12 de setembro de 2014

LOCALIZE OS SEUS FILHOS PELO TELEMÓVEL


Se é daqueles pais que está sempre preocupado com o paradeiro dos seus filhos, esta aplicação é ideal para si, visto que permite a detecção do seu filho por GPS, através do smartphone.




Uma vez instalado no telemóvel dos seus familiares, o GPS Tracker dá-lhe indicação (no seu tablet ou smartphone) da localização deles, através de um mapa que pode ser personalizado com a fotografia de cada uma das pessoas que está a localizar.

A detecção é feita através de GPS, das redes Wifi ou mesmo das torres de telemóvel, que determinam a posição geográfica da pessoa.

Uma óptima ferramenta para pais preocupados que passam o tempo a roer as unhas quando os filhos dão os primeiros passos sozinhos, fora de casa.


Saiba mais sobre o GPS Tracker:

Para Android

Para iPhone




11 de setembro de 2014

Revista CINTURÃO NEGRO (Setembro 2014)


Revista internacional de Artes Marciais, Desportos de Combate e Defesa Pessoal


Revista Gratuita CINTURÃO NEGRO Setembro 2014


                                                     DOWNLOAD


5 de setembro de 2014

Bullying em Portugal acima da média

Média nacional de adolescentes que praticam bullying está 6% acima da europeia.


"A Unicef revela que 37% dos adolescentes portugueses dizem ter praticado bullying, nos últimos seis meses. Este número está acima da média europeia e norte-americana, que se situa nos 31%, segundo o relatório "Escondido à vista de todos".

Já quanto à participação em lutas, 27% dos adolescentes afirmam que o fizeram pelo menos uma vez nos últimos 12 meses. Na maioria dos países as respostas situam-se entre os 30% e os 40%. Esta situação é mais comum nos rapazes do que nas raparigas.

A falta de dados, tanto a nível nacional como internacional, não permite melhores comparações. No caso das agressões físicas e sexuais, homicídios e castigos corporais, Portugal está omisso. Ainda assim, há dados que "são inquietantes, que nenhum governo, pai ou mãe gostaria de ver", afirma o director executivo da Unicef, Anthony Lakeerca.

Cerca de metade das raparigas entre os 15 e os 19 anos considera normal um marido bater na mulher, sob determinadas circunstâncias. Estes dados referem-se à escala mundial, sendo menos de 30% se analisada a Europa em concreto e mais de 80% em países como o Afeganistão, Guiné e Timor.

Já quanto a relações sexuais forçadas, cerca de 120 milhões de raparigas com menos de 20 anos foram obrigadas a fazê-lo.

O relatório mostra ainda que seis em cada 10 crianças são vítimas de punições corporais, embora apenas 17%, em 58 países experiencie as práticas mais severas (agressão na cara ou repetida).

"Os dados contidos neste relatório obrigam-nos a agir no interesse de cada uma destas crianças e pelo reforço da estabilidade futura das sociedades em todo mundo", concluiu Anthony Lake."


Fonte Correio da Manhã

Artigo relacionado: CONSIDERAÇÕES SOBRE BULLYING


30 de agosto de 2014

COMO MANTER A CALMA EM SITUAÇÕES DE CONFLITO

Descubra como actuar em situações potencialmente perigosas sem entrar necessariamente num confronto físico.




Já era de noite quando a Vera Cardoso se apercebeu de que podia estar metida num grande sarilho: ao sair de um pavilhão da Cidade Universitária, em Lisboa, ouviu alguém gritar desesperadamente. Foi quando viu um rapaz de cerca de 14 anos a fugir de um grupo de cinco adolescentes.

Não havia ninguém à distância de um grito, e, consigo, Vera apenas transportava o saco de treino. Tentando deixar transparecer uma segurança que não sentia, Vera olhou cada um dos jovens nos olhos enquanto estes não deixavam de olhar para ela. Dissimuladamente, apertou e desapertou o saco contra o seu corpo para aliviar a tensão que sentia nos músculos, ao mesmo tempo que, também sem o mostrar, respirou fundo algumas vezes para se acalmar e pensar com mais clareza.

Pensou reconhecer um dos jovens: “Eu conheço-te, não é verdade?”, perguntou-lhe sorrindo. “Não participaste naquele jogo de basquetebol que nós organizámos há poucas semanas?” Ele murmurou qualquer coisa.

