20 de abril de 2018
9 de março de 2018
Dez passos para identificar um perfil falso numa rede social
Acabou de
receber um pedido de amizade numa rede social e o nome do perfil é-lhe
familiar? "Boas notícias, poderá não ser um perfil falso. Mas tenha o
cuidado de analisar o perfil." O conselho é da investigadora Luzia Pinheiro, da Universidade do Minho, que
reuniu dez passos para identificar um perfil falso numa rede social.
1. O nome da pessoa diz-lhe alguma coisa? Se não, desconfie.
2. Analise a foto de perfil. Se não tiver foto, é sempre de
desconfiar.
3. Pesquise a imagem no Google. Descarregue a foto para o seu
computador e faça uma pesquisa. Analise os resultados.
4. Têm amigos em comum? Se não tiverem, é sinal para ter
cuidado.
5. Verifique em que ano o perfil foi criado. É recente? A
probabilidade de ser falso é alta.
6. Verifique a quantidade de publicações. Muitas? É possível que
não seja falso.
7. Verifique o conteúdo das publicações. As partilhas
parecem-lhe normais? Ou são "estranhas".
8. Analise os amigos desse perfil. São maioritariamente do mesmo
sexo? Cuidado.
9. Comportamentos de risco. Desconfie se insistir consigo para
ligar a webcam… Se for evasivo ou não responder às suas perguntas.
10. Analise de novo o perfil no seu geral. Por esta, altura já
deve ter chegado à sua conclusão. Na dúvida, não aceite o pedido.
Luzia Pinheiro (Investigadora no CECS Universidade do Minho)
4 de março de 2018
Revista CINTURÃO NEGRO (Janeiro a Junho, 2018)
Revista internacional de Artes Marciais, Desportos de Combate e Defesa Pessoal
CINTURÃO NEGRO - Edição Quinzenal
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Junho 2018
Maio 2018
Abril 2018
Fevereiro 2018
Janeiro 2018
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19 de janeiro de 2018
PLANO PARA UMA VIOLAÇÃO EM GRUPO DESCOBERTO A TEMPO
A sentença
do caso La Manada tarda em sair e Espanha já treme com a notícia de mais uma
violação em grupo, desta vez denunciada antes que ocorresse.
Um número ainda
por identificar de jovens, todos alunos da Universidad Castilla La Mancha,
planeavam violar uma rapariga da mesma Universidade num grupo da rede Watsapp
chamado Violadores Fitness. A aluna teve acesso a este grupo onde viu
fotografias que ela colocara noutra rede social e também frases como “Qual é a
nossa tarefa?” “Violar, violar, violar”.
No diálogo
mantido entre os membros deste grupo há referência à Burundanga, como é
conhecida em Espanha a droga da violação à base de escolpolamina, ao grupo de
San Firmines e ao estado da vítima depois da violação planeada: “rebentar-lhe a
vagina” e “deixá-la meio morta dando espasmos”, de acordo com o jornal ElEspañol.
Foi a
potencial vítima que denunciou o caso nas redes sociais e depois à polícia. A
Polícia Nacional já está a investigar o caso, enquanto a Universidad Castilla La Mancha organizou esta sexta-feira uma concentração de repúdio pelo
comportamento criminoso destes alunos.
18 de janeiro de 2018
OS 16 MELHORES LUGARES PARA AS MULHERES VIAJAREM SOZINHAS (e com segurança).
A Travel+Leisure analisou os destinos de viagem em termos de segurança e acessibilidade e elegeu os 16 melhores locais para as mulheres viajarem sozinhas. Venha descobrir quais são!
1. Barcelona, Espanha. – Barcelona é uma cidade onde se pode caminhar com facilidade e onde é muito fácil orientar-nos. Com imensos museus, edifícios emblemáticos, lojas e praia, vais ser muito difícil para uma viajante sozinha aborrecer-se.
2. Seattle, Estados Unidos. – Com uma forte cultura de café, é muito comum ir tomar um copo ou jantar sozinha em Seattle. A cidade tem também um centro muito compacto, sendo fácil visitar tudo a pé.
3. Munique, Alemanha. – Os alemães da Bavária são muito hospitaleiros e aqui não se vai sentir sozinha. É muito fácil misturar-se com os locais: basta pedir uma cerveja num dos muitos biergarten ou perder-se nos mercados de Natal.
4. Dubrovnik, Croácia. – Com uma baixa taxa de criminalidade e com o turismo em crescimento, esta é uma cidade apetecível para as mulheres viajantes. Perca-se na muralha de 2 km ou entre nas lojas mais tradicionais. Há também uma praia bem perto do centro histórico onde poderá desfrutar do Mar Mediterrâneo.
