28 de outubro de 2018

Bullying: quando o seu filho é o agressor


Malcomportadas e desafiadoras praticam bullying. Crianças e adolescentes reservados e educados, com boas notas e integrados, podem ser agressores. Os sinais são discretos, mas um olhar atento pode detetá-los. E aceitar e levar o problema a sério é essencial para o resolver.


Normalmente, começa com um telefonema, da professora ou diretora de turma, que pede para os pais irem a uma reunião na escola. E na reunião chega a notícia que nenhum pai ou mãe gostaria de ouvir e na qual, frequentemente, não acredita: estão ali porque a criança anda a praticar bullying, que é como quem diz, a ser violenta física ou psicologicamente, de forma intencional e repetida, a um ou mais colegas. Pode ser a bater, a ofender, a gozar, a ostracizar.

Os pais têm mais facilidade em aceitar que um filho é vítima do que agressor. Luís Fernandes, psicólogo educacional da Sementes de Vida – Associação de Apoio à Vítima e coautor do livro Cyberbullying, Um Guia para Pais e Educadores, percebe a incredulidade de muitos pais. “Há casos em que, quando conhecemos os pais, percebemos perfeitamente de onde vem o comportamento agressivo dos filhos: os traços de violência estão nos pais e os miúdos absorveramnos. Mas nem sempre é assim. Há casos em que nitidamente a educação que foi dada àquele miúdo não o devia predispor a ter esse tipo de comportamento.”

E, nesses casos, os pais recusamse muitas vezes a acreditar que o filho que é bom aluno, bemcomportado no ambiente de casa, que foi educado com princípios e ao qual dedicam tanto tempo e afeto – possa fazer isso. “Ele nunca faria isso”, dizem quase sempre. Só que faz. E a resposta está num comportamento que, não sendo exclusivo dos adolescentes, fazse sentir muito nestas idades: o síndroma da matilha.



Na adolescência, as relações com os amigos têm um peso muito grande, e, independentemente da educação em casa e da relação com os pais, nesta fase, é muito importante para eles sentiremse integrados num grupo. Se o líder do grupo que querem integrar os desafia a incomodar outros mais fracos, muitas vezes eles alinham”, explica o psicólogo.

Tiago Andrade, estudante no ensino superior, hoje com 21 anos, não teme admitir que entre os 10 e os 13 anos tinha este tipo de comportamento. E, ao contrário de muita gente que olhando para trás terá tendência a chamarlhes coisas sem importância de miúdos”, não teme chamar as coisas pelos nomes: “Praticava bullying com alguns colegas de turma, sim. Nunca houve agressões físicas, mas havia agressões psicológicas a colegas que não faziam parte do grupo e eram mais frágeis ou estavam em situação de vulnerabilidade.”

Hoje, olhando para trás, não consegue perceber o que o levava a ter esse comportamento que, de resto, se lembra que encarava como normal. “Acho que sentia que era superior a eles, mas agora que penso nisso, estava só a ser inferior, porque precisava de os atacar para me sentir assim.” À distância, olha para as suas próprias atitudes com desdém e arrependese. Não ganhei nada com o que fiz e sei que causei muito sofrimento a algumas pessoas.

Gostava de mudar isso e ter dado um melhor exemplo às pessoas à minha volta, que eram obviamente influenciadas para também fazer bullying.” Como os ataques não envolviam violência física e Tiago era uma criança bemcomportada tudo isto passou na altura sem ser detetado por ninguém. Parei de ter este tipo de comportamento pelos 13 anos sem que pais, professores e funcionários tenham dado conta de alguma coisa.”

Há muitos sintomas, amplamente divulgados, de que uma criança pode estar a ser vítima de bullying – tristeza, isolamento, descida de notas, falta de vontade de ir para a escola. Já os sinais de que pode ser um agressor são menos evidentes. Ainda assim, Inês Freire de Andrade, vicepresidente e formadora da Associação NoBully Portugal, que leva a cabo programas de sensibilização e prevenção nas escolas, conta que há sinais aos quais os pais podem estar atentos, uma vez que são indicativos de uma probabilidade maior de os filhos estarem a ter este tipo de comportamentos.

