A perda dos seus documentos ou, até mesmo, um assalto podem deixa-lo nervoso e sem saber o que fazer, no seu país ou no estrangeiro, enquanto se encontra de férias. Saiba como deve agir nestes casos, mantendo sempre a calma.
2 de julho de 2016
Como proceder se lhe roubarem a carteira, em Portugal ou no estrangeiro
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13 de maio de 2016
BULLYING NO EMPREGO, UMA HORRÍVEL TENDÊNCIA EM CRESCIMENTO
Se sempre manteve boas relações com os seus colegas, mas agora
apercebe-se de comentários ou críticas que procuram denegrir e ridicularizar a
sua competência, ou toma consciência de mexericos e insinuações que se propagam
nas suas costas, então poderá estar a ser vítima de bullying no emprego.
O bullying
no emprego, também conhecido por mobbing
ou assédio moral, é um fenómeno social em que colegas de trabalho desencadeiam
uma campanha de terror psicológico tendo geralmente como alvo alguém que é "diferente"
das normas da organização.
Mas, será
que hoje este problema ainda afecta uma franja significativa da população? De
fato, fui alertada para este fenómeno porque constatei que chegavam ao meu
consultório, cada vez com maior frequência, pacientes com problemas
psicológicos motivados por bullying no trabalho. Evidenciavam dificuldades
psicológicas e transtornos psicossociais muito sérios, tais como depressão,
ansiedade generalizada, transtorno obsessivo-compulsivo e stress ocupacional.
Este aumento
crescente de pacientes com este tipo de problemas levou-me a pesquisar por
informação recente sobre este fenómeno. Os últimos dados estatísticos
disponíveis vieram confirmar aquilo que já tinha observado na minha prática
diária de psicologia clínica: existir uma tendência horrível de crescimento de
Bullying no trabalho.
Testemunho de uma paciente
Quando
falamos de uma situação de bullying no emprego, referimo-nos a um processo que
começa por pequenos gestos que, quando repetidos e acumulados, acabam por
funcionar como uma espécie de terrorismo psicológico. Colocar alguém à parte a
desempenhar tarefas mínimas ou numa sala sem nada para fazer é geralmente a
gota de água desse processo. Estas atitudes tornam-se mais evidentes quando
passam a ser directas, tais como insultos verbais, gestos inapropriados ou
agressões físicas.
Apresento-lhe
a seguir o relato de uma paciente que foi vítima de bullying no emprego. Muito
provavelmente, poderá identificar aqui alguns traços comuns com alguma história
que já conhece de um colega ou amigo que também já foi vítima do mesmo
problema.
"Tudo
começou quando decidi fazer uma pós-graduação. Era o passo certo para adquirir
uma especialização e progredir na carreira. Sempre mantive relações cordiais
com os colegas. Só que comecei a aperceber-me da cumplicidade existente entre
um pequeno grupo dentro da equipa que começou a criar um clima de desconfiança
e insegurança. Era como se o meu intuito de progredir na carreira os atacasse,
o que gerou nesse grupo um sentimento de insegurança. O meu próprio chefe
começou a atribuir-me piores condições de trabalho e reduziu o meu horário de
trabalho. Inclusive tentou despedir-me."
Os transtornos psicossociais e dificuldades psicológicas
motivadas pelo Bullying no emprego
A vítima de
bullying no emprego sente-se insegura e esta situação retira-lhe a dignidade e
identidade, bem como provoca danos na sua saúde física e mental. A diminuição
da realização pessoal e profissional culmina com a disposição do trabalhador em
exercer uma auto-avaliação negativa relativamente ao seu trabalho, sentindo-se
infeliz consigo mesmo e insatisfeito quanto ao seu desenvolvimento
profissional. Esta situação de enorme pressão psicológica incapacita-o para
enfrentar as exigências do seu trabalho, gerando assim desconforto, mal-estar e
sofrimento, bem como acaba por desenvolver alterações físicas e emocionais.