5. Austin, Estados Unidos. – Esta cidade texana tem-se tornado cada vez mais popular e é um ótimo lugar para conhecer novas pessoas, principalmente num dos vários festivais da cidade.
6. Salzburgo, Áustria. – A cidade natal de Mozart é convidativa e encantadora. É possível explorar esta cidade a pé, passando pelos jardins Mirabell e pela catedral Nonnberg. O maior biergarten fica no Augustiner Brau.
7. Taipei, Taiwan. – A capital de Taiwan mistura o tradicional com a modernidade, tendo a azáfama das cidades asiáticas, mas os confortos ocidentais. As ruas estão sinalizadas em inglês e apesar da taxa de criminalidade ser baixa, existe uma "zona de segurança" com video-vigilância no metro onde as mulheres podem aguardar.
8. Saba, Caribe. – Esta ilha caribenha pertence à Holanda e é um pequeno paraíso desconhecido. A pequena população é bastante hospitaleira e o local é bastante seguro para uma aventura a solo. Um local ideal para fazer trekking e scuba diving.
9. Okinawa, Japão. – A ilha de Okinawa é um gigante resort japonês. Aqui, as temperaturas e as praias tropicais juntam-se à segurança japonesa. Além das praias, na capital Naha vai encontrar várias atividades culturais para a manter ocupada.
10. Copenhaga, Dinamarca. – Esta é mais uma cidade que é possível percorrer a pé ou de bicicleta. Além de um elevado nível de segurança, esta é uma cidade que é escolhida por muitos viajantes a solo, que passeiam pela cidade sozinhos. Não se vai sentir estranha.
11. Melbourne, Austrália. – Esta é uma das cidades onde a qualidade de vida é superior. As temperaturas mediterrâneas, a proximidade à praia e as várias atrações tornam-na uma cidade simples e fácil para viajantes a solo.
12. Estocolmo, Suécia. – Estocolmo associa um centro histórico pitoresco virado para as águas do Mar Báltico com os restaurantes, lojas e cafés mais modernos. E é uma cidade muito convidativa para viajantes a solo.
13. Geirangerfjord, Noruega. – Na Noruega encontram-se alguns dos fiordes mais belos do mundo. Localizados junto à costa, tratam-se de grandes entradas do mar entre altas montanhas rochosas. A beleza natural é fantástica e é um dos locais mais seguros (e acessíveis com vários percursos sinalizados e transportes) para uma viajante sozinha se aventurar no trekking.
14. Washington D.C., Estados Unidos. – Com uma enorme oferta cultural num centro compacto, Wasshington D.C. é ideal para uma viajante a solo. Percorra o National Mall e os seus números museus e memoriais para uma viagem pela história norte-americana.
15. Islândia. – Cada vez mais explorado em termos de turismo, neste país encontram-se muitas viajantes a solo, quer seja na capital, ou num dos percursos de trekking. Não é de admirar, já que este país ocupa o primeiro lugar no índice da Paz (Institute for Economics and Peace) e na Igualdade de Género (World Economic Forum).
16. Londres, Reino Unido. – A grande metrópole britânica não intimida as viajantes a solo. Com enorme oferta cultural (onde grande parte dos museus são gratuitos) e muitos mercados de rua para explorar, não se vai sentir sozinha aqui. Existe também uma forte cultura de pub, onde é muito comum cada um desfrutar a sua cerveja sozinho.
E agora 10 regras de segurança para não ter problemas…
1. Segurança
é também uma viagem bem planeada. Pesquise bem sobre o destino, lugares de
risco, o que deve ser evitado, particularidades. Cada cidade possui as suas
especificidades. Desvende antes de colocar o pé na estrada!
2.
Experiências na Web. A internet tem sido considerada uma grande aliada para planear
viagem. Leia os blogs de viagens e descubra sobre as experiências de outras
pessoas. Há sempre algo que pode ser acrescentado.
3. Escolha o
alojamento cuidadosamente. Boa localização (bairros mais seguros). Albergues
são a melhor opção para interagir com outros viajantes sozinhos. Verifique
aqueles filiados ao Hostelling International para a sua segurança.
4. Cuidado
com o transporte para o hotel. Informe-se sobre o tempo e o custo aproximado do
transporte do aeroporto (ou rodoviária) até o seu local de hospedagem. Existem
muitos taxistas que adoram dar “voltinhas” com o turista ou cobrar mais caro em
vários lugares do mundo. Se possível negocie o preço antes de entrar no
transporte.