A agressividade generalizada, seja física, verbal ou relacional, com outros jovens ou com os adultos, da mesma forma que identificar esta tendência no círculo de amigos dos filhos também pode ser preditivo desse comportamento. “Existe também a tendência dos bullies não seguirem as regras formais ou sociais. Se os pais perceberem que o filho tem dinheiro ou pertences novos que não conseguem explicar de onde vêm, têm de considerar que podem têlos roubado a colegas, que também é uma forma de bullying, explica a responsável.

Estes são os sinais mais evidentes, mas há outros mais subtis. Como o bullying é um fenómeno social que surge de um desequilíbrio de “poder” – seja ele por diferenças físicas, de capacidade intelectual ou popularidade, “se os jovens mostrarem uma preocupação fora do normal acerca da sua reputação, estatuto social ou popularidade, poderão também estar a praticar bullying de forma a obter tudo isto”. Por fim, como o bullying envolve sempre a ausência de empatia pelas vítimas, a falta de empatia generalizada para com os outros pode ser sintomática de que a criança está ou pode vir a estar envolvida nesta prática.

É fácil apontar o dedo aos bullies e criticálos pelo comportamento errado que têm. Menos fácil, mas necessário, é desafiar preconceitos simplistas e uma visão a preto e branco do fenómeno. Uma das conclusões a que muitos estudos e observações empíricas já chegaram é que, frequentemente, vítima e agressor são a mesma pessoa, com o conceito de vítimaagressora a ser cada vez mais usado neste campo de estudo. A vítima agressora é alguém que, como forma de compensação pelos maustratos que sofre, procura outra vítima mais frágil para cometer também ela agressões.

“Há muitos miúdos vítimas de bullying que se tornam agressores no âmbito do cyberbullying. Não têm competências interpessoais para confortar presencialmente o agressor, mas conseguem facilmente transformase em ciberagressores porque são inteligentes, têm competências a nível tecnológico e podem esconderse atrás de um ecrã”, explica Luís Fernandes.



E o cyberbullying é uma terra de ninguém. Porque se no contexto de bullying há adultos, seja na escola, em casa ou na rua, que supervisionam, de forma formal ou informal, e que podem detetar a situação, intervir e dar o alerta, no caso do cyberbullying não. Não há ninguém que supervisione o que está a acontecer online em tempo real, até porque, como alerta o psicólogo Luís Fernandes, “miúdos são nativos digitais e os pais emigrantes digitais”. Ou seja, os mais pequenos têm frequentemente mais competências tecnológicas do que os pais.

Se os bullies são tendencialmente crianças com baixa ou alta autoestima não se sabe bem: os estudos não são consensuais. Alguns apontam para o facto de a agressão ser um reflexo de insegurança e de autoestima baixa, outros apontam para miúdos que se acham a última cocacola no deserto e tão acima dos outros que têm o direito de fazer o que lhes apetece.

Mas seja qual for a autoperceção, a motivação passa quase sempre pela autoafirmação. Por isso, Tiago Andrade não quer terminar a conversa sem deixar um conselho aos jovens bullies: “A necessidade de fazer bullying passa por querer um estatuto de superioridade dentro do grupo, mas esse estatuto é conseguido pelo medo e não pelo mérito. Há outras maneiras, positivas, de liderar grupos. Por exemplo, ajudando os outros, em vez de os prejudicar.”


BULLIES MUITO À FRENTE

Quer no bulliyng quer no cyberbullying, há esquemas cada vez mais elaborados. Muitos miúdos arranjam quem “suje as mãos por eles”: o cabecilha do esquema de bullying é autor moral, mas não executa.



