18 de janeiro de 2018

OS 16 MELHORES LUGARES PARA AS MULHERES VIAJAREM SOZINHAS (e com segurança).


A Travel+Leisure analisou os destinos de viagem em termos de segurança e acessibilidade e elegeu os 16 melhores locais para as mulheres viajarem sozinhas. Venha descobrir quais são!





1. Barcelona, Espanha. – Barcelona é uma cidade onde se pode caminhar com facilidade e onde é muito fácil orientar-nos. Com imensos museus, edifícios emblemáticos, lojas e praia, vais ser muito difícil para uma viajante sozinha aborrecer-se.

2. Seattle, Estados Unidos. – Com uma forte cultura de café, é muito comum ir tomar um copo ou jantar sozinha em Seattle. A cidade tem também um centro muito compacto, sendo fácil visitar tudo a pé. 

3. Munique, Alemanha. – Os alemães da Bavária são muito hospitaleiros e aqui não se vai sentir sozinha. É muito fácil misturar-se com os locais: basta pedir uma cerveja num dos muitos biergarten ou perder-se nos mercados de Natal.

4. Dubrovnik, Croácia. – Com uma baixa taxa de criminalidade e com o turismo em crescimento, esta é uma cidade apetecível para as mulheres viajantes. Perca-se na muralha de 2 km ou entre nas lojas mais tradicionais. Há também uma praia bem perto do centro histórico onde poderá desfrutar do Mar Mediterrâneo.

5. Austin, Estados Unidos. – Esta cidade texana tem-se tornado cada vez mais popular e é um ótimo lugar para conhecer novas pessoas, principalmente num dos vários festivais da cidade.

6. Salzburgo, Áustria. – A cidade natal de Mozart é convidativa e encantadora. É possível explorar esta cidade a pé, passando pelos jardins Mirabell e pela catedral Nonnberg. O maior biergarten fica no Augustiner Brau.

7. Taipei, Taiwan. – A capital de Taiwan mistura o tradicional com a modernidade, tendo a azáfama das cidades asiáticas, mas os confortos ocidentais. As ruas estão sinalizadas em inglês e apesar da taxa de criminalidade ser baixa, existe uma "zona de segurança" com video-vigilância no metro onde as mulheres podem aguardar.

8. Saba, Caribe. – Esta ilha caribenha pertence à Holanda e é um pequeno paraíso desconhecido. A pequena população é bastante hospitaleira e o local é bastante seguro para uma aventura a solo. Um local ideal para fazer trekking e scuba diving.

9. Okinawa, Japão. – A ilha de Okinawa é um gigante resort japonês. Aqui, as temperaturas e as praias tropicais juntam-se à segurança japonesa. Além das praias, na capital Naha vai encontrar várias atividades culturais para a manter ocupada.

10. Copenhaga, Dinamarca. – Esta é mais uma cidade que é possível percorrer a pé ou de bicicleta. Além de um elevado nível de segurança, esta é uma cidade que é escolhida por muitos viajantes a solo, que passeiam pela cidade sozinhos. Não se vai sentir estranha.

11. Melbourne, Austrália. – Esta é uma das cidades onde a qualidade de vida é superior. As temperaturas mediterrâneas, a proximidade à praia e as várias atrações tornam-na uma cidade simples e fácil para viajantes a solo.

12. Estocolmo, Suécia. – Estocolmo associa um centro histórico pitoresco virado para as águas do Mar Báltico com os restaurantes, lojas e cafés mais modernos. E é uma cidade muito convidativa para viajantes a solo.

13. Geirangerfjord, Noruega. – Na Noruega encontram-se alguns dos fiordes mais belos do mundo. Localizados junto à costa, tratam-se de grandes entradas do mar entre altas montanhas rochosas. A beleza natural é fantástica e é um dos locais mais seguros (e acessíveis com vários percursos sinalizados e transportes) para uma viajante sozinha se aventurar no trekking.