"Bom estivemos agora mesmo a jogar", continuou Vera prudentemente, “mas imagino que este desporto não seja suficientemente duro para valentões como vocês.” Quanto mais ia falando, mais sentia a tensão diminuir, acabando por convencer os rapazes a abandonar o recinto desportivo. Depois, conduziu o jovem ameaçado para o seu carro e levou-o a casa.

Se, por um lado é verdade que Vera teve alguma sorte pelo facto de conhecer vagamente um dos elementos do grupo, o seu bom desempenho nesta situação baseou-se sobretudo num conjunto de técnicas de controlo de  stress aprendido em aulas de Defesa Pessoal.

Desde sempre que existem pessoas, como no caso de polícias e seguranças que, nas suas profissões, enfrentam regularmente situações de conflito violento. Na sociedade actual, em que a violência faz parte do quotidiano, é caso para pensar no que se poderá fazer para gerir da melhor forma possível uma situação potencialmente perigosa em que nos possamos encontrar.

A verdade é que caso nos sintamos ameaçados, quer seja por um bêbado na rua ou por um condutor enraivecido, há muito que poderemos fazer para evitar um confronto físico. 

Não deixar de falar. No caso de estarmos perante uma pessoa zangada ou violenta podemos tentar acalma-la falando com ela. Ao fazê-lo de forma que a nossa voz alcance um tom baixo teremos boas hipóteses de mudar aquilo que o outro tenha em mente fazer.

Para além desta técnica nos permitir ganhar tempo, que pode ser utilizado para chamar a atenção de outras pessoas ou para melhor nos posicionarmos física e emocionalmente – sem inflamar ainda mais a agressividade do nosso interlocutor – com um pouco de controlo e habilidade o conflito talvez se possa dissolver.

Ouvir sem discutir. É frequente as pessoas gritarem devido à sua frustração ou medo. Isto pode acontecer nas mais diversas circunstanciam como no caso em que alguém está sob o efeito do álcool, droga ou com problemas emocionais. Nestas alturas pode faltar muito pouco para que elas partam para a violência. A forma desajustada como respondemos a estas situações pode desencadear um confronto bastante desagradável.

Quando se lida com uma pessoa furiosa, não é construtivo assumirmos uma atitude moralista. "Compreendo que se sinta muito zangado com isso" é, frequentemente, melhor resposta que dizer "Não gosto da maneira como está a falar comigo". Outra opção será simplesmente mostrar às pessoas o caminho mais prático: "Se não se acalmar não vou conseguir ajudá-lo".

Manter um tom de voz baixo e sem alterações enquanto se fala pausadamente, utilizando um vocabulário simples, é essencial para se inverter uma situação potencialmente perigosa.

Linguagem corporal apropriada. A nossa postura física pode fazer muito para transformar uma situação de tensão numa situação de violência ou de acalmia. O truque é transmitirmos uma imagem de autoridade, mas não autoritária.


É indispensável evitar as posturas agressivas (cruzar os braços, colocar as mãos nas ancas ou apontar o indicador) e os movimentos bruscos ou repentinos – situações que podem ser mal interpretadas. Dentro do possível procurar transmitir uma imagem de descontracção e abertura. Olhar a pessoa nos olhos, mas evitar fazê-lo permanentemente, pois isso poderá parecer-lhe ameaçador.

Se a situação ameaça descambar em violência é melhor afastar-se calmamente sem deixar de olhar para a pessoa. Assim ela não pensará que está a assumir uma atitude de desprezo.

Numa situação de "luta ou fuga", as pessoas ficam tensas e começam a respirar com menor profundidade, fazendo que o oxigénio não chegue ao cérebro. Esta situação desperta por sua vez uma reacção em que as articulações e os músculos trabalham com maior eficiência. Assim, quando nos sentimos em dificuldades, é normal exibirmos uma linguagem corporal mais agressiva, pese embora o facto de nos estarmos a sentir assustados.

Respirar fundo algumas vezes e de forma discreta é uma boa ajuda. Ao fornecermos mais oxigénio ao cérebro, estamos a restaurar a circulação normal e a ajudar os músculos a movimentarem-se com maior à-vontade. E, acima de tudo, ajudamo-nos a nós próprios a pensar com maior clareza e a assumir um domínio mais consciencioso da situação.