Luís Fernandes, psicólogo educacional da Sementes de Vida – Associação de Apoio à Vítima e coautor do livro Cyberbullying, Um Guia para Pais e Educadores, confessa que só os anos de experiência que já leva a lidar com agressores lhe permite entrar na cabeça deles. “Os esquemas são cada vez mais refinados, temos de conseguir pensar como eles, caso contrário, andamos sempre a correr atrás do prejuízo: quando estamos habilitados a lidar com as coisas de uma forma, já eles estão muito mais à frente nas estratégias.”

E deixa um caso: “Tive um miúdo que instigava outros a molestarem física e psicologicamente a vítima e ficava apenas a ver. Fazia mais: quando via que um auxiliar na escola detetava a situação, saía do papel de observador e ia acalmar os ânimos. Nos relatórios ficava mencionado como o miúdo que fora essencial na resolução do conflito, quando, na realidade, tinha sido ele a instigalo. Quando o psicólogo lhe perguntou como escolhia os miúdos que agredia respondeu: Conhece o quadro de honra? Parece a ementa.”


Texto de Sofia Teixeira 





Revista CINTURÃO NEGRO (Out.Set.Ago.Jul.2018)

Revista internacional de Artes Marciais, Desportos de Combate e Defesa Pessoal

CINTURÃO NEGRO - Edição Quinzenal

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17 de setembro de 2018

DICAS PARA BRINCAR EM SEGURANÇA NOS PARQUES INFANTIS


Qualquer criança adora brincar num parque infantil e é um passeio frequente para muitas famílias com filhos. Mas há que estar atento à segurança das crianças enquanto brincam, e ter alguns cuidados.



1. Fale com o seu filho sobre algumas regras de segurança, como, por exemplo, que não deve correr atrás ou à frente de um baloiço, que não deve subir para o escorrega pela parte da frente. Alertar é prevenir.

2. O seu filho deve usufruir dos divertimentos indicados para a sua idade. Caso não haja nenhuma indicação no próprio parque, observe a faixa etária mais frequente em cada divertimento.

3. Observe também o tipo de revestimento que cobre o chão do parque. Os materiais devem cumprir as regras de segurança em caso de queda, como por exemplo, borracha ou areia fina.

4. A criança deve estar vestida com roupa confortável e adequada à temperatura ambiente. Evite acessórios que possam representar um perigo e fiquem presos nalgum divertimento, como cachecóis ou lenços à volta do pescoço.

5. Até aos 3 anos de idade, o baloiço mais seguro é o que tem o encosto para as costas e proteção à frente.








16 de setembro de 2018

SABE SALVAR VIDAS? COMO FAZER SUPORTE BÁSICO DE VIDA?

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) assinalou o Dia Mundial dos Primeiros Socorros, que se comemorou no dia 8 de setembro, relembrando os cidadãos como ligar corretamente para o Número Europeu de Emergência – 112 e, em situações de paragem cardiorrespiratória, como iniciar no imediato Suporte Básico de Vida (SBV).



O INEM apela, uma vez mais, à colaboração de todos os cidadãos, aconselhando que em caso de acidente ou doença súbita liguem sempre para o 112 e informem, de forma simples e clara:

•  A localização exata e, sempre que possível, com indicação de pontos de referência;

•  O número de telefone do qual está a ligar;

•  O tipo de situação (doença, acidente, parto, etc.);

•  O número, o sexo e a idade aparente das pessoas a necessitar de ajuda;

•  As queixas principais e as alterações que observa;




O contacto com os Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM através do 112 é a forma correta de conseguir um socorro eficaz.

Desta forma, os profissionais dos CODU do INEM conseguem ajudar o cidadão comum a prestar os primeiros socorros, enquanto aguardam a chegada dos meios de emergência médica.

No Dia Mundial dos Primeiros Socorros, o INEM recorda também a "Cadeia de Sobrevivência", a qual representa o conjunto de procedimentos que permitem salvar vítimas de paragem cardiorrespiratória.

