10 de dezembro de 2018

Compras de Natal em Paz e Segurança


Na maioria dos Centros Comerciais há um elevado e ao mesmo tempo discreto sistema de segurança que, não só envolve pessoas com formação adequada para o efeito, mas também o apoio de sofisticados sistemas eletrónicos próprios desta nossa era digital. Como consequência, o aspeto da segurança aliado ao conforto proporcionado por uma grande e diversificada oferta comercial, acaba por estar na base de um aumento, cada vez maior, de pessoas a estas grandes superfícies. Especialmente em determinadas alturas do ano, como é o caso das festividades natalícias. O facto é que o cidadão, pelo menos em termos de segurança, sente-se assim mais tranquilo do que nas lojas do comércio tradicional.


Apesar da segurança inerente a esses locais e de não haver um registo relevante de crimes, eles não estão isentos de problemas. A realidade é que os furtos, os roubos e outros conflitos de natureza criminosa também existem nesses espaços.   

Para não ser alvo de uma experiência desagradável é importante observar alguns cuidados a ter quando vai fazer compras a locais com grande concentração de pessoas. Em termos de autodefesa, a sua maior arma (e também a da sua família) é a PREVENÇÃO. Ou seja, a capacidade de se antecipar a situações potencialmente perigosas.

Os comportamentos de segurança que vai observar são para serem colocados em prática com a dose adequada de bom senso. Não precisa de se transformar num fanático da segurança. Apenas precisa saber que em determinadas situações deve atuar preventivamente e com sabedoria.


Assim, tome nota:

                                                         
Roupas e objetos Procure vestir-se de forma simples. Evite usar relógios caros e joias que despertem a atenção de olhos indiscretos. Leve apenas os documentos necessários. Se possível, prefira uma pequena bolsa tipo mochila (que deve ficar na frente e não nas costas) com alças seguras.

Tenha cuidado com o seu telemóvel. Não ande com ele pela mão como uma criança. E já agora, não fique vulnerável quando está a falar ao telefone, não se desligue do mundo. Para além de si e da pessoa com quem está a falar, existe mais vida…e que vida!!! (O mesmo se aplica quando ouve música com os auriculares nos ouvidos)

Compras – Evite ao máximo a utilização de dinheiro em espécie. Prefira pagar as suas contas com cartão. Separe uma quantia de dinheiro para pequenas compras como café, transportes, etc.
  Antecipe as suas compras para dias e horários de menor movimento.

Andar nas ruas – Quando estiver a andar nas ruas, verifique se está sendo seguido ou observado por alguém. Se achar que está nessa situação, inverta o sentido do seu percurso ou entre num estabelecimento qualquer. Evite também passar perto de aglomerações e grupos suspeitos. Se necessário, passe para o outro lado da rua.

● Multibanco – Se tiver que levantar dinheiro seja prudente e esteja atento ao ambiente que o cerca. Seja discreto ao guardar o dinheiro. Lembre-se: a partir desse momento não é só você que sabe que transporta dinheiro.

● Assalto à loja – Se ocorrer um assalto na loja quando você estiver às compras, não tente correr ou reagir. Obedeça a tudo que os assaltantes mandarem, assim evitará reações perigosas e eles sairão rapidamente. O máximo que você pode perder são uns trocos e os documentos que levou, além dos cartões que podem ser rapidamente cancelados por telefone.

● Carro – Procure estacionar a sua viatura num parque, é sempre mais seguro e prático para o transporte das suas compras. Se estacionar na rua e com orientação de um arrumador deve dar sempre uma pequena gratificação. É mais seguro!!! Não é preciso lembrar, mas já agora, nunca deixe objetos de valor à vista…

Crianças – Nesta altura os Centros Comerciais estão cheios de gente e de coisas que chamam a atenção especialmente de crianças. Se está a fazer compras acompanhado de crianças, então nunca as perca de vista. Combine com eles o que devem fazer (e o que não devem fazer) no caso de se perderem. Não se esqueça que uma criança pequena deve ter sempre consigo elementos que a possam rapidamente identificar e facilitar o contacto imediato com os pais ou outros parentes. Por exemplo, um papel ou cartão com o nome a morada e o telefone.