14. Washington D.C., Estados Unidos. – Com uma enorme oferta cultural num centro compacto, Wasshington D.C. é ideal para uma viajante a solo. Percorra o National Mall e os seus números museus e memoriais para uma viagem pela história norte-americana.

15. Islândia. – Cada vez mais explorado em termos de turismo, neste país encontram-se muitas viajantes a solo, quer seja na capital, ou num dos percursos de trekking. Não é de admirar, já que este país ocupa o primeiro lugar no índice da Paz (Institute for Economics and Peace) e na Igualdade de Género (World Economic Forum).

16. Londres, Reino Unido. – A grande metrópole britânica não intimida as viajantes a solo. Com enorme oferta cultural (onde grande parte dos museus são gratuitos) e muitos mercados de rua para explorar, não se vai sentir sozinha aqui. Existe também uma forte cultura de pub, onde é muito comum cada um desfrutar a sua cerveja sozinho.




E agora 10 regras de segurança para não ter problemas…


1. Segurança é também uma viagem bem planeada. Pesquise bem sobre o destino, lugares de risco, o que deve ser evitado, particularidades. Cada cidade possui as suas especificidades. Desvende antes de colocar o pé na estrada!

2. Experiências na Web. A internet tem sido considerada uma grande aliada para planear viagem. Leia os blogs de viagens e descubra sobre as experiências de outras pessoas. Há sempre algo que pode ser acrescentado.

3. Escolha o alojamento cuidadosamente. Boa localização (bairros mais seguros). Albergues são a melhor opção para interagir com outros viajantes sozinhos. Verifique aqueles filiados ao Hostelling International para a sua segurança.

4. Cuidado com o transporte para o hotel. Informe-se sobre o tempo e o custo aproximado do transporte do aeroporto (ou rodoviária) até o seu local de hospedagem. Existem muitos taxistas que adoram dar “voltinhas” com o turista ou cobrar mais caro em vários lugares do mundo. Se possível negocie o preço antes de entrar no transporte.

5. Não pareça um turista o tempo todo. Não fique exibindo a câmara fotográfica (tire foto e guarde rapidamente), não vista camisas turísticas, não ande com guias nas mãos o tempo todo. Dependendo do destino, isso chama atenção e pode deixar a pessoa vulnerável. Precisa de ver algo no guia? Entre dentro de uma loja, um café, por exemplo.

6. Verifique horários, transportes e prestação de serviços. Antes de colocar o pé para a fora do seu lugar de hospedagem, tenha essas informações. Sem falar que locais de prestações de serviços oficiais (guias, hotéis) podem ser mais seguros. Mais segurança = mais informação.

7. Confie, desconfiando. Uma viagem sozinha é uma excelente oportunidade para conhecer pessoas, trocar ideias, mas ninguém precisa partilhar tudo com quem acabou de conhecer. Quem você acabou de conhecer não é o seu melhor amigo.

8. Descubra o contato da policia/esquadra do turista de destino, coloque cadeados nas malas, use uma bolsa anti-roubo para pôr dinheiro ou cartões e “turistar”. Certifique-se quais as medidas que devem ser tomadas em caso de perda/roubo do cartão de crédito ou outros valores (antes da viagem). Tenha cuidado com os seus pertences.

9. Tenha uma visão sobre os aspectos sociais do destino. Ninguém está dizendo que é preciso ser um cientista social para “turistar” com segurança, mas pode ser crucial recolher algumas informações para conhecer mais sobre a segurança do local.


10. Confie na sua intuição e bom senso (seja sobre alguém ou algum lugar)! Você está por sua conta e risco!








ASSÉDIO SEXUAL NO EMPREGO. OS SINAIS A QUE DEVE ESTAR ATENTO.

Considera que está a ser vítima de assédio sexual no local de trabalho mas não tem a certeza? Eis o que precisa de saber para identificar este tipo de assédio e agir adequadamente.