Para que o resultado final possa ser uma vida salva, cada um dos elos da cadeia é vital e todos devem ter a mesma força. Por exemplo, de nada serve ter um desfibrilhador por perto ou o melhor Suporte Avançado de Vida, se quem presencia a paragem cardiorrespiratória não souber ligar adequadamente para o número 112 e iniciar manobras de SBV.

Nestas situações em que a vítima se encontra em paragem cardiorrespiratória, a ação imediata de quem presencia o acontecimento é fundamental. Isto porque o SBV aumenta substancialmente a probabilidade de sobrevivência da vítima quando iniciado nos primeiros minutos após a paragem cardíaca. Consiste essencialmente em duas ações: compressões torácicas e ventilações.

Após garantir as condições de segurança do local onde se encontra a vítima, verifique se está consciente abanando-lhe suavemente os ombros e chamando por ela. No caso de a vítima não responder, considere que está desmaiada (inconsciente) avaliando depois se respira, recorrendo à técnica VOS: Ver se o tórax expande, Ouvir a passagem do ar e Sentir a respiração na face.

Caso a vítima não respire, ligue de imediato 112 (ou garanta que alguém o faz), abandonando a vítima se necessário ou recorrendo à alta voz do seu telemóvel para que possa iniciar simultaneamente as compressões torácicas.

Realize SBV até a vítima recuperar, ficar exausto ou chegar ajuda diferenciada.



Carlos Barroso / LUSA


2 de agosto de 2018

O QUE DEVE ENSINAR ÀS CRIANÇAS PARA AS PROTEGER NAS REDES SOCIAIS


Os riscos estão à espreita, à distância de um clique. As consequências podem ser sérias, sobretudo para os menos prudentes, quase sempre crianças. Aprenda a construir barreiras quando o risco está próximo. Defenda-se destes riscos cada vez mais reais.


Internet e redes sociais. Duas palavras interrelacionadas tão comuns no nosso dia a dia. Ambas implicam riscos que devem ser do conhecimento obrigatório de quem as utiliza, em particular, os mais vulneráveis: as crianças.

Os perigos associados são grandes. É importante que os compreenda para que saiba como se defender. Por exemplo, a divulgação de informações pessoais é um erro que deve ser evitado. Proteja-se. A vida privada não deve estar exposta nas redes sociais, sobretudo porque pode ser um convite ao abuso e à intrusão.

A nossa privacidade nas redes sociais é regra de ouro, mas a verdade é que poucos a preservam. Há, todavia, outras regras igualmente fundamentais que podem e devem ser seguidas.

Nunca esquecer: os amigos online, nem sempre, correspondem aos amigos da vida real. Se não os conhece, não os faça seus amigos. Amigos dos meus amigos nem sempre são meus amigos. Ensine a criança que na internet, primeiro desconfia-se e depois...desconfia-se, outra vez.

O desconhecimento ou falta de informação podem potenciar no limite, por exemplo, casos cada vez mais comuns, de cyberbullying e sextortion (forma de exploração sexual que emprega modos não-físicos de coerção para extorquir favores sexuais à vítima).

É importante que esteja ciente do que a criança faz online. Respeite sempre a privacidade do menor quando comunica com os amigos, mas nunca deixe de ter a certeza que o caminho é seguro.  Tudo o que é publicado na internet, pode ser mais tarde utilizado contra si. A maioria dos adolescentes navega diariamente pelas redes sociais e acaba por estar exposto, tantas vezes de forma inconsciente, a situações de risco. Há aplicações nos telemóveis que revelam até a localização exata de cada post.

