16 de setembro de 2016
Revista CINTURÃO NEGRO (Setembro, 2016)
27 de agosto de 2016
PENSA ANTES DE PARTILHAR
Sempre ouvimos dizer que partilhar é bom. Graças à tecnologia, podemos partilhar as nossas ideias, opiniões, fotos e vídeos com os nossos amigos e com outras pessoas.
Na maioria das vezes, partilhar é bom. No entanto, se não pensarmos bem sobre como partilhamos, corremos o risco de nos prejudicar ou a outras pessoas. Além disso, tem em atenção que o conteúdo que partilhas com os teus amigos pode vir a ser partilhado com outras pessoas. É por isso que é importante pensar antes de partilhar.
É com esta ideia que o site miudossegurosna.net abre um excelente guia, para adolescentes, pais e educadores, o qual pretende alertar para o risco de ser partilhada informação "demasiado pessoal" na internet.
Este é o resultado de um trabalho efectuado no ano passado, em conjunto com o "Centro de segurança Familiar" do Facebook, que todos devem consultar:
Está também disponível uma infografia, no site "miudossegurosna.net", com os dados deste estudo, sobre o comportamento dos nossos jovens online. Ver aqui
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O SEU CHEFE É PROVAVELMENTE UM PSICOPATA
Qual é a linha ténue que separa um psicopata de sucesso, como um político,
de um que perde o controlo e mata pessoas? Vários estudos ao longo dos anos
tentaram traçar essa diferença.
Nem todo os psicopatas são criminosos ou
potenciais "serial killers". Na realidade, algumas das suas características,
como por exemplo ter coragem para enfrentar riscos e serem carismáticos, são as
mesmas que qualquer pessoa num papel de liderança precisa.
A psicopatia não é facilmente definida,
mas a maioria dos psicólogos vê esta condição como um transtorno de
personalidade caracterizada pela habilidade de encantar superficialmente
os outros, aliado a uma profunda desonestidade, falta de culpa e ainda um pouco
de controlo impulsivo.
De acordo com as estimativas, 1%
da população é psicopata, sendo que a maioria pertence ao sexo masculino.
O número, porém, não parece representar
a quantidade total de pessoas com algum nível de psicopatia, já que não é
necessário apresentar todos os sintomas do transtorno para se ser considerado
um psicopata.
O que parece atrapalhar os trabalhos
sobre o assunto é que os investigadores geralmente procuram os psicopatas no
local mais fácil de os encontrar: a prisão.
Até há pouco tempo acreditava-se que
todos eram criminosos. O desafio dos investigadores é, então, encontrar
psicopatas que levam uma vida normal, sem entrar em conflito com a lei.
Charmoso, agressivo
e egoísta
Em 1977, Catherine Widom publicou
um estudo sobre "psicopatas não institucionalizados". Para encontrar esses
indivíduos, a investigadora colocou um anúncio em jornais da cidade de Boston,
nos Estados Unidos.
O anúncio tentava atrair pessoas
"charmosas, agressivas, sem preocupações e que são impulsivamente
irresponsáveis" mas também "que são boas a lidar com pessoas, além de tentar
alcançar os seus próprios interesses".
As pessoas que recrutou exibiam o perfil
de personalidade semelhante ao de psicopatas que já tinham estado presos.
Aliás, dois terços das pessoas que responderam ao anúncio já tinham de facto
estado numa cela.
Então o que manteve um terço destas
pessoas longe das prisões?
Uma pesquisa de Adrian Raine,
da Universidade da Pensilvânia, conduzida na década de 90, ajuda a responder a
essa questão.
O investigador identificou 13 psicopatas
que tinham cometido crimes e 26 que tinham o perfil deste transtorno
psicológico mas que conseguiram fugir à cadeia – os chamados "psicopatas
de sucesso".
Na experiência, cada homem deveria ser
gravado em vídeo a falar sobre os seus defeitos. Raine percebeu que os
considerados "psicopatas de sucesso" tinham um ritmo cardíaco acelerado,
sugerindo ansiedade social.
Ou seja, apesar dessa ansiedade, os
homens mostraram também que conseguiam controlar os seus impulsos nas actividades propostas pelo estudo.
A conclusão foi que quem tem maior
ansiedade social mas, ao mesmo tempo, controlo sobre os seus impulsos consegue
mais facilmente manter-se longe dos problemas com a lei.