De acordo com o guia informativo "Prevenção e combate de situações de assédio no local de trabalho: um instrumento de apoio à autorregulação", elaborado pela Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) o primeiro passo passa para perceber, de forma clara, os elementos que constituem o assédio. Eis o que precisa de saber:

- O assédio é um processo, não é um fenómeno ou um facto isolado, por mais grave que este possa ser (pode até ser crime se for um ato isolado mas não é uma situação de assédio), pressupondo sempre um conjunto mais ou menos encadeado de atos e condutas, que ocorrem de forma reiterada;

- Tem por objetivo atingir a dignidade da vítima e a deterioração da sua integridade moral e física, que pode, eventualmente, conduzir à diminuição da sua capacidade de resistência relativamente a algo que não deseja, levando-a a ceder;

-É um aproveitamento da debilidade ou fragilidade da vítima ou da sua posição profissional hierarquicamente inferior ou da precariedade do respetivo vínculo laboral e da necessidade da manutenção deste para conseguir garantir a subsistência;

- Pode existir a intenção do agressor em se livrar da vítima, resultante de um comportamento sistemático.


ATOS E COMPORTAMENTOS SUSCETÍVEIS DE SEREM CLASSIFICADOS COMO ASSÉDIO SEXUAL NO TRABALHO:

- Repetir sistematicamente observações sugestivas, piadas ou comentários sobre a aparência ou condição sexual;

- Enviar reiteradamente desenhos animados, desenhos, fotografias ou imagens de Internet, indesejados e de teor sexual;

- Realizar telefonemas, enviar cartas, sms ou e-mails indesejados, de caráter sexual;

- Promover o contacto físico intencional e não solicitado, ou excessivo ou provocar abordagens físicas desnecessárias;

- Enviar convites persistentes para participação em programas sociais ou lúdicos, quando a pessoa visada deixou claro que o convite é indesejado;


- Apresentar convites e pedidos de favores sexuais associados a promessa de obtenção de emprego ou melhoria das condições de trabalho, estabilidade no emprego ou na carreira profissional, podendo esta relação ser expressa e direta ou insinuada.









29 de novembro de 2017

Revista CINTURÃO NEGRO (Dezembro, Novembro, Outubro, 2017)


Revista internacional de Artes Marciais, Desportos de Combate e Defesa Pessoal

CINTURÃO NEGRO - Edição Quinzenal

Clique no nº da revista para  ler online ou fazer download




Dezembro 2017 


 Nº 348                                                 Nº 349





Novembro 2017 



 Nº 346                                                 Nº 347




Outubro 2017 

 Nº 344                                                 Nº 345




Revista Gratuita Online CINTURÃO NEGRO (Quinzenal)





19 de novembro de 2017

O SEU FILHO É ALVO DE BULLYING?

Luís Fernandes, psicólogo e investigador, co-autor do livro «CyberBullying - Um Guia para Pais e Educadores», explica como reagir perante estas situações e indica o que nunca, mas nunca, deve fazer.



Dados do Programa Escola Segura e da GNR indicam que o bullying nas escolas portuguesas aumentou nos últimos anos. O número crescente de queixas que tem chegado às autoridades também o confirma. Luís Fernandes, psicólogo e investigador na área do bullying e da violência na escola, confirma esse crescendo, explicando que se trata de “comportamentos agressivos entre crianças e jovens em idade escolar”.

“São ações repetidas que nascem de um desequilíbrio de poder, através de agressões físicas, psicológicas e/ou sexuais, algumas realizadas via internet e dispositivos digitais [cyberbullying]”, refere. “Pais e educadores devem atuar rapidamente pois o bullying só pode ser vencido com o apoio de toda a comunidade educativa, sendo essencial que vítima, agressor e quem assiste à agressão sejam acompanhados”, diz.


COMO AGIR

Siga as orientações de Luís Fernandes, psicólogo e investigador na área do bullying e da violência na escola.

Com o seu filho

- Dê o seu apoio. “Seja solidário com a criança/jovem transmitindo-lhe que poderá contar consigo em qualquer circunstância, que irá resolver a situação. Caso tenha sido o próprio a contar o que está a passar-se, elogie a sua coragem”, aconselha o especialista.