E não se esqueça, a PREVENÇÃO é sempre a sua melhor defesa...



7 de dezembro de 2018

Cuidado com o Monóxido de Carbono… mas porquê?

Estamos naquele período em que, infelizmente, são noticiadas perdas de vida por culpa do monóxido de carbono. Quando o frio se aproxima, são muitos os alertas para que as pessoas redobrem os cuidados para manter bem longe este gás.

É um gás tóxico sem cor nem cheiro que resulta de uma combustão incompleta seja qual for o combustível. Lareiras dentro de casa, braseiras e outros equipamentos de aquecimento podem matar, em vez de só aquecer.



Quando o tempo frio se instala, as pessoas tendem a procurar meios para aquecer o ambiente, as suas casas e locais onde permanecem. Por vezes, esses equipamentos, libertam um gás tóxico, que não se vê, pouco ou nada se sente o seu cheiro, mas que mata.
Este gás pode surgir com a utilização de equipamentos mal instalados, mal regulados ou em mau estado, mas também com a utilização de braseiras, lareiras ou salamandras a lenha, em locais mal ventilados ou com exaustão deficiente. Não devemos nem podemos facilitar, há um grande perigo de intoxicação.


1. O que é o monóxido de carbono?

O monóxido de carbono – CO – é um gás tóxico, invisível, sem cheiro ou sabor e que resulta de uma deficiente combustão, qualquer que seja o combustível utilizado: lenha, carvão, gás (butano, propano ou natural), entre outros. A sua presença no ar não é preocupante desde que em níveis baixos.

É de difícil deteção e, a partir de níveis de concentração mais elevados, os seus efeitos nocivos podem manifestar-se rapidamente, levando ao aparecimento de tonturas, náuseas, convulsões, perdas de consciência e, em situações mais graves, à morte.


2. Quais as origens do perigo?

Alguns fatores estão na origem de uma acumulação excessiva de monóxido de carbono, nomeadamente:

• Interferência do funcionamento do exaustor da cozinha na correta libertação para o exterior dos gases/fumos do esquentador, caldeira, lareira,…

• Aparelhos de aquecimento ou produção de águas quentes incorretamente montadas ou em deficiente estado de conservação;

• Insuficiente renovação de ar na habitação e ausência de ventilação adequada no local onde se encontram instalados os aparelhos;

• Condutas de exaustão ou chaminés obstruídas ou mal dimensionadas não permitirão a correta exaustão dos gases/fumos.

O monóxido de carbono pode acumular-se em espaços fechados e por isso é recomendável especial vigilância em alturas de frio intenso, quando os aparelhos são mais solicitados e a ventilação do local tende a ser menor.


3. Que fazer em caso de suspeita de intoxicação?

Se sentir náuseas, dores de cabeça, tonturas, lembre-se da possibilidade de intoxicação por monóxido de carbono e:

● Areje imediatamente o local, abrindo portas e janelas;

• Se possível, desligue todos os aparelhos de combustão (Exemplo: esquentadores, caldeiras, aquecedores móveis a gás ou petróleo, lareira…). Se estiver em funcionamento, desligue igualmente o exaustor da cozinha;

● Abandone o local;

• Se alguém estiver com sintomas de intoxicação, contacte o Centro de Informação Antivenenos 808 250 143 (24 horas por dia). Em casos graves contacte o 112, para solicitar assistência às vítimas;

● Contacte uma empresa credenciada para a resolução do problema.



4. Como evitar o monóxido de carbono?

Com vigilância e gestos simples:

• Solicite inspeções periódicas à sua instalação de gás que deverão se realizadas por uma entidade inspetora credenciada pela DGEG.