5. Não
pareça um turista o tempo todo. Não fique exibindo a câmara fotográfica (tire
foto e guarde rapidamente), não vista camisas turísticas, não ande com guias
nas mãos o tempo todo. Dependendo do destino, isso chama atenção e pode deixar
a pessoa vulnerável. Precisa de ver algo no guia? Entre dentro de uma loja, um
café, por exemplo.
6. Verifique
horários, transportes e prestação de serviços. Antes de colocar o pé para a
fora do seu lugar de hospedagem, tenha essas informações. Sem falar que locais
de prestações de serviços oficiais (guias, hotéis) podem ser mais seguros. Mais
segurança = mais informação.
7. Confie,
desconfiando. Uma viagem sozinha é uma excelente oportunidade para conhecer
pessoas, trocar ideias, mas ninguém precisa partilhar tudo com quem acabou de
conhecer. Quem você acabou de conhecer não é o seu melhor amigo.
8. Descubra o contato da policia/esquadra do turista de destino, coloque
cadeados nas malas, use uma bolsa anti-roubo para pôr dinheiro ou cartões e
“turistar”. Certifique-se quais as medidas que devem ser tomadas em caso de
perda/roubo do cartão de crédito ou outros valores (antes da viagem). Tenha
cuidado com os seus pertences.
9. Tenha uma
visão sobre os aspectos sociais do destino. Ninguém está dizendo que é preciso
ser um cientista social para “turistar” com segurança, mas pode ser crucial
recolher algumas informações para conhecer mais sobre a segurança do local.
10. Confie na
sua intuição e bom senso (seja sobre alguém ou algum lugar)! Você está por sua
conta e risco!
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ASSÉDIO SEXUAL NO EMPREGO. OS SINAIS A QUE DEVE ESTAR ATENTO.
Considera
que está a ser vítima de assédio sexual no local de trabalho mas não tem a
certeza? Eis o que precisa de saber para identificar este tipo de assédio e
agir adequadamente.
De acordo
com o guia informativo "Prevenção e combate de situações de assédio no local de trabalho: um instrumento de apoio à autorregulação", elaborado
pela Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) o primeiro passo
passa para perceber, de forma clara, os elementos que constituem o assédio. Eis
o que precisa de saber:
- O assédio é um processo, não é um
fenómeno ou um facto isolado, por mais grave que este possa ser (pode até ser
crime se for um ato isolado mas não é uma situação de assédio), pressupondo
sempre um conjunto mais ou menos encadeado de atos e condutas, que ocorrem de
forma reiterada;
- Tem por objetivo atingir a dignidade da vítima e a deterioração
da sua integridade moral e física, que pode, eventualmente, conduzir à
diminuição da sua capacidade de resistência relativamente a algo que não
deseja, levando-a a ceder;
-É um aproveitamento da debilidade ou fragilidade da vítima
ou da sua posição profissional hierarquicamente inferior ou da precariedade do
respetivo vínculo laboral e da necessidade da manutenção deste para conseguir
garantir a subsistência;
- Pode existir a intenção do agressor em se livrar da vítima, resultante de um comportamento
sistemático.
ATOS E COMPORTAMENTOS SUSCETÍVEIS DE SEREM CLASSIFICADOS COMO
ASSÉDIO SEXUAL NO TRABALHO:
- Repetir sistematicamente observações sugestivas, piadas ou comentários sobre a aparência ou condição
sexual;
- Enviar reiteradamente desenhos animados, desenhos, fotografias ou imagens de Internet,
indesejados e de teor sexual;
- Realizar telefonemas, enviar
cartas, sms ou e-mails indesejados, de caráter sexual;
- Promover o contacto físico intencional e não solicitado, ou excessivo ou provocar abordagens físicas
desnecessárias;
- Enviar convites persistentes para
participação em programas sociais ou lúdicos, quando a pessoa visada deixou
claro que o convite é indesejado;
- Apresentar convites e pedidos de favores sexuais associados a promessa de obtenção de emprego
ou melhoria das condições de trabalho, estabilidade no emprego ou na carreira
profissional, podendo esta relação ser expressa e direta ou insinuada.
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29 de novembro de 2017
Revista CINTURÃO NEGRO (Dezembro, Novembro, Outubro, 2017)
Revista internacional de Artes Marciais, Desportos de Combate e Defesa Pessoal
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Outubro 2017
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Outubro 2017
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19 de novembro de 2017
O SEU FILHO É ALVO DE BULLYING?