- Evite acusações. “Não acuse a criança/jovem por, de alguma forma, ser responsável pela situação. Isso não ajuda em nada a resolução do problema e fragiliza mais a vítima”, assegura o psicólogo e investigador.

- Envolva-se. “Vá acompanhando a situação de perto, pois isso transmite segurança e permite ainda monitorizar e intervir precocemente perante novas situações que possam surgir”, realça o especialista.

Com a escola

- Defina um plano de atuação. “Contacte o professor titular da turma [no primeiro ciclo], o diretor de turma [nos outros ciclos de ensino] e/ou a direção da escola para perceber se estão a par da situação e definir-se um plano que proteja a criança/jovem”, sugere Luís Fernandes.

- Conheça o regulamento interno. “Saiba quais os procedimentos previstos para estas situações, se existe um regulamento interno que refira os comportamentos que não são aceitáveis, assim como as suas consequências”, recomenda o psicólogo e investigador.

- Informe-se sobre o caso. «Apure se as agressões e/ou humilhações decorrem há muito tempo e quais os principais locais onde costumam ocorrer e se existem desconfianças por parte dos pais do agressor», insiste o especialista.

- Sugira uma ação de sensibilização. “Sensibilizar quem assiste à agressão é uma mais-valia para a resolução destes problemas. Sugira uma ação pedagógica junto dos colegas do seu filho”, sugere ainda.


Com o agressor

- Nunca o contacte. “Evite contactar diretamente os agressores ou os pais destes a pedir satisfações ou a exigir que estes deixem de incomodar os seus filhos, pois esta situação poderá agravar as agressões», alerta o psicólogo Luís Fernandes. psicólogo e investigador., co-autor do livro «CyberBullying - Um Guia para Pais e Educadores», publicado pela Plátano Editora, em parceria com Sónia Seixas e Tito de Morais.

- Procure um mediador. “O ideal será entender se existem pessoas que funcionem como mediadores da própria situação, como, por exemplo, um diretor de turma ou o coordenador dos diretores de turma (normalmente um dos docentes mais experientes da escola), o psicólogo (caso exista) ou o diretor da escola”, sugere.

“A participação dos funcionários é igualmente fundamental uma vez que a maioria dos casos ocorre nos recreios e/ou espaços comuns da escola”, realça ainda o especialista português.


OS NÚMEROS DO BULLYING

- 25% das crianças e jovens em idade escolar, seja como vítimas, agressores ou nesse duplo papel [vítimas que se transformaram em agressores], estão envolvidas em casos de bullying.

- 616 casos de bullying registados mensalmente em Portugal.

- Mais de 50% das vítimas não denunciam as agressões.

- 70% das situações de bullying ocorrem nos recreios e/ou espaços comuns da escola.



Texto: Carlos Eugénio Augusto e Luís Fernandes (psicólogo e investigador na área do bullying e da violência na escola e co-autor do livro “CyberBullying - Um Guia para Pais e Educadores”, publicado pela Plátano Editora, em parceria com Sónia Seixas e Tito de Morais.)


19 de outubro de 2017

Polícia Judiciária: Já pode fazer queixas online

Foi em agosto que a Polícia Judiciária passou a disponibilizar um novo site. Este novo portal reúne toda a informação pública e institucionalmente relevante. E recentemente foi disponibilizada uma nova funcionalidade que já permite aos cidadãos realizar queixas online.


O sistema de queixa eletrónica, constitui um serviço público integralmente online, que, sem quebra da indispensável segurança jurídica e com redobradas garantias de privacidade, evita a deslocação do cidadão às instalações da PJ para apresentação de queixas.

A queixa eletrónica facilita a comunicação à PJ de factos qualificados como crime, bem como de factos referentes à sua preparação ou execução. Apenas deverão ser comunicados crimes que integrem a competência reservada da PJ, previstos nos artigo 7.º e 8.º da Lei de Organização de Investigação Criminal (Lei n.º 49/2008, de 27 de Agosto).