O psicopata
de sucesso
Mais recentemente, alguns estudos
mostraram que pessoas com maiores traços psicopatas tendem a ser encontrados
com mais frequência em actividades como a política, negócios, segurança
pública, combate de incêndios, operações especiais militares e desportos de
risco.
A maioria destes psicopatas não exibem
sintomas clássicos, mas não deixam de apresentar esse mesmo transtorno.
É provável que a audácia, carisma,
coragem e resiliência permita que essas pessoas tenham resultados muito
melhores do que o resto da população.
O psicólogo Robert Hare,
especialista canadiano de psicopatia, brinca que o segundo melhor lugar para se
encontrar psicopatas, a seguir às prisões, é na bolsa de valores.
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O QUE AS NOTÍCIAS SOBRE VIOLÊNCIA ESTÃO A FAZER CONNOSCO
A sensação de ansiedade está a crescer cada vez mais num mundo
dominado pelos meios de comunicação. Saiba o que a constante observação destas
notícias causa em nós e como devemos agir.
A exposição
exagerada de notícias violentas através dos meios de comunicação está a
deixar-nos divididos entre ficarmos anestesiados e insensíveis ao tema, ou com
uma ansiedade crescente e num estado quase depressivo causado pela impotência
perante tantos acontecimentos negativos. É indiscutível que os meios de
comunicação de massa tornam o acesso às informações de todas as partes do mundo
praticamente instantâneo, mas como é que lidamos com todas as notícias,
especialmente as sobre violência?
O crime
desperta curiosidade por apresentar uma ameaça. Os meios de comunicação
exploram essa fragilidade humana, estimulando a sensação de insegurança. A
televisão tornou-se um fenómeno em massa, assim como a alta taxa de
criminalidade e, com isto, também cresce a sensação de medo e insegurança. A
curiosidade pelo crime e as suas possíveis consequências acabam por ser uma das
causas de uma nova cultura de violência, que aparece como algo normal e que faz
parte do quotidiano. Tudo aquilo que vemos na televisão acaba por nos
influenciar e ao vermos tantas notícias sobre atentados terroristas,
catástrofes naturais, tiroteios, assaltos, mortes, etc acabamos por nos sentir
cada vez mais inseguros, pois acabamos por ver sempre em maior quantidade
aquilo que se passa de pior no mundo, do que aquilo que se passa de bom.
Um grupo de investigadores
da Universidade de Bradford, em Inglaterra relatou num congresso de psicologia
em 2015 que a exposição a imagens violentas nas redes sociais pode causar
sintomas semelhantes ao transtorno de stress
pós-traumático. Esse transtorno é definido como uma reacção emocional
persistente a um evento traumático que trouxe grande impacto na vida de uma
pessoa. Os pesquisadores da universidade conduziram um estudo com 189
voluntários, que foram expostos a imagens de eventos violentos, como o ataque
de 11 de setembro, tiroteios em escolas e ataques suicidas de homens-bomba.
A análise
mostrou que 22% dos participantes ficaram significativamente impressionados
pelo que viram. O estudo também mostrou que quem consome este tipo de notícias
com mais frequência sofre maior impacto do que aqueles que têm pouco contacto
com essas imagens. Os investigadores também observaram que os participantes
mais extrovertidos ficaram mais impressionados com as notícias.
O que fazer
para não ficar depressivo depois de ver notícias sobre violência?
A psicóloga
e directora do departamento de Transtornos de Ansiedade da Universidade de
Columbia (EUA) Anne Marie Albano sugere diminuir o tempo de exposição aos meios
de comunicação, de forma a equilibrar o mundo real com as informações que são
sensacionalistas. Já Martin Seif, psicólogo especializado em transtornos de
ansiedade, explica que os seres humanos são péssimos a analisar probabilidades
e riscos. Quem tem medo de viajar de avião acaba por se esquecer que este é um
dos meios de transporte mais seguros do mundo, pois o medo é sempre maior do
que a lógica.
Saber que o
mundo é assustador não significa viver com medo. A nossa vida está longe de ser
livre do medo, assim como, livre de perigos e ameaças, porém, não podemos
permitir que o que vemos na televisão ou redes sociais influencie a nossa vida
a ponto de pararmos de viver, a ponto de guardarmos sonhos (como uma viagem)
que gostaríamos de realizar ou de nos impedir de promover uma mudança. Não
devemos nos preocupar com o que ainda não aconteceu, mas procurar sim evitar
situações que possam nos colocar em risco e, até mesmo, nos proteger do perigo.