Os efeitos
psicológicos identificados como ligados ao bullying no emprego incluem perda de
objectivo, sensação de inutilidade, apatia, passividade, vergonha, resignação,
desespero, depressão e auto-estima negativa. Incluem-se ainda reacções como a
agressividade, irritação excessiva, cansaço constante, neurastenia, fadiga
excessiva, dores musculares, alterações cardíacas, aumento da pressão arterial
e dores de cabeça.
Agora que
sabe o que é o bullying no emprego e quais são os efeitos que pode provocar na sua
saúde mental e bem-estar, e se pensa que está a ser vítima deste problema,
procure ajuda. Um psicólogo clínico poderá ajudá-lo a enfrentar a situação.
Pense que o seu estado emocional actual é temporário e que a recuperação é
possível, independentemente de todas as perdas já sentidas. Através de um
processo de psicoterapia poderá recuperar novamente a sua identidade e
dignidade, e irá ajudá-lo a promover os seus recursos emocionais e cognitivos.
Psicóloga e Psicoterapeuta
Procure aumentar a sua auto-estima, fazer uma formação em
técnicas de autodefesa ajuda-o a descobrir novas potencialidades e o poder que
tem dentro de si.
1 de maio de 2016
Revista CINTURÃO NEGRO (Maio - Abril, 2016)
Revista internacional de Artes Marciais, Desportos de Combate e Defesa Pessoal
CINTURÃO NEGRO - Edição Quinzenal
Abril 2016
Parte 1 - Nº309
Parte 2 - Nº310
Revista
Gratuita Online CINTURÃO NEGRO (Quinzenal)
CINTURÃO NEGRO - Edição Quinzenal
24 de abril de 2016
O TREINO “REAL” EM DEFESA PESSOAL
Na
realidade, nunca se poderá desconsiderar a importância do treino. Através dele,
você está a aproximar-se o mais possível da situação que quer evitar – um
confronto físico. Parece um contra-senso: você expõe-se precisamente à situação
que quer evitar... Mas, na realidade, trata-se de uma "vacina" – através dessa
exposição, obtêm-se "anticorpos", na forma de uma dessensibilização ao stress e
medo inerentes, e uma acumulação de conhecimentos e reflexos cuja aplicação
prática será extremamente útil.
Assim,
quando você realmente se vir nas situações reais para que treinou, a sua
reacção será muito mais estruturada e organizada; de facto, um dos mecanismos
psicológicos humanos é o que nos faz reagir de forma adequada apenas ao que
conhecemos e experimentámos (chamasse acumulação de experiências), de contrário
podemos fazê-lo de forma ineficaz, ou até "congelar", isto é, imobilizarmo-nos
e não fazer nada, como um animal no meio da estrada, sob a luz dos faróis de um carro. E todos sabemos o que lhe acontece depois...
É muito
conveniente possuir experiência de ser assaltado (!!!). É por isso que convém
treinar realisticamente. Claro que, para isso, não vamos expor-nos ao
acontecimento real, mas sim adoptar um treino que nos coloque o mais possível
em situações tão próximas quanto se consiga do acontecimento real.
Todos
conhecemos aqueles "cursos" em que os praticantes treinam ataques e defesas
estilizadas, sempre os mesmos, até ficar muito hábeis em executá-los. Um treino
deste tipo é perigoso, por diversas razões. Em primeiro lugar, porque nos dá
uma falsa confiança: se passamos meses ou anos a treinar, e se conseguimos
executar o que o professor quer de nós, é lógico supor que estamos preparados
para nos "defender". Em segundo, porque nos inculca um comportamento mecânico
que, como não corresponde ao que vamos encontrar na rua, nos coloca em perigo.
A prova
disso é que, quando estamos a "treinar" uma técnica de, por exemplo, defesa
contra um soco da direita e inesperadamente atacamos o adversário com uma
esquerda ou um pontapé, ele fica todo baralhado (e até somos por vezes
recriminados por ele ou pelo "mestre" por estarmos a “fazer batota” ou a "não
dar a devida atenção ao treino"!!!). Na rua não há o conceito de batota – o
adversário fará de certeza TUDO para vencer. Sem regras.
