9 de agosto de 2015

Revista CINTURÃO NEGRO (Junho, Julho, Agosto, 2015)

Revista internacional de Artes Marciais, Desportos de Combate e Defesa Pessoal


CINTURÃO NEGRO Agosto 2015




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CINTURÃO NEGRO Junho 2015

          




Revista Gratuita CINTURÃO NEGRO



AS PRECAUÇÕES A TER COM OS PASSAGEIROS EM PONTO PEQUENO

Vai enviar o seu filho a passar férias com familiares? Veja os conselhos fundamentais para pais que têm crianças menores que vão viajar sozinhas.



O seu filho vai viajar sozinho? Então há uma série de precauções a ter. Tome nota das dicas que se seguem para uma viagem segura e tranquila. Quando chega a hora de organizar uma viagem para outro país, as preocupações são muitas, principalmente quando o viajante é o seu filho. Por isso, com a ajuda da pediatra Helena Carreiro, preparámos um pequeno guia de viagem que o vai ajudar a desempenhar esta tarefa com sucesso, sem grandes sobressaltos:
- Documentos - A criança deverá possuir um passaporte, bilhete de identidade ou cartão de cidadão válido. A cédula de nascimento não pode ser usada para este efeito.
- Autorização - Para que um menor não acompanhado entre ou saia do país é necessária uma autorização de um dos progenitores ou de quem exerce o poder paternal. O documento deve ser escrito, datado, conter a assinatura legalmente certificada e conferir poderes de acompanhamento a terceiros, devidamente identificados.
- Saúde - Dependendo do destino, solicite o Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD) para que a criança possa ter acesso aos cuidados de saúde que possam vir a ser necessários.
- Viagem - Ao efetuar a reserva, escolha o menu mais adequado para a criança. As companhias prevêem actividades para distrair estes passageiros no voo. De qualquer modo, incentive o seu filho a levar objetos para se entreter (livro, jogo, tablet ou leitor de música) e pastilhas elásticas ou rebuçados para atenuar o mal-estar nos ouvidos antes de aterrar.
- Aeroporto - No dia da partida, os pais devem acompanhar o menor no processo de check-in e formalidades e permanecer no aeroporto até à descolagem do voo. À chegada, o menor deverá ter alguém à sua espera que tenha sido autorizado pelos pais e que esteja devidamente identificado.
 Helena Carreiro (pediatra)

Leia também: PROTEJA O SEU FILHO DO CRIME


É UMA “PRESA” FÁCIL? SAIBA COMO SE PROTEGER DOS PREDADORES...

Já alguma vez se questionou por que é sempre o enganado, o não escolhido, o não promovido, o traído, o assaltado…?


A forma como o seu corpo “fala” dá uma espécie de permissão aos que se vêem como “predadores” para atacar, isto porque eles irão sempre escolher os que aparentam oferecer  menor resistência.

1. Não fazer contacto visual - Quando não olha nos olhos, as pessoas tem tendência a desconfiar de si, a vê-lo como submisso, fraca autoestima, tímida e menos competente. Olhe mais nos olhos.
2. Má postura - Postura curvada e ombros descaídos sinalizam falta de autoestima ou falta de confiança, tal como quando se senta na ponta da cadeira ou demasiado relaxado pode transmitir falta de compromisso. A postura é também uma forma de transmitir o nosso estado mental, se estamos chateados, temos uma postura caída mas se estamos alegres, todo o corpo desafia a gravidade. Tenha uma postura o mais direita possível e faça mais gestos que desafiem a gravidade, como SORRIR.
3. Aperto de mão fraco - O aperto de mão normalmente é o primeiro contacto físico entre duas pessoas. Um aperto de mão fraco pode indicar a falta de três características fundamentais às interacções humanas; Confiança, ligação e credibilidade. Por outro lado, um aperto de mão muito apertado pode indicar agressividade e necessidade de afirmação. Faça o aperto de mão firme e com a mão na vertical.
4. Gestos cruzados - Braços e pernas cruzadas dão uma imagem de medo, falta de confiança, desinteresse, aborrecimento e tédio. As posturas abertas, com braços abertos e pernas um pouco afastadas, ajudam a obter uma melhor avaliação por parte das outras pessoas, emitindo assim uma imagem de confiança, autoridade e competência.
5. Olhar para baixo - Olhar para baixo enquanto faz uma apresentação, fala ou anda, indica depressão, tristeza e desconforto, emite uma imagem de falta de confiança. Olhe em frente com o queixo na horizontal.
6. Inclinação do corpo - Se afasta o corpo da pessoa com quem está a conversar mostra desconforto, distracção e até desinteresse. Se se aproxima demasiado poderá parecer agressivo. A inclinação deve ser para a frente e ligeira, mostra interesse e respeito por aquilo que está a ser dito.
7. Roer as unhas, mexer no cabelo, tiques - Este tipo de movimentos, roer as unhas, mexer no cabelo, ter uma caneta na mão e estar constantemente a fazer o clique, pegar em clips, bater com os dedos ou com os pés, brincar com elásticos, mexer nos anéis ou botões, são indicadores de nervosismo e falta de controlo, além de irritar e distrair as pessoas com que estamos a interagir, diminui em muito as nossas possibilidades de sucesso, é importante evitar este tipo de movimentos.
8. Mãos nos bolsos - Colocar as mãos nos bolsos é percebido como uma procura de conforto, este gesto fá-lo parecer inseguro. Evite colocar as mãos nos bolsos, quando interage com os outros, é preferível cruzar os braços com os polegares visíveis.
9. Andar rápido - Andar rápido transmite uma imagem de desorganizado, desesperado e inseguro. Não ande nem devagar, nem depressa, ambas as maneiras são prejudiciais para a sua imagem. Ande descontraído e direito.


