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6 de dezembro de 2023

Compras de Natal em Paz e Segurança

 Na maioria dos Centros Comerciais há um elevado e ao mesmo tempo discreto sistema de segurança que, não só envolve pessoas com formação adequada para o efeito, mas também o apoio de sofisticados sistemas eletrónicos próprios desta nossa era digital. Como consequência, o aspeto da segurança aliado ao conforto proporcionado por uma grande e diversificada oferta comercial, acaba por estar na base de um aumento, cada vez maior, de pessoas a estas grandes superfícies. Especialmente em determinadas alturas do ano, como é o caso das festividades natalícias. O facto é que o cidadão, pelo menos em termos de segurança, sente-se assim mais tranquilo do que nas lojas do comércio tradicional.



Apesar da segurança inerente a esses locais e de não haver um registo relevante de crimes, eles não estão isentos de problemas. A realidade é que os furtos, os roubos e outros conflitos de natureza criminosa também existem nesses espaços. 
 
Para não seres alvo de uma experiência desagradável é importante observares alguns cuidados a ter quando vais fazer compras a locais com grande concentração de pessoas. Em termos de segurança pessoal, a tua maior arma (e também a da tua família) é a PREVENÇÃO. Ou seja, a capacidade de te antecipares a situações potencialmente perigosas.

Os comportamentos de segurança que vais observar de seguida, são para serem colocados em prática com a dose adequada de bom senso. Não precisas de te transformar num fanático da segurança. Apenas precisas saber que em determinadas situações deves atuar preventivamente e com sabedoria.


Assim, toma nota:

                                                         
● Roupas e objetos  Procure vestir-te de forma simples. Evita usar relógios caros e joias que despertem a atenção de olhos indiscretos. Leva apenas os documentos necessários. Se possível, opta por uma pequena bolsa tipo mochila (que deve ficar na frente e não nas costas) com alças seguras.

Tem cuidado com o teu telemóvel. Não andes com ele pela mão como uma criança. E já agora, não fiques vulnerável quando estás a falar ao telefone, não te desligues do mundo. Para além de ti e da pessoa com quem estás a falar, existe mais vida…e que vida!!! (O mesmo se aplica quando ouves música com os auriculares nos ouvidos).

● Compras – Evita ao máximo a utilização de dinheiro em espécie. Prefere pagar as tuas contas com cartão. Separe uma quantia de dinheiro para pequenas compras como café, transportes, etc.
  Antecipe as tuas compras para dias e horários de menor movimento.

● Andar nas ruas – Quando estiveres a andar nas ruas, verifique se estás sendo seguido ou observado por alguém. Se achares que estás nessa situação, inverta o sentido do seu percurso ou entra num estabelecimento qualquer. Evita também passar perto de aglomerações e grupos suspeitos. Se necessário, passa para o outro lado da rua.

● Multibanco – Se tiveres que levantar dinheiro sê prudente e está atento ao ambiente que te cerca. Sê discreto ao guardares o dinheiro. Lembra-te: a partir desse momento não és só tu que sabe que transportas dinheiro.

● Assalto à loja – Se ocorrer um assalto numa loja quando estiveres às compras, não tentes correr ou reagir. Obedeçe a tudo que os assaltantes mandarem, assim evitarás reações perigosas e eles sairão rapidamente. O máximo que podes perder são uns trocos e os documentos que tinhas contigo, além dos cartões que podem ser rapidamente cancelados por telefone.

● Carro – Procure estacionar a tua viatura num parque, é sempre mais seguro e prático para o transporte das tuas compras. Se estacionares na rua e com orientação de um arrumador deves dar sempre uma pequena gratificação. É mais seguro!!! Não é preciso lembrar, mas já agora, nunca deixes objetos de valor à vista… 

● Crianças – Nesta altura os Centros Comerciais estão cheios de gente e de coisas que chamam a atenção especialmente de crianças. Se estás a fazer compras acompanhado de crianças, então nunca as percas de vista. Combine com elas o que devem fazer (e o que não devem fazer) no caso de se perderem. Não te esqueças que uma criança pequena deve ter sempre consigo elementos que a possam rapidamente identificar e facilitar o contacto imediato com os pais ou outros parentes. Por exemplo, um papel ou cartão com o nome a morada e o telefone.


E não te esqueças, a prevenção é sempre a tua melhor defesa!!!



