9 de julho de 2016

STOP BULLYING


"Achas-te o líder da tua turma porque te aplaudem quando humilhas um colega? Alguma vez paraste para pensar como é que  se sente a pessoa que estás a humilhar?"










Programa de Aulas Anti-Bullying

(época 2016/17)

Saiba mais em

965 325 822



3 de julho de 2016

Revista CINTURÃO NEGRO (Agosto, Julho, Junho, 2016)


Revista internacional de Artes Marciais, Desportos de Combate e Defesa Pessoal


CINTURÃO NEGRO - Edição Quinzenal 

 Clique na imagem para  ler online ou fazer download


Agosto 2016




Julho 2016


 (Budo Masters - Extra Roma)



Junho 2016

Parte 1 - Nº313


Parte 2 - Nº314




Revista Gratuita Online CINTURÃO NEGRO (Quinzenal)


Como Lidar com a Agressividade dos Outros


Quase de certeza que todos nós precisamos, ao longo da vida, interagir com pessoas complicadas e muito agressivas. As agressões surgem quando há um conflito no qual alguém sente a necessidade de proteger os seus próprios interesses ou de lutar para conquistar algo. E muitas vezes isso acontece à custa dos outros. Ou seja, é algo muito mais comum do que se pode imaginar.



Sugerimos alguns princípios  que podem ajuda-lo a fazer da sua convivência com gente agressiva algo menos traumático.

Para começar, sabe que está perante uma  pessoa agressiva quando:

● Ela o interrompe ou fala alto demais, não permitindo que você fale. Não aceita o seu ponto de vista, querendo impor-se dessa forma.

● Você sente que o outro está invadindo o seu espaço pessoal.

● A interacção com aquela pessoa, de forma geral, deixa-o tenso.

● Sente-se emocionalmente esgotado e sem energia depois de interagir com ela.

Procure aplicar os cinco princípios a seguir descritos para melhor lidar com a agressividade dos outros.


 1.Mantenha a Calma

● Combater fogo com o fogo só irá piorar as coisas, estimulando assim a agressividade do outro. Tenha em conta alguns procedimentos para manter a calma caso sinta que está a ficar mais tenso e com raiva:

● Respire fundo.

● Beba um pouco de água, mexa no telemóvel ou faça qualquer coisa que reduza a pressão que está sendo criada naquele momento.

● Pense que se irá  arrepender de todas as coisas ditas num estado de descontrolo emocional.


2.Destaque a Irritação do seu interlocutor

Não continue a conversa como se ela não o estivesse a incomodar. Procure fazer com que seu interlocutor veja que está sendo agressivo, mas usando uma afirmação de empatia, em vez de o irritar ainda mais. Evite palavras acusatórias que se refiram directamente ao outro, “você”, “o seu”, “tu” e use frases como estas:

● “Não fique stressado, nós encontraremos uma forma de resolver o assunto”.

● “Você pode falar mais baixo, por favor?”

● “Desculpe, mas posso dizer algo que acho que é importante/que pode ajudar?”

● “Compreendo que isto pode ser stressante/frustrante”.

Se  fizer isso a tempo, ajudará o seu interlocutor agressivo a tomar consciência do que está fazendo. Como resultado, pode fazer com que a pessoa escute com mais atenção aquilo que você diz.


3.Crie Empatia

Coloque-se no lugar do outro e tente entender os motivos que o levam a ter um comportamento tão agressivo. A agressão é uma reacção natural para proteger ou acalmar algo. Tente considerar os seguintes factores:

● O que tem o seu interlocutor a perder? (tempo, dinheiro, amigos e família, status social, reputação, etc.)

● Como se sentiria se estivesse naquela situação?

● Será que existo algo mais na vida dessa pessoa que a deixa tão susceptível e explosiva?


4.Seja Assertivo

Pode parecer contraditório que você deva ser tanto empático quanto assertivo, mas uma coisa não exclui a outra. Entender a postura de outra pessoa não quer dizer que deva permitir que ela seja agressiva.

 ● Controle a sua voz e mantenha-se calmo. Isso irá mostrar a sua confiança e não instigará o seu interlocutor a falar num tom ainda mais forte.

● Defenda a sua posição e não permita que a outra pessoa monopolize a discussão. Expresse a sua opinião.

● Seja respeitoso e peça respeito em troca.

● No caso de o nível de agressão começar a aumentar, responda com mais força e assertividade, para mostrar que sua tolerância está a diminuir.


5.Mantenha o Foco

Se se deixar levar pelas emoções, o assunto em questão acabará por se perder e você pode até acabar por se esquecer de como a discussão começou. Mantenha o foco da conversa em coisas e dados importantes. Assim, irá ajudar o outro a ser razoável. Por exemplo:

● “A única coisa que importa é que...”