●A montagem dos aparelhos de queima deve ser sempre efetuada por uma empresa credenciada (consulte a lista de empresas instaladoras/montadoras e das entidades inspetoras credenciadas pela DGEG, em www.dgeg.pt.);

• Solicite a verificação periódica do funcionamento destes aparelhos;

● Mantenha a sua habitação arejada e nunca obstrua as entradas de ar;

• Promova a limpeza das condutas de exaustão e chaminés, uma vez por ano;

●Se o seu edifício tem instalado um sistema coletivo de extração mecânica, assegure a manutenção e a limpeza periódica da respetiva rede de ventilação e exaustão. Garanta ainda que este se encontra sempre em funcionamento. Caso este sistema tenha que ser temporariamente desligado (por avaria ou manutenção), garanta que não são utilizados os respetivos aparelhos de queima.


5. Não utilize para aquecimento:

• Braseiras, em locais não ventilados.


6. Podem ser indícios da presença de monóxido de carbono no ambiente:

● Coloração permanente amarela ou laranja na chama, em vez de azul;

• Aparecimento de manchas nas condutas de evacuação ou junto a estas, ou descoloramento de aparelhos;

● Alterações de comportamento ou mesmo morte de pequenos animais de estimação.









Fonte: pplware



6 de dezembro de 2018

Cartão de Emergência: útil e gratuito

O INEM e as Forças de Segurança desenvolveram um cartão de identificação de emergência para turistas e residentes estrangeiros em Portugal. Saiba como funciona.




Era preciso melhorar a comunicação entre cidadãos estrangeiros, autoridades e serviços de emergência. Assim nasceu o Cartão de Emergência. É útil e gratuito. Quer saber como funciona?

O que é? O Cartão de Emergência é um documento - desenvolvido pela Associação Safe Communities Portugal, em colaboração com o Instituto Nacionalde Emergência Médica (INEM), a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a GuardaNacional Republicana (GNR) -  que reúne informação útil, como os dados pessoais e de saúde, para ajudar as equipas de socorro em situações de emergência.

Para quem? − O documento destina-se a cidadãos estrangeiros, em férias ou a residir em Portugal, mas pode ser utilizado por qualquer cidadão nacional.

Como obter? − Se estiver interessado em utilizar o Cartão de Emergência, pode obtê-lo de forma imediata e gratuita. Só tem de descarregar o documento em PDF, na página de internet de uma das entidades envolvidas nesta iniciativa.

Como utilizar? − Deve preencher os dados pessoais diretamente no cartão: nome; idade; residência; autoridade policial da sua zona de residência; nacionalidade; estadia em Portugal e pessoa a contactar em caso de emergência. Do lado da informação médica, deve preencher: seguradora; doenças; alergias e medicação.

Depois da informação estar completa, só tem de imprimir e guardar o cartão na carteira que anda sempre consigo, para que seja facilmente encontrado quando for necessário. “Em caso de emergência vai falar por si”.

Um alerta − Este documento não substitui o documento de identificação, mas funciona como informação útil e adicional àquela que está no cartão do cidadão, por exemplo.


O cartão não é obrigatório, mas prevenir nunca é demais. Proteja-se.





4 de dezembro de 2018

Perdeu os seus documentos? Proteja-se e comunique ao Banco de Portugal

Se perdeu os seus documentos de identificação, além das autoridades policiais, comunique a informação ao Banco de Portugal (BdP) e proteja-se da utilização abusiva dos seus dados.


O BdP explica que no caso de perda de documentos como o cartão de cidadão, do cartão de contribuinte, do passaporte ou título de residência, é importante comunicar ao regulador, que irá informar gratuitamente o sistema bancário da situação.

Ou seja, desta forma, os bancos poderão ficar alerta para agir, “caso alguém tente em seu nome e utilizando os seus documentos, fazer uma operação financeira ilícita”.

Poderá notificar o BdP através do portal do cliente bancário, nos postos de atendimento do BdP ou por carta, devendo apresentar o auto ou a declaração emitida pela entidade policial à qual apresentou queixa.