Tudo, porém, sem permitir que o medo e a insegurança tome conta de nosso ser e
do que somos.
Há que
proteger também as crianças deste fenómeno, porque as crianças sentem medo,
como um efeito imediato muito frequente, causado pela apresentação da violência
nos meios de informação. O mesmo se passa com a violência verbal. Os barulhos
violentos, quer sejam ou não acompanhados de imagens violentas, podem provocar
um choque nervoso. A maneira de apresentar a violência (cena realista, grandes
planos), o facto de se desencadear num contexto conhecido pela criança ou em
condições inesperadas aumentam o risco de traumatismo (fadiga psíquica,
nervosa, pesadelos e insónia). Poderá também ter efeitos a longo prazo. Há
tantas razões para nos preocuparmos com as crianças que não ficam assustadas
com a violência como as que ficam.
A prevalência da
violência na sociedade é um problema complexo que não será resolvido
facilmente. Investigadores referem constantemente que a violência nos media é
apenas uma manifestação do grande fascínio da sociedade pela violência.
Contudo, a violência nos media não é apenas um reflexo da violência na
sociedade, é também um contributo.
Fonte: MustStrazzera
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24 de agosto de 2016
COMO REAGIR PERANTE ALGUÉM TEMPERAMENTAL
Todos nós face a algumas adversidades e acontecimentos diários
temos momentos um pouco mais temperamentais e até agressivos. No entanto, há
pessoas cujo padrão de vida é este... uma irritação constante, o ato de estar
sempre à defesa porque acham que estão sempre a ser 'atacados', entre outros.
A agressão
verbal surge quando há um conflito, no qual alguém sente a necessidade de
proteger os seus próprios interesses ou de conquistar algo mais. Não obstante,
há igualmente situações mal resolvidas que, num temperamento mais forte, fazem
despoletar alguma irritação e agressividade.
Os motivos
para que alguém seja agressivo com os outros podem ser vários... alguém
extremamente orgulhoso que se acha melhor que os outros, alguém munido de um
temperamento mais explosivo e que ainda não aprendeu a controlar e a moderar a
sua forma de expressar as emoções, há aqueles que gostam de ter sempre razão e
provar que são bons em tudo, pessoas inseguras que muitas das vezes não sabem
que o são, etc... Na página seguinte deixamos-lhe algumas dicas para que
aprenda a lidar com as pessoas com este género de temperamento para que assim
também evite entrar numa situação de stress e tensão. Nada como uma abordagem
sábia para que o agressivo se sinta compreendido e encorajado a discutir algo
com calma e razão.
• Não coloque mais lenha na fogueira! Se a ideia é tentar acalmar
a pessoa e não avançar com a situação, não argumente nem contra-ataque.
Argumentar é refutar pontos fracos do discurso do outro e rebater o mesmo, por
isso abstenha-se;
• Nunca diga a frase 'Tenha calma!' no calor de uma discussão;
• Mantenha um olhar directo e uma expressão firme mostrando que
está atento ao que se está a dizer. Não revire os olhos ou demonstre que está a
ficar desinteressado e impaciente. Deverá expressar gestualmente e verbalmente
que está atento. Na senda, deverá manter seu tom de voz calmo e mais baixo do
que o habitual. Isto tende a que o outro comece a baixar o seu tom;
• Pode questionar a pessoa e tentar clarificar o assunto, mas de
forma compreensiva. Por exemplo, perguntar o que se passou, tentar perceber o
porquê da agressividade, etc... ter noção que se demonstrar que está interessado
em ouvir isto pode acalmar a outra parte. Não obstante, deve parafrasear e
resumir o que lhe foi dito;
• Tente esmiuçar o discurso e tente encontrar coisas que a pessoa
até possa ter razão. Fale destas e tente empatizar com os sentimentos alheios,
bastando para isso dizer que percebe o porquê de determinado comportamento e
que imagina como a pessoa se deve ter sentido.
• Dê uma visão mais alargada da questão, isto é, pergunte se a
pessoa quer ouvir o que tem para dizer. Muitas das vezes há factos que podem não
ter vindo ao de cima;
• Questione e peça sugestões sobre o que a pessoa acha que
ajudaria a melhorar a situação em questão;
• Se a situação estiver incontrolável, insustentável e desgastante
para si coloque limites ou um género de intervalo, por exemplo “É melhor
continuarmos amanhã quando você estiver mais calmo”, “Se continuares a falar
alto eu vou-me embora”, “Estou disposto a conversar quando tu te acalmares e
quiseres conversar calmamente e racionalmente” e saia.