Para proceder ao envio de uma Queixa Eletrónica para a Polícia Judiciária é necessário que se identifique utilizando o seu Cartão de Cidadão.


A receção da queixa eletrónica, que apenas deve ser usada para crimes que não careçam de intervenção imediata, não invalida que possa ser convocado para a realização de atos processuais.


Em situações de urgência ou que requeiram intervenção imediata, deverá contactar o Piquete da Polícia Judiciária ou utilizar o Número Nacional de Emergência: 112

Para além da funcionalidade Queixa Electrónica também pode encontrar no portal da PJ outras funcionalidades online como a Denúncia Anónima e Comunicar Operação Suspeita (UIF-Unidade de Informação Financeira).


22 de agosto de 2017

Saiba o Que Fazer em Caso de Ataque Terrorista

Este é um pequeno guia realizado pela PSP para informar as pessoas sobre o que devem fazer em caso de atentado terrorista.




Na sequência dos ataques terroristas mais recentes em todo o mundo, o Comando Metropolitano de Lisboa da Polícia de Segurança Pública – PSP– enviou um comunicado a todas as redacções em que diz que "desde há alguns meses tem vindo a proceder ao reforço de vigilância e segurança em áreas e locais de maior concentração de pessoas".

"Apesar do grau de ameaça terrorista em Portugal se manter moderado, não sofrendo alterações, a PSP, em coordenação com a CML encontra-se a implementar no terreno medidas, que já estavam a ser pensadas há algum tempo, antes dos recentes atentados em Barcelona", acrescenta a PSP.


"No decurso de permanente adaptação e dinâmicas naturais na vertente da segurança entendeu este Comando propor o reforço de medidas passivas de segurança na via pública, tendo em vista melhorar a protecção em zonas com elevada afluência de pessoas, permitindo soluções compatíveis com o acesso rápido para eventuais operações de socorro, em particular por parte dos bombeiros e ambulâncias, nomeadamente colocação de barreiras físicas (blocos de betão e pilaretes) para dificultar o acesso de veículos", pode ler-se no comunicado.



Além disso, a força de segurança garantiu ainda que em zonas com muita afluência,  como o Chiado, a Rua Augusta e o Mosteiro dos Jerónimos já estão a ser feitas intervenções como medida de prevenção.


A PSP deixou ainda um guia sobre o que as pessoas devem fazer caso ocorra um ataque terrorista em Portugal


FUGIR – "Esta é a melhor opção para se proteger. Não tente enfrentar, não tente negociar."

PROTEGER – "Esconda-se, barrique-se num edifício ou estabelecimento até que as autoridades cheguem ao local. Quando em segurança..."

LIGAR – "Use o 112. A sua descrição dos acontecimentos pode ajudar a polícia. Se estiver escondido, diga onde se encontra, isso vai facilitar o seu socorro."



"Lembre-se FUGIR, PROTEGER, LIGAR"











16 de agosto de 2017

Como Deixar a Sua Casa Mais Segura… Quando Vai de Férias!



Se vai fazer uma viagem com a família durante o fim de semana ou mesmo fazer férias por um período mais prolongado, então é bem provável que a sua casa fique temporariamente sem ninguém. Casas em que os habitantes estão fora são um chamariz para os "amigos do alheio". Em períodos de férias regista-se um aumento de assaltos a residências. No entanto, para que ao voltar da sua viagem não tenha uma surpresa desagradável, eis alguns procedimentos de segurança que pode adotar para prevenir alguma tentativa de intrusão.