● “Daqui a algum tempo, você irá lembrar-se desta situação e rir-se dela”.

● Se conseguir fazer rir o seu interlocutor, isso irá com certeza acalma-lo e ajudará a alterar a sua postura.





2 de julho de 2016

DICA A ADOTAR QUANDO LEVAR OS FILHOS PARA O MEIO DE MULTIDÕES

Seja em parques temáticos, festivais, jardins zoológicos ou na praia, siga esta dica que lhe pode poupar a aflição de estar horas sem saber do seu filho.


O conselho é do Departamento da Polícia de Clovis, na Califórnia, Estados Unidos, mas pode ser-lhe bastante útil.

"Escreva o seu número de telefone no pulso [da sua criança] e passe umas pinceladas de penso rápido líquido" por cima da inscrição para a fixar, recomendam as autoridades locais de Clovis.




O alerta foi feito originalmente através do Facebook - em Setembro do ano passado - e está a ser difundido por milhares de pais e organizações depois da polícia local ter voltado a partilhar o conselho nesta rede social.

O aviso adverte ainda os pais para tirarem uma fotografia aos filhos no dia do evento para que registem visualmente as roupas, corte de cabelo e outros pormenores da criança naquele dia.


10 CONSELHOS PARA IR DE FÉRIAS COM CRIANÇAS (EM SEGURANÇA)


É nos momentos mais inesperados que os acidentes acontecem. Repare sempre nos pormenores, porque fazem a diferença. Certifique-se de que as suas férias são em segurança, seguindo estes conselhos.



1. Não use roupas nem objectos com os nomes das crianças - Isso pode facilitar a vida às pessoas mal-intencionadas. Abordagens como "O teu pai disse para vires comigo, Joana" podem causar confusão na criança e levá-la a cair nas mãos de um predador.

2. Ensine-os a reagir em situações de perigo - Aproveite, por exemplo, a viagem de carro para o seu local de férias para treinar o seu filho para situações de perigo. Ensine a sua criança a não dar informações pessoais a estranhos.

3. Coloque gradeamentos ou vedações à volta da piscina ou lagos - A criança não esbraceja nem grita quando cai à água: afoga-se em silêncio. Não facilite e coloque protecções em portas ou crie barreiras para impossibilitar o acesso a locais onde as crianças se podem afogar. As tragédias acontecem em pouco tempo.

4. Esteja atento a quem está à volta da criança - Os predadores sexuais não são fáceis de identificar. Esteja atento a todos os sinais. Ensine a sua criança a não aceitar qualquer tipo de oferendas, sejam bolos, rebuçados ou brinquedos. Mantenha o contacto visual com os seus filhos/crianças e não os deixe ao cuidado de outras crianças ou de adultos que desconhece.

5. Não facilite nos pequenos trajectos - É nestas ocasiões, que supostamente envolveriam menos preocupação, que uma porta de um carro mal fechada pode provocar um acidente grave. Leve as férias com calma e garanta que está tudo preparado, mesmo para deslocações curtas.

6. Mantenha-se sempre atento na piscina, praia ou rio - Dois segundos é o tempo suficiente para perder de vista uma criança dentro de água. Estipule períodos para ir ao banho com os mais novos, sem descurar das crianças que não querem ir ao mar. Faça uma boa gestão desses períodos, para que todos se divirtam em tranquilidade.

7. Vigie e certifique-se dos aparelhos nos quais o seu filho brinca - Saiba se se destinam à sua idade, se estão licenciados e certificados e se o local apresenta todas as regras de segurança. Não facilite. Não deixe a criança usar fios, colares ou outros acessórios que possam ficar presos nos equipamentos e provocar asfixia.

8. Use cinto de segurança e cadeiras apropriadas - Faça as viagens em segurança máxima com material certificado. Se não tiver sistemas de retenção apropriados para transportar crianças, não o faça (mesmo em distâncias curtas). Utilize os sistemas de retenção obrigatórios e homologados, de acordo com o peso, idade e tamanho da criança. Só assim serão eficazes e confortáveis. Leve água e spray facial para refrescar as crianças e o resto da família durante a viagem.

9. Leve uma caixa de primeiros socorros consigo - Medicamentos para a febre e dores devem acompanhá-lo sempre. Não deixe que o seu filho passe várias horas com febre e dores. Não se esqueça de incluir desinfectante, pensos e gaze no seu kit de emergência.

10. Coloque alarmes em casa e avise as autoridades da sua ausência - São actos menos simples mas que poderão fazer a diferença. As autoridades locais possuem sistemas próprios para registar o seu período de ausência e reforçar a vigilância da sua área de residência.




Fonte:  SapoLifeStyle  


Ver também:




Como proceder se lhe roubarem a carteira, em Portugal ou no estrangeiro

A perda dos seus documentos ou, até mesmo, um assalto podem deixa-lo nervoso e sem saber o que fazer, no seu país ou no estrangeiro, enquanto se encontra de férias. Saiba como deve agir nestes casos, mantendo sempre a calma.