“Lembre-se, quando recuperar ou tiver substituído os documentos perdidos volte a contactar o BdP. Nós notificaremos o sistema bancário dessa alteração”, salienta o regulador.

No entanto, este serviço não se destina a comunicar a perda de cartões bancários ou de cheques.

“Nestas situações, os respetivos titulares devem contactar, com a brevidade possível, a entidade emissora desses meios de pagamento. No caso dos cartões bancários, pode consultar a lista de contactos dos respetivos emissores na informação relacionada no final da página”, identifica.



21 de novembro de 2018

História real de uma tentativa de burla com a plataforma MB WAY


Desenvolvida para simplificar a vida dos utilizadores, a plataforma MB WAY permite a realização de compras e transferências bancárias imediatas com total comodidade e segurança, já que o utilizador pode fazê-lo através do seu telemóvel, a qualquer hora do dia e onde quer que esteja, sem que tenha de partilhar os seus dados bancários. No entanto, há quem se queira aproveitar destas novas “tecnologias” e, em Portugal, há relatos de que o MB WAY está a ser usado para roubar dinheiro. Conheça o esquema usado pelos mafiosos e saiba o que fazer pela sua segurança.



Este artigo serve essencialmente para alertar os cibernautas dos perigos que se escondem em cada esquema ardilosamente montado para apanhar os incautos.
O que descrevemos a seguir é um caso real de um esquema que está ativo em Portugal e que pretende criar dano roubando as pessoas, através da engenharia social e a pertinente inexperiência dos utilizadores neste tipo de situações.


Burla com recurso à plataforma MB WAY

José, nome fictício do nosso visitante e protagonista do sucedido, colocou um produto à venda no OLX por algumas centenas de euros. Poucas horas depois da publicação do anúncio já estava a ser alvo de uma tentativa de burla por SMS.

O diálogo começou com a troca normal de mensagens, questões sobre o produto e assuntos relacionados. Contudo, José conta que, ao contrário do habitual, o “comprador” não demonstrou pressa em receber o produto anunciado – só mais tarde se encarregaria de o mandar levantar e transportar até Sines (onde diz morar). O que realmente demonstrou foi uma “estranha” pressa em pagar! A sua grande preocupação era pagar… situação sui generis neste tipo de transações “fora da vista”.

O pretenso comprador, depois de sondar o vendedor, o José, propunha-se a pagar utilizando o sistema MB WAY. Para isso pediu ao José que lhe enviasse os (seus) códigos do cartão! José rejeitou e insistiu que o pagamento fosse feito por transferência bancária.

Após fornecer-lhe o IBAN, o burlão diz-lhe que já realizou a transferência mas que, para que a mesma se efetivasse, José teria de ir ao Multibanco, inserir o cartão, e selecionar a opção MB WAY/MB NET e introduzir os dados que se apressou a fornecer.


E que códigos eram esses? O seu nº telemóvel e um código que o próprio burlão indicou. Isto é, nem mais nem menos: usando o cartão de débito do José, queria ludibriar o mesmo a associar o telemóvel do burlão, com o código por ele escolhido!



Para não ter de esperar muito, o burlão informou que José tinha 30 minutos para ir ao Multibanco.


Armadilha armada… agora restava esperar pela presa!

Se José caísse na armadilha, o burlão teria a capacidade de tirar dinheiro da sua conta, dentro dos limites de segurança impostos pela entidade gestora (SIBS). Após desconfiar do que estava a acontecer, José tentou saber mais deste larápio… foram, segundo José, 64 mensagens trocadas e alguns dados recolhidos que serão enviados às autoridades competentes.

Fiquem atentos, partilhem a informação para aumentar o conhecimento de como (tão simplesmente) funcionam estas burlas. Obviamente que não devem fornecer qualquer tipo de dados a “estranhos”. Se já o fez, é melhor verificar os seus movimentos e informar a polícia.

Fonte: pplware








1 de novembro de 2018

COMO ESCOLHER UMA BABYSITTER?