Quanto mais “presa” parecer, mais “predadores” irá ter!

GUIA DE SEGURANÇA PARA QUEM VAI DE FÉRIAS

A Prosegur disponibiliza, em colaboração com a PSP e a APAV, o "Guia de Segurança" com dicas práticas para ajudar a deixar a sua residência protegida enquanto vai de férias...




Na altura do ano em que a percentagem de roubos mais aumenta, a Prosegur insiste na necessidade de reforçar a segurança das casas através de acções simples, mas essenciais, na prevenção de assaltos a domicílios desocupados.
O Guia de Segurança, que vai na sua segunda edição, reúne todos os conselhos numa publicação que contou com a participação especial da PSP e da APAV.
Algumas regras simples incluem não comunicar a desconhecidos que a casa vai estar desabitada, deixar algumas persianas abertas para dar a ilusão de que a habitação não está desocupada, ou ainda optar por guardar os seus objectos de valor no cofre de um banco.
Pedir a colaboração de um familiar ou vizinho de confiança para recolher o correio, ou utilizar dispositivos electrónicos que programem automaticamente o acendimento das luzes são também opções úteis e acessíveis a ter em conta.
Para além destas atenções domésticas, a Prosegur dispõe de um conjunto de serviços e soluções que oferecem uma maior segurança e tranquilidade enquanto está fora.
Um sistema de alarme ligado a uma Central de Segurança 24h que se traduz num aviso imediato às forças de segurança, caso se verifique tentativa de assalto, um sistema de segurança por Videovigilância que permite a visualização de imagens do que acontece no local e instalação de alarmes técnicos que permitem detectar erros de funcionamento como por exemplo fugas de água ou gás, são algumas das soluções disponíveis.
O serviço de piquete é também uma alternativa, com a possibilidade de contratação durante o mês de férias. Este serviço consiste na resposta ao disparo de alarme, mediante a deslocação de um piquete de intervenção da Prosegur para verificação do local protegido. O piquete faz-se acompanhar das chaves do imóvel para que possa aceder ao local, inspeccioná-lo e facilitar o acesso às autoridades ou forças de segurança.

12 de julho de 2015

6 CONSELHOS ÚTEIS (PARA PAIS E FILHOS) EM TEMPO DE FÉRIAS

Praia, parques de diversões, multidões... Em tempo de férias, as crianças perdem-se mais facilmente. Siga estes conselhos para que tudo corra bem.


1. O primeiro passo é falar com o seu filho sobre este tema, num discurso adequado à sua idade e entendimento. Não precisa de usar um tom dramático, mas explicar à criança que isso é uma possibilidade e o que fazer em caso de se perder dos pais, é fundamental para diminuir ao máximo o impacto da situação.

2. Quando estiver num parque de diversões ou num espaço aberto onde haja multidão, vista o seu filho com cores alegres e vivas. Esqueça os brancos ou cores neutras. O seu filho deverá usar um chapéu, onde pode escrever por dentro contactos de emergência.