Manter a distância. Quando as pessoas estão zangadas, necessitam de uma zona de segurança própria maior que nas outras situações. É aconselhável manter uma distância de pelo menos 1,5m. Se alguém nos atacar, teremos assim mais espaço para nos esquivarmos, empurrarmos o agressor para trás ou aplicar técnicas de autodefesa.

O instinto de muitos homens é de não recuar se alguém lhes encosta a testa à sua. Isso é um erro grave. Por um lado estamos a marcar uma posição que ira conduzir a mais agressividade e por outro lado corremos o sério risco de sofrer uma inesperada e violenta "cabeçada". Uma das chamadas "técnicas sujas" frequentemente utilizada em luta de rua.

Outro ponto importante é evitar tocar ou colocar o braço em volta de um estranho enfurecido, uma vez que isso pode ser interpretado como um ataque.

Manter a distância (e a calma) é particularmente importante quando se conduz. Um grande número de pessoas já foi vítima de situações de violência no trânsito. O melhor a fazer, sempre que façamos algo de errado na estrada é levantar a mão de forma bem visível, pedimos assim desculpa aos outros automobilistas.

Imagem segura. Certificando-nos de que não humilhamos uma pessoa que nos ameaça na frente dos outros pode arrefecer uma situação de pré confronto.

Um dos rastilhos mais comuns para as situações de violência grave de hoje em dia é quando alguém é impedido de entrar ou expulso de uma discoteca. Quando uma pessoa já bebeu uns copos, de certeza que não vai deixar que o humilhem à frente dos companheiros. E, com gente menos hábil, isso pode levar à violência. Quando alguém tem de ser expulso, é melhor tratar disso longe dos outros. Por exemplo, numa discoteca movimentada o segurança ou o porteiro pode dizer: "Não consigo ouvir. Não se importa de vir comigo mais para este lado?"

Numa conhecida discoteca de Lisboa presenciamos a seguinte situação: um indivíduo embriagado estava a provocar alguns distúrbios o que fez com que tivessem de o expulsar. Apesar da confusão os seguranças conseguiram, com alguma habilidade, afasta-lo dos amigos. Então o chefe da segurança explicou-lhe que, como era um cliente regular, voltariam a deixá-lo entrar noutro dia se saísse a bem, mas que, se tivessem de o atirar lá para fora, nunca mais o deixariam entrar. Desta forma, tendo-lhe sido dada oportunidade para escolher por si, o homem acabou por sair voluntariamente.

Saber quando sair. Existem situações das quais as pessoas não conseguem sair pelo diálogo. Nestas circunstâncias uma estratégia de fuga é sempre preferível do que acabar por correr riscos desnecessários. Isto não significa cobardia mas sim que em função da situação (normalmente desproporcional para nós) escolhemos a opção mais inteligente.

No caso em que não existe outra hipótese a não ser lutar para se defender, pode ser utilizada uma estratégia que consiste em – quando o agressor menos esperar – atingi-lo rápida e energicamente com uma sucessão de golpes dirigidos para alvos vitais, como por exemplo: olhos, garganta, testículos e joelhos. A ideia é, no mínimo, fragilizar e confundir o agressor durante uma pequena fracção de tempo, criando assim uma oportunidade que nos permita a retirada o mais rapidamente possível do local.

Mas tenha em conta que, mesmo em tempos violentos como aqueles em que vivemos, as possibilidades de sermos atacados fisicamente podem ser reduzidas. Se soubermos tomar algumas precauções em termos de prevenção e desenvolvermos uma estratégia de gestão de conflitos apropriada, os riscos serão bem menores.

Não espere que aconteça algo de perigoso para "exercitar" as suas atitudes e a maneira como controla o stress em situações de conflito. É precisamente no dia-a-dia das nossas relações com os amigos, colegas, familiares ou mesmo estranhos, que podemos trabalhar a forma como reagimos aos pequenos conflitos inerentes a todas a relações. Esse investimento também faz parte do nosso crescimento como pessoas e vai colaborar seguramente para nos ajudar, caso algum dia o inesperado aconteça.


22 de agosto de 2014

Sweet Trick (Doce Truque) UMA ORIGINAL CAMPANHA DA UNICEF CONTRA A PEDOFILIA

Sweet Trick (Doce truque) é o nome de uma campanha lançada pela Unicef Chile com o objectivo de alertar os pais para a facilidade com que uma criança pode ser atraída e seduzida por um pedófilo.