Na
realidade, procederemos como treinamos. Tudo o que fazemos repetidamente
durante o treino nos condiciona, até o executarmos sem pensar. E é aqui que
surge o problema: se o treino é real e sensato, isso é bom; se não, isso é
muito, muito mau. Se treinamos com um professor que acha que o melhor do mundo
é o karaté (ou o judo, ou o aikidô ou o kung-fu, ou etc., etc), com exclusão de
tudo o mais, ou que é partidário de treinar contra situações predeterminadas,
mais tarde ou mais cedo vamos ter problemas.
Não me
interpretem mal – tudo depende do nosso objectivo. Qualquer destas artes
marciais não é má só por si; de facto, qualquer delas constitui um importante
instrumento de condicionamento físico, bem-estar físico e mental e sã
convivência e divertimento. Mas, como são praticadas numa óptica desportiva
(altamente codificadas, com regras de etiqueta, comportamento e segurança), é
isso que fica gravado na nossa memória muscular. E ninguém quer fazer vénias a
um assaltante que nos ataca com os punhos ou uma navalha, ou hesitar em bater
porque está habituado a controlar os seus golpes (para não magoar o parceiro)
ou tentar golpear pontos pouco sensíveis (porque os pontos vitais são proibidos
em competição), pois não?
Talvez até
mais do que o corpo, devemos treinar a mente para reagir de modo adequado,
senão estaremos a fazer o mesmo que outros métodos: aprendendo técnicas para
situações específicas, em vez de aprender princípios que podem ser aplicados a
qualquer situação.
O primeiro
passo para obter o que se quer é fazer a pergunta: o que é que eu quero? Mesmo
antes de considerar os princípios ou valides dum sistema de autodefesa devemos
primeiro responder a esta questão. Qual é o objectivo que eu desejo ao adoptar
este treino? É desta resposta que depende todo o nosso futuro nesta área, e até
o preço que estamos dispostos a pagar por isso.
E a resposta
deve ser: Eu treino defesa pessoal porque desejo aprender a lidar com ataques
físicos potencialmente letais provenientes de uma ou mais pessoas, com o fim de
preservar a minha integridade física e psicológica (e a de outros que
eventualmente me rodeiem).
Se o que
quer é competir dentro das artes marciais, achará certamente muitas artes e
desportos de combate que lhe proporcionarão uma excelente instrução e
apaixonantes competições. Aí poderá, com segurança, comparar a sua habilidade
com a de outros competidores, dentro de regras acordadas internacionalmente e
sob a vigilância de juízes e árbitros.
Mas
compreenda: as técnicas de defesa pessoal não lhe darão nada disto! Igualmente,
as artes marciais desportivas não lhe darão obrigatoriamente segurança na rua.
Claro que pode pensar: Mas será que não posso treinar para competição
desportiva e também para me defender? Infelizmente, a resposta é NÃO!!! A razão
para isto é que... você actua como treina – SEMPRE!!!
Se você
treina num dojo, com regras que lhe dizem uma e outra vez que não deve empregar
mais do que essa força nas técnicas, para manter a segurança perante o
parceiro, e que não pode sequer tentar atingir a sua cabeça, face ou genitais,
esteja certo de que, quando o quiser fazer, o automatismo adquirido durante o
treino irá restringir – e muito – a sua forma de combater, e você irá reagir a
um ataque real, desencadeado por um criminoso, do modo como o faz no ginásio,
restringido pelas regras. E, na rua, isso será fatal. Porque, bem vê, o agressor
não se comportará do mesmo modo: Essas regras só se aplicam a si, porque
treinou desse modo. O seu assaltante não terá restrição alguma!!!