Tempo. Para jantar fora, ir ao cinema, passear, namorar... Todos os casais precisam de tempo a sós. Contudo, quando nasce o primeiro filho (e o segundo e o terceiro...) as coisas complicam-se.

De repente, o que antes era fácil exige agora alguma preparação. Os programas precisam de ser combinados pensando onde ou com quem vão ficar as crianças.

E, se há quem possa recorrer à ajuda dos avós ou tios, há também quem não tenha com quem contar para estas escapadelas. Uma boa alternativa nesses casos é recorrer a uma babysitter, desde que se faça uma boa seleção. Não se preocupe, vamos ajudá-la nessa tarefa.



Saber escolher

O fator mais importante para a contratação de alguém que irá ficar com o seu filho é a confiança. Não se deixe impressionar, logo à partida, pelas “melhores referências do mundo”, as “recomendações dos amigos”, a conversa da babysitter.

É essencial que tenha total confiança nas suas capacidades e competências. Por isso, siga o seu instinto. Num primeiro encontro, esteja atenta e veja que tipo de relação a potencial babysitter cria com o seu filho. Baixa-se e olha-o nos olhos quando fala com ele? Não força o contacto? Que tipo de atitude tem perante a criança? Está à vontade ao pé dela?


Dados essenciais

Em termos de referências, é muito importante saber se a babysitter já tomou conta de crianças, de que idades e em que situações. Não se sinta constrangida em pedir algumas informações mais específicas, como por exemplo se sabe o que fazer em caso de engasgamento, algo muito comum em crianças mais pequenas.

Também não se envergonhe em falar sobre o trabalho que dá tomar conta de um bebé e da atenção constante que exige. Nesse primeiro encontro, combine também claramente o preço do serviço, cujo valor mínimo por hora, de acordo com as empresas que contactámos, é de seis euros.


O dia D

Uma vez feita a seleção, o ideal é que esteja em casa nos primeiros encontros entre o seu filho e a babysitter e avalie as reações dele. Tenha em conta que é provável que ele resista à ideia de ver os pais saírem de casa e ficar com uma pessoa estranha. Evite prolongar a despedida, explique-lhe que a babysitter vai ficar a tomar conta dele (a brincar, contar histórias, pô-lo na cama...) e diga-lhe a que horas pensa voltar. Não caia na tentação de prometer recompensas.

Tem direito a divertir-se e a babysitter fica com os seus contactos. Durante a saída, telefone para saber se está tudo a correr bem ou se é preciso alguma ajuda.

Se encontrar uma boa babysitter preserve-a. É melhor para as crianças haver alguma constância. Pode ser uma ajuda preciosa para a sua vida e permitir-lhe-á sair e divertir-se. Em programas de adultos (se ainda se lembrar o que isso é).


Texto: Joana Andrade





Se está a pensar requisitar o serviço de uma babysitter, siga as recomendações da American Academy of Pediatrics.


Os seus deveres:

1. Conhecer a babysitter e verificar as suas recomendações antecipadamente.

2. Ter a certeza que a babysitter tem formação em primeiros socorros e sabe realizar uma reanimação cardiorespiratória.

3. Assegurar-se de que a babysitter tem maturidade suficiente para lidar com situações de emergência comuns.

4. Passar algum tempo com a babysitter para que esta estabeleça um primeiro contacto com a criança e aprenda as rotinas familiares.

5. Mostrar a casa, identificando áreas potencialmente perigosas.

6. Instruir a babysitter para sair de casa imediatamente caso haja um incêndio e chamar os bombeiros com a ajuda de um vizinho.

7. Dar indicações sobre alimentação, banho e horas de sono da criança.

8. Informar a babysitter sobre eventuais alergias ou necessidades especiais da criança.

9. Ter mantimentos de emergência de reserva incluindo uma lanterna, um documento com procedimentos de emergência e um estojo de primeiros socorros.