Na realização deste vídeo, um homem coberto de algodão doce aparece num parque onde se encontram várias crianças a brincar na companhia dos pais. Ao verem uma pessoa coberta de algodão doce, rapidamente correm na sua direcção para retirarem alguns apetitosos pedaços.

Quando o homem disfarçado fica exposto, ele começa a distribuir entre os adultos um cartão que diz: "É muito fácil para um pedófilo atrair uma criança. Estejamos Atentos" (Así de fácil es para un pedófilo atraer a un niño. Estemos alerta) Ao ler esta mensagem, é visível a mudança de expressão no rosto dos adultos.





PARA UM PEDÓFILO, ATRAIR UMA CRIANÇA PODE SER UM PROCESSO MUITO FÁCIL.

JUNTOS PODEMOS PREVENIR O ABUSO SEXUAL INFANTIL.


16 de julho de 2014

CONSIDERAÇÕES SOBRE BULLYING




Descubra que recursos possui ao seu alcance para ajudar uma criança vítima de Bullying.
 


O QUE OS PAIS DEVEM SABER

O QUE SE ENTENDE POR BULLYING?

O termo inglês “bullying” pode ser traduzido, em português, por intimidação. É uma forma de violência entre pares, geralmente crianças ou jovens, com a intenção de magoar a outra pessoa.

A maioria das situações de intimidação ocorre em contexto escolar (recreios, casas de banho, refeitórios e salas de aula) ou no percurso entre a casa e a escola. Habitualmente acontece quando não existem adultos por perto. Assim, é fundamental que os pais e familiares estejam sensibilizados e aprofundem o seu conhecimento acerca deste tema.


QUAIS OS TIPOS DE BULLYING?

Verbal: chamar nomes, ser sarcástico, lançar calúnias ou gozar com alguma característica particular do outro (“gordo”; “caixa de óculos”; “trinca-espinhas”)

Físico: puxar, pontapear, bater, beliscar ou outro tipo de violência física

Emocional: excluir, atormentar, ameaçar, manipular, amedrontar, chantagear, ridicularizar, ignorar

Racista: toda a ofensa que resulte da cor da pele, de diferenças culturais, étnicas ou religiosas

Cyberbullying: utilizar tecnologias de informação e comunicação (Internet ou telemóvel) para hostilizar, deliberada e repetidamente, uma pessoa, com o intuito de a magoar


ALGUNS SINAIS DE BULLYING:

A criança que está a ser vítima de bullying pode:

• Estar assustada ou não ter vontade de ir para a escola
• Apresentar fracos resultados escolares
• Isolar-se
• Começar a gaguejar
• Mostrar angústia
• Deixar de comer
• Tornar-se agressiva
• Deixar de ter as suas economias (ou estas irem desaparecendo)
• “Perder”, constantemente, o almoço ou outros bens
• Começar a roubar dinheiro
• Ter medo de falar sobre o que se está a passar
• Ter pesadelos
• Tentar fugir
• Tentar o suicídio

Estes sinais podem indicar outro tipo de violência, contudo, o bullying deve ser tido em consideração.

As manifestações são diferentes de criança para criança, podendo, nalguns casos, ser pouco visíveis ou mesmo passarem despercebidas, sem que isso signifique menor gravidade.


MITOS E REALIDADES

Mito: O Bullying é uma fase que faz parte da vida. Todas as crianças conseguem ultrapassar essa fase.
Realidade: O bullying não é “normal” ou um comportamento socialmente aceitável. Aceitar tal comportamento é conferir mais poder aos/às intimidadores/as.

Mito: Se a criança ou jovem contar a alguém, será pior, uma vez que a intimidação aumentará.
Realidade: Estudos demonstram que o bullying só pára quando os adultos e pares são envolvidos.

Mito: O bullying é um problema da escola e só os/as professores/as é que se devem preocupar.
Realidade: O bullying é um problema social que, por vezes, pode ocorrer, também, fora da escola, nomeadamente na rua, centros comerciais, campos de férias e, mesmo, com adultos, nos locais de trabalho.

Mito: As pessoas que intimidam nascem assim.
Realidade: O bullying é um comportamento aprendido e os comportamentos podem ser mudados.

COMO APOIAR UMA CRIANÇA VÍTIMA DE BULLYING?

