoiá-la na resolução do problema.


PROCEDIMENTOS DE INTERVENÇÃO:

Numa situação de bullying deverá:

• Falar com as crianças envolvidas num espaço tranquilo e seguro.

• Relatar os incidentes à equipa.

• Nos casos de abusos mais sérios, os incidentes devem ser registados pela equipa.

• Os pais das crianças envolvidas devem ser informados e deve ser pedido para comparecerem numa reunião para discutir o problema.

• Se for necessário e apropriado, a polícia deve ser consultada.

• O comportamento intimidador e os traços ameaçadores devem parar imediatamente.

• Deve ser feita uma tentativa para apoiar o/a intimidador/a na alteração o seu comportamento.

• O/a intimidador/a deve pedir desculpa e ser responsabilizado/a pelo seu comportamento.

• Em situações mais graves deve ser considerada a suspensão ou mesmo a expulsão.

• Se possível, as crianças ou jovens devem reconciliar-se. É fundamental ter em conta que o Bullying é um problema público, de forma a retirar do isolamento as crianças e jovens sujeitos a este tipo de violência.






 Saiba mais sobre Bullying visitando o PORTAL Bullying em   http://www.portalbullying.com.pt/