O que se pretende é que ganhem essa consciência e aprendam a defender-se, evitando, por exemplo, as seguintes situações:

• Usar o nome completo no perfil;
• Postar fotos de si próprio para a comunidade em geral;
• Revelar data de nascimento;
• Identificar a escola que frequenta e a morada de casa;
• Publicar o local de férias e os locais mais frequentados;
• Transmitir informações pessoais a supostos amigos da internet;
• Publicar mensagens ofensivas, embaraçosas e impróprias;
• Aceitar amizade online de pessoas que não conhece;
• Partilhar senhas pessoais e dados bancários;
• Ausência de restrições parentais de navegação em função da idade;
• Manter as mesmas senhas durante mais do que 6 meses.
• Outra boa estratégia passa por criar como regra, o uso de computadores, laptops e smartphones, exclusivamente, nas áreas públicas da casa. Evite que sejam usados nos quartos.



Os mais velhos devem dar o exemplo. Estabeleça regras familiares para o uso da tecnologia. Em simultâneo, as regras acordadas devem ser colocadas próximas do computador, num local de fácil acesso para que possam ser lidas enquanto navegam pelas redes sociais, em particular, antes de postar alguma informação.

Por fim, lembre-se que através do histórico, pode saber com quem a criança tem interagido.




25 de julho de 2018

A Autodefesa


A aprendizagem da autodefesa envolve o conhecimento de técnicas e estratégias de autoproteção e defesa pessoal. Neste documentário vários especialistas em autodefesa partilham connosco diferentes técnicas e conselhos para melhorarmos as nossas capacidades defensivas e segurança pessoal. Descubra a ciência da autodefesa…








29 de junho de 2018

VAI DE FÉRIAS? 5 DICAS PARA DEIXAR A SUA CASA SEGURA

As férias são para relaxar e não para acrescentar preocupações às nossas vidas. Evite hóspedes indesejados na sua casa enquanto estiver fora utilizando estas dicas. Prevenir é a melhor forma.


Depois de um dia de trabalho, nada melhor do que chegar a casa. Já quando se está de férias, não há nada melhor do que ir para fora, mesmo que seja dentro do país. No entanto, muitas pessoas vão de férias preocupadas, pois receiam que as casas sejam arrombadas e assaltadas por estarem vazias, sem ninguém.

Nestas situações, e para ir de férias mais leve, o melhor será mesmo prevenir e preparar-se. Para ajudá-lo a ir de férias relaxado, o site Travel and Leisure partilha cinco dicas de especialistas da empresa de segurança doméstica Blink e que qualquer um pode utilizar para afastar os hóspedes indesejados. Fique a conhecer:

Trancar as portas de correr não é suficiente − É importante trancar estas portas, claro, contudo, não fique por aí. Reforce também a base das portas (e quaisquer janelas deslizantes) com uma vassoura, régua ou qualquer outro objeto que ajude a bloqueá-la.

Peça a um vizinho para guardar a sua correspondência e/ou encomendas − Uma caixa de correio cheia ou caixas de encomendas à entrada de casa é um claro indicador que não há ninguém em casa. Peça a alguém que confie para verificar a sua caixa de correio e guardar a sua correspondência enquanto estiver fora.

Simule que está alguém em casa − A maioria dos assaltantes não vai arriscar entrar numa casa que está ocupada. Configure temporizadores para ligar e desligar luzes ao longo dos dias, ou, antes de partir, deixe uma ou duas luzes ligadas.

Quantas menos pessoas souberem que está fora melhor − Partilhar nas redes sociais que vai de férias pode ser tentador, no entanto, (especialmente se for para fora durante um grande período de tempo) também estará a informar potenciais assaltantes que a casa vai estar vazia. Tente não publicar nada sobre as férias até regressar. Mais vale prevenir.

Verifique todas as portas e janelas − Se se aplicar, antes de sair verifique todas as janelas e porta do lado de fora. Se a sua casa for grande, por exemplo, alguém pode ter aberto uma janela e ter-se esquecido depois de trancá-la. Ao confirmar que todos os pontos de entrada para a sua casa estão trancados, sentir-se-á mais tranquilo.




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