Exemplos? Há
uns anos, nos EUA, foi aberto um inquérito (como é habitual) no prosseguimento
da morte de dois polícias num tiroteio. Durante esta investigação foram
revelados factos muito perturbantes.
A carreira
de tiro onde estes dois agentes faziam há anos a sua prática de tiro ao alvo
era comandada por um oficial altamente competente e muito exigente com os procedimentos
e limpeza das suas instalações. Por isso, e durante o tiro, os praticantes eram
obrigados a, ao abrir o tambor dos revólveres para retirar os cartuchos vazios
e recarregar, despejá-los na mão e guardá-los no bolso.
O problema é
que, numa situação real, os polícias devem vazar os cartuchos no chão enquanto
recarregam as armas, não se importando minimamente onde eles caiem. É mais
rápido. Claro (dirão vocês) que numa situação real estes dois profissionais
altamente treinados ultrapassariam este condicionamento e actuariam de modo
adequado?!
ERRADO!!!
Ambos os mortos tinham nas mãos e nos bolsos cartuchos vazios, exactamente como
lhes tinha sido gravado nas mentes durante o treino!!! Mesmo enfrentando uma
situação real, onde esses segundos extras talvez tivessem significado a
diferença entre a vida e a morte, não se conseguiram subtrair ao
condicionamento sofrido.
É por isto
que você deve ser extremamente cuidadoso no modo como treina fisicamente para
autodefesa. Há um processo de codificação que é “instalado” quando se treina, e
é esse processo que ultrapassa tudo, ultimamente determinando as suas reacções
sob stress. Quando a adrenalina inunda o seu organismo e você praticamente
deixa de pensar (ou pelo menos deixa de pensar normalmente, como o faz quando
calmo), é este condicionamento que prevalece.
Por isso,
tenha cuidado: assegure-se de que está a treinar para as situações que lhe
poderão aparecer na rua, não no ginásio!!! Pela sua saudinha.
Quanto mais
complicada for a situação mais simples deverá ser a técnica empregue, pois
nessas condições o seu cérebro só se lembrará das coisas mais básicas e
primitivas, não das mais sofisticadas.
Na China, vi
uma equipa de kung fu Wu shu (os célebres Monges de Shaolin) treinar o seu
espectáculo. Para os que não sabem, Wu shu é uma arte marcial chinesa que é
apresentada em público, num espectáculo coreografado tão intrincada e
minuciosamente como o Lago dos Cisnes no Bolshoi! As lutas são muito elaboradas
e dá muito trabalho e prática montar um espectáculo convincente.
Tínhamos
sido autorizados pelo Instrutor Chefe (ausente) a assistir ao treino, éramos
ocidentais e os monges (todos adolescentes entre os 13 e os vinte e poucos
anos) estavam excitados e propensos ao “show–off”. Putos são putos em todos os
países do mundo, não é? E então observei uma coisa interessante: de todas as
vezes que alguém queria brincar, tudo o que tinha a fazer era executar um
movimento diferente do habitual, ou fora do seu lugar. Literalmente, você
estava a ver uma cena que juraria ser uma luta mortal entre dois combatentes
superiores; os movimentos evoluíam, rápidos, fluentes, perigosos; de repente um
dos rapazes fazia algo fora do contexto, como dar uma leve bofetada no outro,
ou puxar-lhe o nariz, como nos Três Estarolas. E acabava tudo a rir, fazendo um
intervalo.
Só muito
mais tarde, depois de meses de treino, compreendi que este era exactamente o
processo pelo qual a maior parte das artes marciais e desportos de combate são
ensinados, em especial quando o "ensino" é supostamente de defesa pessoal:
basicamente há alguns padrões que você memoriza para responder a vários ataques
coreografados. Memorize estas respostas a ataques previstos e até poderá
parecer bom. Mas o que vai acontecer quando alguém variar o ataque? A maior
parte dos estudantes congela ou atrapalha-se. Porquê? Porque nunca lhes
ensinaram realmente a lutar.