Saber que uma criança está a ser intimidada pode ser perturbador. No entanto, deverá tentar manter a calma, já que reagir com impulsividade, como por exemplo, invadir a escola para pedir uma explicação poderá ser o pior a fazer. É importante que pense que, tal como aconteceu consigo, também a escola pode não saber da situação de intimidação, facto que não invalida que converse com os responsáveis, exija responsabilidades e encontrem uma intervenção integrada.

Assim, poderá apoiar a criança da seguinte forma:

• Peça à criança para lhe contar exactamente o que aconteceu e anote quem esteve envolvido, onde, quando e quantas vezes aconteceu

• Diga à criança que ela agiu correctamente ao contar-lhe o sucedido

• Acredite em tudo aquilo que a criança lhe contar

• Explique-lhe que a situação de intimidação não pode ser mantida em segredo, garantindo-lhe que vai ajudá-la a resolver o problema

• Diga-lhe que ela não é culpada pelo sucedido

• Exercite técnicas de auto-protecção com a criança, como, por exemplo, dizer “Não” firmemente e ir-se embora.

• Informe-se também sobre programas de autodefesa para crianças. Este tipo de actividades são especialmente recomendados para que as crianças adquiram mais auto-estima e confiança em si próprias e ao mesmo tempo aprendam tácticas de defesa pessoal apropriadas. Saiba mais em www.autodefesa.pt

• Explique-lhe como deve reagir, sem chorar nem mostrar transtorno, mas simplesmente ignorando o/a intimidador/a

• Explique-lhe como poderá reduzir as oportunidades de intimidação, como por exemplo, não levar objectos de valor para a escola, andar sempre em grupo, evitar ficar sozinho nos corredores ou balneários

• Encoraje a criança a desenvolver actividades nas quais é mais habilidosa, já que essa é uma forma de aumentar a sua auto-estima

• Fale com o/a professor/a e partilhe as suas preocupações. Pergunte-lhe, também, como é que a criança está inserida na turma e com o resto dos colegas ou se têm notado algum sinal que seja importante realçar É fundamental ter em conta que o Bullying é um problema público, de forma a retirar do isolamento as crianças e jovens sujeitos a este tipo de violência.




O QUE A ESCOLA DEVE SABER



 O QUE É QUE A ESCOLA PODE FAZER?

A escola tem um papel fundamental, tanto ao nível da prevenção como da intervenção.

É importante ter presente que:

• Todos somos responsáveis por promover um ambiente seguro para todas a crianças, para que estas possam desenvolver-se numa atmosfera descontraída e segura.

• O bullying e outros tipos de comportamentos violentos são inaceitáveis.

• Todos os profissionais, governantes, crianças e pais devem ter uma compreensão do bullying.

• Devem ser postos em prática e disseminados procedimentos para relatar acontecimentos intimidatórios.

• Todas as crianças devem ser informadas acerca da importância de contar a um adulto que estão a ser intimidadas e saber que se deve lidar com estes incidentes de uma forma imediata e eficaz.

Se uma criança lhe quiser contar uma situação de bullying deverá:

• Procurar um espaço tranquilo e pedir-lhe que ela lhe conte exactamente o que aconteceu.

• Acreditar em tudo o que a criança lhe contar e valorizar o facto dele o ter conseguido fazer.

• Dizer à criança intimidada que a culpa da intimidação não é dela e garantir que irá apoiá-la na resolução do problema.


PROCEDIMENTOS DE INTERVENÇÃO:

Numa situação de bullying deverá:

• Falar com as crianças envolvidas num espaço tranquilo e seguro.

• Relatar os incidentes à equipa.

• Nos casos de abusos mais sérios, os incidentes devem ser registados pela equipa.

• Os pais das crianças envolvidas devem ser informados e deve ser pedido para comparecerem numa reunião para discutir o problema.

• Se for necessário e apropriado, a polícia deve ser consultada.

• O comportamento intimidador e os traços ameaçadores devem parar imediatamente.

• Deve ser feita uma tentativa para apoiar o/a intimidador/a na alteração o seu comportamento.

• O/a intimidador/a deve pedir desculpa e ser responsabilizado/a pelo seu comportamento.

• Em situações mais graves deve ser considerada a suspensão ou mesmo a expulsão.

• Se possível, as crianças ou jovens devem reconciliar-se. É fundamental ter em conta que o Bullying é um problema público, de forma a retirar do isolamento as crianças e jovens sujeitos a este tipo de violência.






 Saiba mais sobre Bullying visitando o PORTAL Bullying em   http://www.portalbullying.com.pt/