23 de março de 2016
12 de março de 2016
STOP BULLYING
NDPL - Núcleo de Defesa Pessoal de Lisboa
Programa de Aulas Anti-Bullying
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5 de março de 2016
ELAS DECIDIRAM FALAR HOJE...
A violência doméstica é crime e deve ser denunciada. Hoje por si, amanhã pelos outros.
Revista CINTURÃO NEGRO (Fevereiro, 2016)
Revista internacional de Artes Marciais, Desportos de Combate e Defesa Pessoal
CINTURÃO NEGRO / Fevereiro 2016
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Nº305
Nº 306
Revista Gratuita Online CINTURÃO NEGRO (Quinzenal)
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3 de março de 2016
Vinte e nove mulheres assassinadas e 39 vítimas de tentativa de homicídio em 2015 − UMAR
Nos últimos
dez anos foram assassinadas, em média, 43 mulheres por ano, de acordo com dados
da UMAR, que revela hoje
que em 2015 foram mortas 29 mulheres (Quase 90% tinham relação com agressor) e outras 39 foram vítimas de tentativa de homicídio.
Segundo o
relatório do Observatório de Mulheres Assassinadas, hoje divulgado, entre 01 de
janeiro e 31 de dezembro de 2015, foram registados 29 homicídios de mulheres,
menos 16 do que em igual período de 2014.
"Não
obstante os dados apresentados, não podemos concluir no sentido de uma
tendência decrescente ao nível da incidência do crime", diz a UMAR.
"Da
análise sistemática dos anos anteriores (2004 -- 2014), verifica-se que, tendo
existido anos pretéritos com uma incidência inferior, os mesmos foram
contrariados por ano seguinte com novo aumento de registos", acrescenta.
Por outro
lado, a UMAR sublinha que no ano passado foram noticiados quatro femicídios
ocorridos em anos anteriores e que não tinham sido contabilizados pelo OMA,
pelo que não foram objeto de análise neste relatório.
Segundo os
dados do OMA, em 87% dos 29 casos de mulheres assassinadas, as vítimas tinham
ou tiveram uma relação de intimidade com o agressor, sendo que em 13% (4) as
mulheres foram assassinadas por alguém com quem tinham uma "relação
familiar privilegiada".
No total de
432 femicídios em dez anos, "mantém-se a tendência de maior vitimização
das mulheres às mãos daqueles com quem ainda mantinham uma relação, fosse ela
de casamento, união de facto, namoro ou outro tipo relação de intimidade (268)
".
No que diz
respeito à caracterização das vítimas, e relativamente ao ano de 2015, 31%
tinha mais de 65 anos, sendo que em apenas dois casos as mulheres tinham idade
entre os 18 e os 23 anos. No entanto, o grupo etário mais vitimizado é o das
mulheres entre 36 e 50 anos (28%).
Em apenas
onze das 29 mulheres assassinadas foi possível ter informação quanto à sua
situação profissional, sendo que cinco estavam reformadas e 12 estavam
empregadas. Apenas uma estava no desemprego.
Já no que
diz respeito aos homicidas, a maioria (38%) tem idades entre os 36 e os 50 anos
e estava empregada (8), havendo dois desempregados e cinco em situação de
reforma.
Relativamente
ao período do ano em que mais ocorrem homicídios, os dados do OMA mostram que é
principalmente nos meses de janeiro, março e abril, com quatro femicídios cada,
num total de 12 em 29.
No entanto,
olhando para o global dos dez anos, é possível constatar que há uma prevalência
de homicídios nos meses de verão, como julho, agosto e setembro, com 48, 41 e
48 femicídios em dez anos, respetivamente.
A residência
continua a ser o local onde a maioria das mulheres foram mortas, com uma taxa
de prevalência de 62%, tendo havido também cinco que foram assassinadas na via
pública e quatro que morreram no local de trabalho.
O meio mais
escolhido para concretizar o crime foi a arma de fogo (15).
Quanto aos
distritos, foi no Porto que ocorreram mais, com sete homicídios, seguido do
distrito de Lisboa, com seis, classificação que se inverte quando
contabilizados todos os dez anos, em que foram mortas 94 mulheres em Lisboa e
45 no Porto.
A motivação
por trás do crime teve sobretudo que ver com contextos de violência doméstica e
de relações de intimidade violentas.
Fonte:Lusa
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27 de fevereiro de 2016
BULLYING: PRIMEIROS SINAIS QUE PROVAM QUE O SEU FILHO É VÍTIMA
Os problemas de relacionamento que as crianças têm na escola –
sejam físicos ou psicológicos, sejam verbais ou sexuais – constituem, muitas
vezes e por muito tempo, verdadeiros mistérios para os pais. Sobretudo porque é
natural que os filhos não queiram falar deles. Há, porém, um conjunto de
sintomas ou sinais que permitem ajudar a levantar o véu sobre este drama e
atuar em conformidade, caso haja suspeita.
As alterações de comportamento dos filhos, pouco comuns naquilo que
é a personalidade deles, devem suscitar logo um alerta. Se as perturbações se
mantiverem ao longo do dia, então é sinal de que é mesmo preciso sentar e
conversar para perceber o que está a mudar. Só assim, na verdade, se despistam
alterações que chegam com a adolescência. Porém, uma vez descartadas aquelas modificações,
é tempo de prestar a devida atenção ao seguinte:
● Decréscimo brusca do rendimento escolar
● Alterações de humor frequentes: com especial incidência para a
tristeza
● Facilidade em ficar ansioso sempre que se aborda o tema da escola
● Ataques de impaciência sem uma explicação aparente
● Irregularidades do sono e do apetite
● Dificuldade em prestar atenção
● Isolamento social (evitar estar com os amigos, pouco interesse
por eles)
● Evidência de timidez e insegurança
Numa primeira fase e uma vez identificados os sintomas, é
importante conversar e estabelecer confiança para que a criança fale sobre o
que está a viver ou a pensar. Tornar a situação comum ou desvalorizá-la pode
não ajudar e pode até levar ao silêncio. É por isso, importante, ouvir até ao
fim e pedir relatos concretos de episódios. Numa segunda fase, é relevante
procurar confirmar esses mesmos factos e contactar a escola para poder recolher
mais informação, e até, consoante a gravidade da situação, pedir ajuda
psiquiátrica. Tudo isto sem esquecer de valorizar o quão importante foi, pais e
filhos, terem conversado sobre o assunto.
Fonte: Delas
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24 de fevereiro de 2016
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