13 de maio de 2016

BULLYING NO EMPREGO, UMA HORRÍVEL TENDÊNCIA EM CRESCIMENTO

Se sempre manteve boas relações com os seus colegas, mas agora apercebe-se de comentários ou críticas que procuram denegrir e ridicularizar a sua competência, ou toma consciência de mexericos e insinuações que se propagam nas suas costas, então poderá estar a ser vítima de bullying no emprego.



O bullying no emprego, também conhecido por mobbing ou assédio moral, é um fenómeno social em que colegas de trabalho desencadeiam uma campanha de terror psicológico tendo geralmente como alvo alguém que é "diferente" das normas da organização.

Mas, será que hoje este problema ainda afecta uma franja significativa da população? De fato, fui alertada para este fenómeno porque constatei que chegavam ao meu consultório, cada vez com maior frequência, pacientes com problemas psicológicos motivados por bullying no trabalho. Evidenciavam dificuldades psicológicas e transtornos psicossociais muito sérios, tais como depressão, ansiedade generalizada, transtorno obsessivo-compulsivo e stress ocupacional.

Este aumento crescente de pacientes com este tipo de problemas levou-me a pesquisar por informação recente sobre este fenómeno. Os últimos dados estatísticos disponíveis vieram confirmar aquilo que já tinha observado na minha prática diária de psicologia clínica: existir uma tendência horrível de crescimento de Bullying no trabalho.


Testemunho de uma paciente

Quando falamos de uma situação de bullying no emprego, referimo-nos a um processo que começa por pequenos gestos que, quando repetidos e acumulados, acabam por funcionar como uma espécie de terrorismo psicológico. Colocar alguém à parte a desempenhar tarefas mínimas ou numa sala sem nada para fazer é geralmente a gota de água desse processo. Estas atitudes tornam-se mais evidentes quando passam a ser directas, tais como insultos verbais, gestos inapropriados ou agressões físicas.

Apresento-lhe a seguir o relato de uma paciente que foi vítima de bullying no emprego. Muito provavelmente, poderá identificar aqui alguns traços comuns com alguma história que já conhece de um colega ou amigo que também já foi vítima do mesmo problema.

"Tudo começou quando decidi fazer uma pós-graduação. Era o passo certo para adquirir uma especialização e progredir na carreira. Sempre mantive relações cordiais com os colegas. Só que comecei a aperceber-me da cumplicidade existente entre um pequeno grupo dentro da equipa que começou a criar um clima de desconfiança e insegurança. Era como se o meu intuito de progredir na carreira os atacasse, o que gerou nesse grupo um sentimento de insegurança. O meu próprio chefe começou a atribuir-me piores condições de trabalho e reduziu o meu horário de trabalho. Inclusive tentou despedir-me."


Os transtornos psicossociais e dificuldades psicológicas motivadas pelo Bullying no emprego

A vítima de bullying no emprego sente-se insegura e esta situação retira-lhe a dignidade e identidade, bem como provoca danos na sua saúde física e mental. A diminuição da realização pessoal e profissional culmina com a disposição do trabalhador em exercer uma auto-avaliação negativa relativamente ao seu trabalho, sentindo-se infeliz consigo mesmo e insatisfeito quanto ao seu desenvolvimento profissional. Esta situação de enorme pressão psicológica incapacita-o para enfrentar as exigências do seu trabalho, gerando assim desconforto, mal-estar e sofrimento, bem como acaba por desenvolver alterações físicas e emocionais.

Os efeitos psicológicos identificados como ligados ao bullying no emprego incluem perda de objectivo, sensação de inutilidade, apatia, passividade, vergonha, resignação, desespero, depressão e auto-estima negativa. Incluem-se ainda reacções como a agressividade, irritação excessiva, cansaço constante, neurastenia, fadiga excessiva, dores musculares, alterações cardíacas, aumento da pressão arterial e dores de cabeça.

Agora que sabe o que é o bullying no emprego e quais são os efeitos que pode provocar na sua saúde mental e bem-estar, e se pensa que está a ser vítima deste problema, procure ajuda. Um psicólogo clínico poderá ajudá-lo a enfrentar a situação. Pense que o seu estado emocional actual é temporário e que a recuperação é possível, independentemente de todas as perdas já sentidas. Através de um processo de psicoterapia poderá recuperar novamente a sua identidade e dignidade, e irá ajudá-lo a promover os seus recursos emocionais e cognitivos.


Psicóloga e Psicoterapeuta


Procure aumentar a sua auto-estima, fazer uma formação em técnicas de autodefesa ajuda-o a descobrir novas potencialidades e o poder que tem dentro de si.