Luís
Fernandes, psicólogo e investigador, co-autor do livro «CyberBullying - Um Guia
para Pais e Educadores», explica como reagir perante estas situações e indica o
que nunca, mas nunca, deve fazer.
Dados do Programa Escola Segura e da GNR indicam que o bullying
nas escolas portuguesas aumentou nos últimos anos. O número crescente de
queixas que tem chegado às autoridades também o confirma. Luís Fernandes,
psicólogo e investigador na área do bullying e da violência na escola, confirma
esse crescendo, explicando que se trata de “comportamentos
agressivos entre crianças e jovens em idade escolar”.
“São
ações repetidas que nascem de um desequilíbrio de poder, através de agressões
físicas, psicológicas e/ou sexuais, algumas realizadas via internet e
dispositivos digitais [cyberbullying]”, refere. “Pais e
educadores devem atuar rapidamente pois o bullying só pode ser vencido com o
apoio de toda a comunidade educativa, sendo essencial que vítima, agressor e quem
assiste à agressão sejam acompanhados”, diz.
COMO
AGIR
Siga as orientações de Luís Fernandes, psicólogo e investigador
na área do bullying e da violência na escola.
Com o
seu filho
- Dê o seu apoio. “Seja solidário com a criança/jovem
transmitindo-lhe que poderá contar consigo em qualquer circunstância, que irá
resolver a situação. Caso tenha sido o próprio a contar o que está a passar-se,
elogie a sua coragem”, aconselha o especialista.
- Evite acusações. “Não acuse a criança/jovem por, de alguma
forma, ser responsável pela situação. Isso não ajuda em nada a resolução do
problema e fragiliza mais a vítima”, assegura o psicólogo e investigador.
- Envolva-se. “Vá acompanhando a situação de perto, pois
isso transmite segurança e permite ainda monitorizar e intervir precocemente
perante novas situações que possam surgir”, realça o especialista.
Com a
escola
- Defina um plano de
atuação. “Contacte o professor
titular da turma [no primeiro ciclo], o diretor de turma [nos outros ciclos de
ensino] e/ou a direção da escola para perceber se estão a par da situação e
definir-se um plano que proteja a criança/jovem”, sugere Luís Fernandes.
- Conheça o regulamento
interno. “Saiba quais os
procedimentos previstos para estas situações, se existe um regulamento interno
que refira os comportamentos que não são aceitáveis, assim como as suas
consequências”, recomenda o psicólogo e investigador.
- Informe-se sobre o caso.
«Apure se as agressões e/ou humilhações decorrem há muito tempo e quais os
principais locais onde costumam ocorrer e se existem desconfianças por parte
dos pais do agressor», insiste o especialista.
- Sugira uma ação de
sensibilização. “Sensibilizar quem
assiste à agressão é uma mais-valia para a resolução destes problemas. Sugira
uma ação pedagógica junto dos colegas do seu filho”, sugere ainda.
Com o
agressor
- Nunca o contacte. “Evite
contactar diretamente os agressores ou os pais destes a pedir satisfações ou a
exigir que estes deixem de incomodar os seus filhos, pois esta situação poderá
agravar as agressões», alerta o psicólogo Luís Fernandes. psicólogo e
investigador., co-autor do livro «CyberBullying - Um Guia para Pais e
Educadores», publicado pela Plátano Editora, em parceria com Sónia Seixas e
Tito de Morais.
- Procure um mediador.
“O ideal será entender se existem pessoas
que funcionem como mediadores da própria situação, como, por exemplo, um
diretor de turma ou o coordenador dos diretores de turma (normalmente um dos
docentes mais experientes da escola), o psicólogo (caso exista) ou o diretor da
escola”, sugere.
“A participação dos funcionários é igualmente fundamental uma
vez que a maioria dos casos ocorre nos recreios e/ou espaços comuns da escola”,
realça ainda o especialista português.
OS
NÚMEROS DO BULLYING
- 25% das crianças e jovens em idade escolar, seja como vítimas,
agressores ou nesse duplo papel [vítimas que se transformaram em agressores],
estão envolvidas em casos de bullying.
- 616 casos de bullying registados mensalmente em Portugal.
- Mais de 50% das vítimas não denunciam as agressões.
- 70% das situações de bullying ocorrem nos recreios e/ou
espaços comuns da escola.
Texto: Carlos Eugénio
Augusto e Luís Fernandes
(psicólogo e investigador na área do bullying e da violência na escola e
co-autor do livro “CyberBullying - Um Guia para Pais e Educadores”, publicado
pela Plátano Editora, em parceria com Sónia Seixas e Tito de Morais.)
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