10. Informar a babysitter sobre o local onde irá estar e quando voltará.


Os deveres da babysitter:

1. Estar preparada para uma emergência.

2. Telefonar sempre que precise de ajuda ou tenha dúvidas.

3. Nunca abrir a porta a estranhos.

4. Nunca deixar a criança sozinha, nem que seja apenas durante um minuto.

5. Nunca dar alimentos ou medicamentos sem que os pais tenham dado indicação para tal.

6. Ter em mente que o seu trabalho é tomar conta da criança.

7. Lembrar-se de que o afeto permite tranquilizar uma criança infeliz.


SOS

Deixe com a babysitter a seguinte lista de contactos telefónicos:

• Pais
• Vizinhos
• Médico/Pediatra
• Bombeiros
• Polícia
• Centro de Informação Anti-Venenos (808 250 143)
• Morada e telefone de casa





28 de outubro de 2018

SABE COMO FUNCIONA A SEGURANÇA NAS ESCOLAS?


Não é simples garantir a segurança de espaços públicos com tantas pessoas, especialmente crianças. É por isso que existem várias regras essenciais para salvaguardar o bem-estar dos mesmos. Quer descobrir quais são?


Como lugares públicos e frequentemente lotados, as escolas são locais onde a prevenção é essencial. Assim, a APSEI (Associação Portuguesa de Segurança) dá-lhe a conhecer alguns conselhos básicos para garantir que a segurança do seu filho, e de todos os alunos, é salvaguardada.


A SEGURANÇA NAS ESCOLAS CONCENTRA-SE EM 6 PRINCIPAIS ÁREAS


Na sala de aula ‒ A entrada da sala de aula deve estar sempre limpa e desobstruída. Os aquecedores devem ser utilizados com todo o cuidado e de preferência pelos docentes, nunca pelos alunos. As instalações elétricas devem ser verificadas com regularidade e a sua manutenção deve ser feita por um técnico especializado. O lixo deve ser despejado todos os dias.
A planta de segurança presente na sala de aula deve indicar o caminho definido pelo plano de evacuação para o ponto de encontro.

Nos corredores ‒ As saídas de emergência devem estar corretamente identificadas e desobstruídas para que todos saibam por onde ir em caso de emergência. As portas dos corredores não devem ficar abertas e o material de segurança contra incêndio deve ser testado regularmente.

No ginásio ‒ As saídas de emergência devem estar sempre desobstruídas e as suas luzes devem ser inspecionadas regularmente

Nos laboratórios ‒ Os laboratórios podem ser dos locais mais perigosos de todas as escolas. A utilização de líquidos inflamáveis exige muito cuidado e, depois de se acabarem os produtos, as respetivas embalagens devem ser deitadas nos caixotes do lixo adequados. É de evitar guardar substâncias incompatíveis no mesmo sítio porque pode causar uma reação química, podendo resultar num fogo ou numa explosão.
O estado das substâncias químicas deve ser avaliado anualmente, sendo que quando estas mostram um avançado estado de decomposição devem ser colocadas no lixo, que deve ser despejado regularmente.
As instalações elétricas no laboratório exigem especial cuidado, devendo ser verificadas frequentemente.

Na cozinha ‒ A cozinha e o seu equipamento devem ser limpos frequentemente e o lixo despejado todos os dias, evitando que se acumule. O filtro dos exaustores deve ser limpo e substituído regularmente e é obrigatório que a cozinha esteja equipada com material de segurança contra incêndio.

Nos escritórios e arrecadações ‒ Os fios do sistema elétrico não devem ficar próximos de portas, janelas ou debaixo de carpetes. A arrecadação deve ser um espaço regularmente limpo e arrumado e a utilização de produtos de limpeza deve ser cuidadosa.

Além dos cuidados acima descritos, os simulacros de incêndio e exercícios são de realização obrigatória no início do ano escolar e devem ser sempre levados a sério e realizados com frequência prevista na lei para garantir que alunos, professores e funcionários estão preparados para lidar com situações de emergência.