13 de maio de 2017

Bullying: Guia de Sobrevivência (Aija Mayrock)


Vários estudos indicam que em Portugal um em cada cinco adolescentes, entre os 13 e os 15 anos, já se envolveu em episódios de bullying, verificando ainda a subida significativa do cyberbullying com recurso às redes sociais e aos telemóveis. O bullying pode ter consequências devastadoras tanto a nível físico, como psicológico. Afeta o desenvolvimento psicossocial dos jovens, quer das vítimas, quer dos próprios agressores, por isso é importante sensibilizar a sociedade para este tipo de comportamento.



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Com prefácio de Diogo Valente, mais conhecido por D8 (finalista do programa Fator X), o livro "Bullying: Guia de Sobrevivência", de Aija Mayrock, vítima de bullying durante muitos anos, traz conselhos, dicas e testemunhos que vão ajudar não só a vítimas, mas como os pais a lidarem com esta situação.

AijaMayrock, uma adolescente como tu, vítima de bullying como tu, escreveu este livro onde explica de forma clara todas as faces do problema: o cyberbullying, os confrontos nas salas de aula, os insultos nas aulas de Educação Física, as falsas amizades, a solidão, a falta de autoestima, o medo.

A autora expõe corajosamente todos os sentimentos por que passou enquanto vítima de bullying, sem vergonha e sem medo. Dá-te dicas e truques de sobrevivência, conselhos sobre como lidar com o medo, como falares com os teus pais e professores, como podes voltar a gostar de ti como és, sem teres de mudar. Mas, sobretudo, faz-te perceber como tens andado a pensar de forma errada.   

Aija é convidada frequente em programas de televisão, revistas, eventos, e dedica boa parte da sua vida à luta contra o bullying, divulgando o seu livro, a sua história e ajudando milhões de jovens, como tu, em todo o mundo.




"Sei o que é odiarem-nos sem razão, isolarem-nos sem explicação, sentirmo-nos sozinhos. Por isso, vou tentar ajudar-te. Vou contar-te parte da minha história e como ultrapassei as dificuldades. Mas não vou perder muito tempo com o que me fez cair, porque não tem tanta importância quanto o que me fez voltar a levantar." - Aija Mayrock




EDITORA: booksmile


Revista CINTURÃO NEGRO (Junho, Maio, Abril, 2017)

Revista internacional de Artes Marciais, Desportos de Combate e Defesa Pessoal

CINTURÃO NEGRO - Edição Quinzenal

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Junho 2017 - Nº 337 - 338






Maio 2017 - Nº 335 - 336




Abril 2017 - Nº 333 - 334







           
Revista Gratuita Online CINTURÃO NEGRO (Quinzenal)


1 de maio de 2017

Bullying - Proteja os seus filhos através da Linguagem Corporal


Sabemos que os agressores escolhem as vítimas de bullying de uma forma inconsciente através da linguagem corporal e outros sinais não-verbais.



1. Os agressores escolhem aquelas crianças que parecem ser um "alvo fácil", impotentes, inseguras, indefesas ou com falta de confiança porque querem ter a certeza que não vão ter resistência por parte da vítima. O cérebro dos agressores avalia todas estas características de "não ameaça" dos seus filhos, pela postura, olhar, expressões, posição das mãos e pela forma como interagem com o grupo.



2. Postura: Incentive o seu filho a ter uma boa postura, isso demonstrará segurança. Caminhar num ritmo constante não demasiado rápido ou demasiado lento, costas direitas, ombros para trás, queixo na horizontal e evitar posturas fechadas (braços cruzados e agarrar livros à frente do peito).



3. Olhar: Ensine os seus filhos a olhar olhos nos olhos. O excesso de contacto ocular é visto como desafio e a ausência de contacto ocular visto como insegurança, ambos incentivam o ataque. Mas por regra, o mais adequado é olhar nos olhos de outra criança por uns segundos (5, 6 segundos) e desviar 1 segundo.



4. Mãos: Os seus filhos não devem esconder as mãos. Incentive-os a caminhar com as mãos fora dos bolsos e balançando ligeiramente ao lado do corpo.