1. Avisar a PSP


Todos os anos a Polícia de Segurança Pública (PSP) leva a cabo a "Operação Férias" de forma a garantir a segurança da residência dos portugueses durante os dias em que não se encontram em casa. De 1 de Julho a 15 de Setembro pode deslocar-se à esquadra da PSP da sua área de residência e preencher um formulário onde informa dos dias em que está fora. Deve apresentar o seu cartão do cidadão e o comprovativo da morada (conta da água ou da luz) e procurar esclarecimentos das suas dúvidas em relação a este programa, o qual a PSP põem em prática todos os anos. Desta forma as autoridades garantem que as residências dos portugueses estejam sob vigilância enquanto os seus habitantes estão a gozar as suas férias. Este serviço não tem custos adicionais e pode ser pedido até 48 horas antes da partida. Os agentes de segurança pública irão durante o seu período de férias realizar visitas sistemáticas à sua habitação de forma a comprovar a segurança da casa. Além disso, se existir qualquer indício de que houve alguma questão que pôs a segurança da sua habitação em causa será imediatamente alertado. Saiba mais informações sobre esta operação no site do Ministério da Administração Interna (MAI). 


2. Usar lâmpadas inteligentes


Uma lâmpada inteligente, entre muitas outras funções, pode ser programada para funciona de maneira a ficar acesa quando está escuro e apagar quando deteta que está claro. Dessa forma, você não gasta eletricidade o dia todo. Se tiver lâmpadas deste género em casa, os criminosos podem pensar que há alguém lá dentro. Veja um exemplo deste tipo de lâmpadas à venda na worten.pt 


3. Programe a televisão


Para dar a impressão de que ainda há gente em casa, programe a televisão para diariamente ligar e desligar a uma determinada hora. O mesmo pode ser feito com um aparelho de som, por exemplo.


4. Alarme...


Se vai viajar não se esqueça naturalmente de fechar bem as janelas da sua habitação e se for caso disso, reforçar as fechaduras da porta de casa. Se vive numa zona com níveis de criminalidade elevados, uma boa solução é optar pela instalação de um alarme. No mercado pode encontrar diversos sistemas de alarme a preços acessíveis. Pode visitar o site Compara Alarmes para descobrir o que melhor se adapta ao seu caso. Se entretanto preferir um sistema de alarme associado a uma empresa, tenha em conta que lhe pode ser exigida uma fidelização que ultrapassa largamente o período de férias. Informe-se bem antes de tomar uma decisão.


5. Seguro multirriscos


A lei só obriga a contratar um seguro de incêndio para quem tem casa, mas se optar por um multirriscos-habitação fica melhor protegido e, na larga maioria das vezes, por pouco mais dinheiro. Saiba mais no site da DECO sobre como escolher o seguro Multirriscos-habitação mais adequado para si.


6. Com bens valiosos não facilite as coisas


Joias, obras de arte, coleções valiosas e outros artigos do género devem ser mantidos num local seguro, como o cofre de um banco. Se preferir, pode instalar um cofre em casa. Faça uma lista pormenorizada dos bens que tem e descreva as principais características (por exemplo, dimensões) e os números de série, se for caso disso. Tirar fotografias é boa ideia, pois em caso de roubo será mais fácil às autoridades localizarem e identificarem as peças.


7. Ter a ajuda de alguém de confiança


Jornais e revistas empilhadas na porta da sua casa podem chamar a atenção de criminosos. É bom que algum parente ou amigo de confiança faça visitas regulares à sua casa para regar as plantas e recolher o seu correio, abrir as janelas etc. Isso dará a impressão de que a casa não está vazia.


8. "O segredo é a alma do negócio"


Seja discreto. Informe que vai de férias apenas a quem for necessário. Evite "postar" que vai de férias nas redes sociais e isso inclui não publicitar "selfies" em locais de lazer. A regra de ouro é publicar o que aconteceu e não o que está acontecer.


9. Cuidados ao chegar de viagem


Se a família está voltando de viagem dentro de um carro, é importante que observe com atenção o local antes de sair dele. Assim que entrar em casa, será o momento também para verificar cuidadosamente se as portas e janelas se encontram como na altura em que foi de férias e se no interior da residência não existem sinais de desarrumação ou da falta de quaisquer objetos de valor. Na eventualidade de detetar algum indício de furto, deve manusear ao mínimo o local e comunicar de imediato às autoridades locais, que providenciarão as medidas cautelares necessárias a preservar os eventuais meios de prova existentes.


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