3. Quando chegar a um local, deve identificar sítios que possam servir de ponto de encontro e informar a criança que, em caso de se perderem, é ali que deve esperar.

4. Antes de sair de casa, fotografe o seu filho. Assim terá um registo fiel de como ele estava vestido. Numa situação de desespero, podemos esquecer pormenores importantes.

5. Quando sair em grupo, ou seja, várias crianças e adultos, combine com os elementos desse grupo quem fica de olha de quem. Muitas vezes achamos que a pessoa x está a tomar conta de uma determinada criança e ela pensar o contrário. A responsabilidade de cada adulto deve ficar bem definida.

6. Transmita ao seu filho a seguinte mensagem: permanecer sempre acompanhado e nunca ir a lado nenhum sozinho, ir sempre com um adulto responsável ou com um irmão ou irmã já adultos.






14 de junho de 2015

600 mil portugueses já foram vítimas de assédio moral no trabalho

Mulheres são as principais vítimas, mas a tendência está a mudar. Há cada vez mais homens vítimas de assédio moral, mas também sexual.



Em Portugal, 16,5% da população já sofreu, pelo menos uma vez durante a sua vida profissional, de alguma forma de assédio moral no trabalho. Feitas as contas, são cerca de 600 mil portugueses as vítimas de assédio no local de trabalho, um número que desce ligeiramente quando o assunto é assédio sexual: 12,6% da população activa em Portugal já foi vítima, pelo menos uma vez na vida, de alguma forma de assédio sexual no trabalho. Os dados constam do estudo "Assédio Sexual e Moral no local de trabalho em Portugal", coordenado pela professora Anália Torres e desenvolvido pelo Centro Interdisciplinar de Estudos de Género, do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) e da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE), que foi apresentado na semana passada.
Os resultados deste inquérito a 1801 pessoas mostram que ainda são as mulheres as principais vítimas tanto de assédio moral (16,7%), como de assédio sexual (14,4%). Mas importa, também, salientar que os homens são cada vez mais vítimas de assédio no local de trabalho, embora seja mais frequente serem vítimas de assédio moral (15,9%) do que sexual (8,6%).
Já no que toca às formas de assédio moral mais marcantes, para ambos os géneros, a situação mais frequente é ser sistematicamente alvo de situações de stress com o objectivo de levar ao descontrolo (38,2% nos homens e 41,8% nas mulheres). Em segundo lugar encontra-se a desvalorização sistemática do trabalho (27% nos homens e 31,3% nas mulheres). E importa salientar que tanto homens, como mulheres, são fundamentalmente assediados moralmente pelos patrões, superiores hierárquicos e chefes directos: 83,1% dos homens e 82,2% das mulheres), sendo os colegas os segundos autores mais mencionados, embora a um nível muito menos expressivo.
Quando se analisam as formas de assédio sexual mais marcantes, registam-se algumas diferenças entre homens e mulheres. Para os homens, as formas de assédio sexual mais marcantes são perguntas intrusivas e ofensivas acerca da sua vida privada (22,9%), as piadas ou comentários ofensivos sobre o seu aspecto ou olhares insinuantes que o fazem sentir ofendido (14,6%). Enquanto para as mulheres, as situações mais marcantes estão relacionadas com aproximações físicas: olhares insinuantes que a fazem sentir ofendida (23,5%), contactos físicos não desejados (20,1%), e só depois surgem as piadas ou comentários ofensivos sobre o seu aspecto (14,5%).
No caso das mulheres sexualmente assediadas no local de trabalho, verifica-se que o autor mais frequente dessas situações é o superior hierárquico ou chefe directo (44,7%), seguindo-se os colegas (26,8%), e finalmente, os clientes, fornecedores e utentes, que são responsáveis por 25,1%) destes casos. No caso dos homens, verifica-se uma quase repartição em três relativamente aos autores mais frequentes de situações de assédio sexual: os superiores hierárquicos e chefes directos em 33,3% dos casos, os colegas em 33,1% e os clientes, fornecedores e utentes em 29,2%.
Este estudo desenvolvido ISCSP e pela CITE deixa ainda um dado importante, que pode ler-se nas conclusões: "comparando com os dados do primeiro inquérito sobre assédio sexual em Portugal (1989), verifica-se que agora há mais assédio por parte dos patrões, superiores hierárquicos ou chefes directos e menos incidência de casos da autoria de colegas de trabalho.
Joana Moura / Económico