Basicamente
o que eles aprenderam foi a "dançar" e, enquanto tudo seguir a sua
"rotina", até pode resultar. Mas todos sabemos que as coisas nunca se passam
tal e qual as planeamos.
A luta não
deve ser diferente, quer estejamos num ginásio ou na rua, num combate mortal
com os nossos atacantes. A única diferença é que no ginásio você não mutila ou
mata o seu adversário, se bem que os movimentos sejam os mesmos (apenas a um
ritmo aceitável para o parceiro). Se, pelo contrário, estamos a operar de modo
a memorizar uma dada resposta a um ataque, isso é apenas um movimento de dança,
até um treino de coordenação, mas não uma luta!
Quando não
conhecemos esta diferença podemos facilmente cair na síndrome do
"agora-é-que-é-a-sério": é quando você treina com uma atitude mental de
brincadeira e fronteiras (não faço isso porque também não é preciso
exagerar...) e, ao enfrentar um ataque real iminente hesita, pois o seu cérebro
não consegue aceitar o facto de que "agora aquilo é a sério" – não está
habituado a treinar assim! Como contraste temos o bem treinado lutador que
encara todo o processo como luta e procede: 1º - escolher os alvos; 2º -
atingi-los. A única diferença para ele é que, no primeiro caso (o treino) não
pode usar toda a sua força, no segundo pode. Isto acontece porque este lutador
nunca se vê como "treinando" – está sempre a lutar. Se compreendermos
e praticarmos este conceito estaremos sempre melhor preparados para as exigências de
uma situação de confronto.
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20 de abril de 2016
16 de abril de 2016
COMO COMBATER A AGRESSÃO PSICOLÓGICA NO LOCAL DE TRABALHO
A agressão pode ir desde a violência física e verbal, sendo os mais fáceis de identificar, mas há também comportamentos de hostilidade que, por estarem camuflados ou serem feitos de forma mais subtil, devem ser levados em consideração. Podem ser tentativas de sabotar o seu trabalho que, se forem recorrentes, podem transformar-se em assédio moral e aí pode agir judicialmente.
Deixamos-lhe
aqui algumas dicas para contornar e enfrentar este problema para que não deixe
avançar aquilo que hoje pode ser um insulto para algo como o isolamento. Nunca
se esqueça de uma coisa... empregos há muitos e tem de preservar a sua
auto-estima e ter orgulho em si própria!
Testemunha ─ Recorra a um
colega seu e certifique-se que ele servirá de testemunha. Este terá de assistir
a um episódio e testemunhar a seu favor.
Fazer frente ─ Deve
confrontar o seu agressor e demonstrar que não tem receio dele. Não se rebaixe
ao agir como ele, isto é, não seja agressivo nem "caia" nos mesmos
tipos de argumentos que ele. O que tem de prevalecer é que você não é uma
pessoa fraca, nem saco de pancada para ninguém!
Queixa ─ Determinados
comportamentos não devem passar despercebidos! Se os mesmos acontecem
repetidamente têm de ser comunicados ao seu superior ou, caso o agressor seja o
seu chefe, deverá aguardar por um momento mais calmo e conversar sobre a
situação. Constate que quando foi contratado não especificaram ter de lidar com
este género de comportamento.
Registo ─ Aponte tudo
o que sejam actos de violência desde as horas, o local, colegas que assistiram,
enfim... isto irá dar-lhe noção da gravidade da situação, um padrão, para que
quando tiver de comunicar ou confrontar, saber exactamente como argumentar.
Compartilhar ─ Converse com
alguém que saiba que passou por algo semelhante e aconselhe-se. Não obstante,
converse com amigos e familiares. Não guarde a situação para si porque a longo
prazo irá começar a sofrer de stress, ansiedade e isolamento.
Entidades ─ Procure
ajuda em entidades como sindicatos, ministério do trabalho, entre outros. A
melhor maneira é expor a sua situação e procurar saber e ter conhecimento de
algumas bases legais.
Fonte: Sapolifestyle
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