Fonte: MustStrazzera
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13 de agosto de 2016
Facebook − Eis o que deve apagar já da sua página
Cinco coisas
que podem fazer toda a diferença no seu perfil
O Facebook
sabe muito sobre todos nós, mas a verdade é que é preciso ter cuidado com as
informações que disponibilizamos nesta rede social – na realidade nunca sabemos
exactamente quem é que está do outro lado e o que poderão fazer com o que lá
colocamos.
Por isso
mesmo, o site do jornal Independent decidiu fazer uma lista com algumas das
informações que deve retirar imediatamente da sua página no Facebook, de forma
a manter-se (um pouco) mais seguro na Internet.
1 – Os seus interesses. A verdade é
que os mostrar a todos os sítios que costuma frequentar, os filmes que gosta de
ver e o país que quer visitar não é uma boa ideia… Pode ocultá-los por
completo ou fazer com que apenas alguns amigos vejam.
2 – A sua data de nascimento.
Sabia que, através da sua data de nascimento, é mais fácil chegar a informações
como o número da sua conta bancária ou outras contas pessoais? É verdade que a
divulgação do aniversário é uma ‘tradição’ no Facebook (todos gostamos de ler
as mensagens que nos deixam no mural), mas é melhor prevenir do que remediar…
3 – A sua morada. Não iria
dar a sua morada a um estranho, mas a verdade é que, mesmo sem saber, pode
estar a divulgá-la nesta rede social. Por exemplo, basta colocá-la num evento
do Facebook para que se torne visível a muitas pessoas. Há até quem a divulgue
nas informações básicas na página pessoal. Se não quer que lhe apareça um
estranho à porta, retire-a da sua página imediatamente.
4 – Onde trabalha e/ou onde estuda. Não vale a pena elaborar, basta ler o ponto anterior.
5 – Imagens e publicações… constrangedoras. O Facebook mudou muito nos últimos anos. E o leitor também.
Lembra-se daquela foto tirada nas férias de 2005? Se não quer que o seu chefe
ou os seus novos amigos a comentem, é melhor apagá-la…
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6 de agosto de 2016
ANTES DE ABRIR VERIFIQUE QUEM É!!!
A nossa casa é o local onde mais queremos estar confortáveis e
descansados de possíveis furtos ou roubos. Desta forma a Guarda Nacional República deixa-lhe alguns
conselhos importantes:
- Deixe as portas e janelas fechadas sempre quando sair.
- Coloque um óculo e uma corrente de segurança na sua porta.
- Não deixe entrar pessoas suspeitas ou desconhecidas, sem ter a
certeza de quem são.
- Tenha sempre à mão os números de telefone para poder comunicar
com alguém, principalmente com a GNR ou Polícia.
- Quando se ausentar de sua casa, por vários dias, informe a força
da GNR ou outra Autoridade Policial da sua zona.
- Não deixe escritos na porta, janela ou caixa do correio, que
indiquem a sua ausência.
- Não deixa acumular correspondência na caixa do correio e coloque
na mesma uma fechadura segura.
Para moradores em Nova Residência:
Antes de pensar em instalar-se numa nova residência, procure
verificar as seguintes medidas de Segurança:
- Se existe iluminação adequada no prédio ou vivenda que pretende
e nas áreas circundantes;
- Se as garagens têm protecção adequada e com sistemas de abertura
de portas com controlo à distância;
- Se a sua nova residência esta equipada com sistemas de detecção
de incêndios;
- Procure informar-se sobre o local e sobre a vizinhança;
- Quando se instalar numa nova residência que já tenha tido outros
moradores, mude as fechaduras;
- Guarde num local seguro todas as cópias das chaves da sua
residência;
- Mande instalar nas portas exteriores correntes de segurança;
- Procure conhecer todos os seus vizinhos e coopere com eles em
todos os aspectos de segurança comuns do prédio;
- Inclua na sua agenda telefónica contactos úteis, como dos
Bombeiros, dos Serviços de Emergência Médica e das Forças de Segurança da sua
área de residência de modo a contactá-los rapidamente em qualquer situação de
urgência.
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