5. Ao interagir com crianças mais agressivas devem virar as palmas das mãos para baixo para demonstrar mais autoridade e menos receio.



6. Identificar crianças com tendências de comportamento agressivo: Crianças que tenham por hábito estar com os punhos fechados, queixo muito levantado, expressões de raiva constantemente, falam mais alto que o normal, gozam e desafiam os professores, não respeitam as instruções dos funcionários da escola, são normalmente crianças com comportamento agressivas com mais tendência a fazer Bullying.



7. Acessórios: A maioria dos agressores vê a vida como injusta e quando os seus filhos demonstram sinais de riqueza, alimentam a raiva deles. Se os seus filhos estão a aprender a lidar com os agressores devem numa fase inicial evitar acessórios não essenciais à prática escolar (Consolas de Jogos, telemóveis, malas, colares, maquilhagem,…)



8. Social: As crianças que andam em grupos de 2 ou mais, estão mais protegidas da escolha dos agressores. Encoraje os seus filhos a fazer amizades e a andar em grupo.



9. Aplicar a regra O.S.M. –Olhar nos olhos, Sorrir muito e as Mãos sempre visíveis.








Fonte: Alexandre Monteiro (Especialista em Linguagem Corporal)


1 de abril de 2017

AppVD: Uma Aplicação para Telemóvel Contra a Violência Doméstica



A AppVD é uma aplicação para telemóvel que ajuda a proteger e disponibiliza informação a vítimas de violência doméstica.


A aplicação pode ser descarregada gratuitamente Loja da Apple ou no Google Play.



A AppVD é uma aplicação para telemóvel que permite pedir ajuda e encontrar recursos de apoio a vítimas de violência doméstica.

Com esta aplicação é possível ficar a conhecer os serviços que estão disponíveis e mais próximos, fazer uma denúncia, pedir informações ou encontrar entidades que podem prestar apoio jurídico e/ ou fazer acompanhamento a vítimas de violência doméstica.

A APPoio Contra a Violência Doméstica (AppVD), é mais uma medida do Simplex +, desenvolvida pela CIG – Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, e tem como objetivo facilitar o acesso à informação a qualquer cidadão e cidadã aos contactos e recursos que integram a rede nacional de apoio a vítimas de violência doméstica.


Como funciona a AppVD – APPoio Contra a Violência Doméstica?


A aplicação permite ficar a conhecer os serviços e recursos que estão disponíveis e mais próximos, bem como os contactos necessários para fazer uma denúncia, pedir uma informação ou encontrar entidades que podem prestar apoio a vítimas de violência doméstica.

A utilização da aplicação é muito simples e gratuita. 

Através da AppVD é possível escolher um distrito e selecionar o tipo de resposta ou recursos que procura e que estão mais próximos atendendo à sua localização: Hospitais, serviços locais de Segurança Social, Câmaras Municipais, Estruturas de Apoio à Vítima, Forças de Segurança, etc.

Podem ainda ser enviadas mensagens electrónicas ou feitas chamadas telefónicas para as instituições directamente a partir da aplicação.



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18 de março de 2017

Programa de ajuda à localização de adultos

PROGRAMA ESTOU AQUI ADULTOS!

O "Estou Aqui" foi inicialmente desenhado para crianças, mas depois foi alargado a adultos, numa fase piloto limitada à zona de Lisboa que agora é alargada a todo o país.



O objetivo é ajudar a localizar pessoas perdidas ou desorientadas, uma iniciativa que junta a PSP e a Fundação PT e que agora junta também Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Alzheimer Portugal, Fundação Liga, CRINABEL e CERCILISBOA.

As crianças foram o primeiro público alvo do programa, mas as necessidades reveladas pelo público sénior ditaram a criação de um piloto que foi lançado em dezembro de 2015 e que abrangeu 500 pessoas. Com a prova de conceito feita a iniciativa alarga-se agora a todo o país, de forma simples.

Para aderir basta fazer a pré-inscrição no site e levantar a pulseira na esquadra selecionada. Há a possibilidade de ser o próprio adulto a solicitar o dispositivo, ou um cuidador, que pode ser também uma instituição de quem esteja a cargo.

As pulseiras são gratuitas e não existe nenhum dado de identificação do utilizador, o que ajuda a proteger a sua privacidade. Cada pulseira tem uma fita em tom neutro e uma chapa metálica com um código alfanumérico, que é único para cada utilizador e que pode ser descodificado pela PSP na sequência de uma chamada para o número de emergência 112.






www.autodefesa.pt


11 de fevereiro de 2017

REGRAS BÁSICAS DE SEGURANÇA PARA AS CRIANÇAS

Quando o tema é a protecção dos filhos, ninguém poupa a esforços para garantir a segurança dos seus bens mais preciosos. Mas, como podemos proteger os nossos filhos sem os sufocar?


É necessário dar liberdade suficiente à criança para que ela se possa desenvolver emocionalmente para que venha a ser um adulto autónomo e capaz. Não queremos criar crianças totalmente desconfiadas, inseguras e medrosas e, por isso, este assunto deve ser abordado com calma e sem exageros. O principal ponto a ter e mente quando se fala com a criança sobre este perigo é basear a conversa no amor, no carinho, no cuidado, no conhecimento, e não no medo. É essencial explicar que o corpo da criança é só dela e que ninguém tem o direito de mexer nele. Ensine-lhe os nomes das diferentes partes do corpo e distinga também que partes são públicas e quais são íntimas.

Fale-lhes também dos potenciais perigos, responda às suas questões e esclareça potenciais dúvidas que vão surgindo. É importante que as crianças sintam que podem falar consigo sobre qualquer coisa, sem ter vergonha. Se a criança se sentir em segurança, a confiança em si irá aumentar e, caso haja algum problema, o canal de comunicação entre pais e filhos estará a funcionar correctamente.

Uma das regras mais básicas é ensinar as crianças a não confiar em estranhos, dê-lhes confiança e segurança nelas próprias para que saibam dizer “não” quando se sentem desconfortáveis com uma pessoa ou situação, reconhecendo os limites. Porém, sabemos pelos números que, na maioria dos casos, o agressor é uma pessoa conhecida e próxima da criança. Saiba com quem deixa os seus filhos e, se a criança disser que não gosta de alguém com quem estejam regularmente, tente descobrir o motivo. Preste atenção ao seu estado de espírito e veja se, quando a criança volta de uma situação com adultos se lhe conta com desenvoltura o que fizeram, o que a criança gostou, etc. Fique atento a comportamentos estranhos na criança, tal como mudanças para atitudes mais agressivas, depressivas, se a criança se isola, se evita determinada pessoa ou ambiente ou, mais visíveis, se tem marcas de agressão no corpo. Estes sinais podem ser reveladores de situações de abuso.

Para além destes cuidados a ter no dia a dia, é necessário que a criança compreenda que os perigos não estão só na rua e que a internet pode, na maioria das vezes ser o principal canal de contacto dos abusadores. Ensine o seu filho a usar a internet e estabeleça horários e regras de utilização do computador. Explique-lhes a importância de saber o que podem e o que não devem partilhar nas redes sociais. Colocar o computador num lugar comum da casa, como a sala, pode ser uma boa solução para que fique mais atento aos sites que as crianças visitam. Estes são apenas alguns conselhos que deve seguir de forma a educar a criança de forma a que esta saiba identificar situações de risco. Há que ter em mente que acreditar no seu filho se ele se queixar que está a ser vitima de abusos é muito importante. Oiça-o e faça-o sentir-se me segurança e que não deve ter vergonha. Depois, deve denunciar à policia o sucedido.

É essencial que, se souber ou suspeita de algum caso de abusos sexuais ou crimes deste tipo na internet  denuncie o caso de imediato!





4 de fevereiro de 2017

Revista CINTURÃO NEGRO (Janeiro, Fevereiro, Março 2017)


Revista internacional de Artes Marciais, Desportos de Combate e Defesa Pessoal

CINTURÃO NEGRO - Edição Quinzenal

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Janeiro 2017 - Nº 327 - 328

                

      


Fevereiro 2017 - Nº 329 - 330




Março 2017 - Nº 331 - 332





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