31 de julho de 2023

O que Fazer se a Casa for Assaltada?

A Prosegur criou um documento onde aconselha  os passos a adotar no caso de assalto na habitação. A empresa escreve em comunicado que “a preocupação com a segurança da casa é constante para muitos portugueses, pelo que a primeira coisa a fazer é tomar medidas preventivas”.

A Prosegur destaca como passo essencial a criação de “um inventário do que se tem em casa. Esta medida é pouco utilizada, mas muito importante”. De acordo com os especialistas em segurança, é aconselhável fazer um inventário dos objetos de valor que temos em casa e documentá-los com fotografias. Em muitos casos, os objetos roubados são recuperados, mas se não houver um relatório com uma fotografia, é muito difícil saber a quem pertence cada objeto recuperado e devolvê-lo ao seu proprietário.

Em segundo lugar, a Prosegur aconselha reforçar a segurança da casa. “A prevenção é fundamental para evitar ser vítima de um roubo ou de uma ocupação. É importante identificar os pontos fracos da segurança da casa e reforçá-los. Neste sentido, recomendamos considerar a possibilidade de contratar um sistema de alarme ou instalar uma porta blindada e barras nas janelas. Tudo isso ajudará a proteger melhor a casa”, escreve a empresa em comunicado.

Na hipótese de ser alvo de um assalto em casa, os especialistas de segurança da Prosegur Alarms detalham os passos a seguir: 

• Não entrar em casa. Se, ao chegar a casa, verificar que a porta está aberta, que há sinais de arrombamento da fechadura ou que há uma janela partida, não deve entrar. Além disso, se o proprietário suspeitar que os assaltantes ainda estão dentro da casa, é importante evitar um confronto.

• Chamar a polícia. As autoridades encarregar-se-ão de tomar as medidas necessárias. Enquanto esperam, as vítimas do assalto podem tirar fotografias e fazer vídeos, sempre a partir de um local seguro.

• Não mexer em nada. No caso de entrar em casa enquanto espera pela chegada da polícia, evite tocar ou mover objetos, pois isso pode alterar o cenário. A polícia irá examinar o local para encontrar impressões digitais ou qualquer outra pista que possa ajudar a encontrar os intrusos.

• Fazer uma lista de todos os objetos roubados. Quando for possível aceder à casa em segurança, é essencial examinar cada divisão e fazer uma lista tão completa quanto possível de tudo o que foi roubado ou danificado. Se tiver o inventário que fez anteriormente, deve incluir fotografias e, se disponível, faturas ou documentos que comprovem os artigos roubados.

• Apresentar queixa. Deve apresentar queixa o mais rápido possível. Uma vez formalizada a queixa, é importante guardar o número de referência para que a companhia de seguros, caso tenha um seguro de recheio contratado, possa processar o pedido de indemnização.

A Prosegur Alarms lançou uma proposta de proteção 360º que inclui a segurança física do lar, através de alarmes e do serviço VigilantePremium (segurança motorizada); segurança pessoal, com o serviço ProsegurContiGo; e segurança digital, protegendo a rede Wi-Fi do cliente e os dispositivos conectados.


3 de abril de 2023

Dicas para Manter a sua Casa mais Segura no Período da Páscoa

A Páscoa está a chegar e, com ela, as férias escolares e o fim de semana alargado. Esta é uma altura em que muitos portugueses aproveitam para viajar ou visitar a família noutras zonas do País e a ausência das suas casas pode motivar assaltos. Inclusive, segundo os dados da Central Recetora de Alarmes (CRA) da Securitas Direct, o período da Páscoa tende a registar um aumento de 12,5% de tentativas de intrusão. Como tal, a Securitas Direct reuniu dez dicas, para que possa manter a sua casa especialmente segura durante este período.

1.Garanta que as janelas e as portas ficam totalmente fechadas. Inclusive, as portas do interior podem ficar fechadas, para dificultar o trabalho de intrusos. Pode também reforçar as janelas com um prego entre os painéis.

2.Verifique as fechaduras das portas e das janelas. Se as fechaduras tiverem tranca vão dificultar a sua abertura.

3.Guarde os objetos de maior valor num cofre ou em lugares de acesso mais difícil.

4.Assegure que as chamadas que vão para o seu telefone têm resposta, reencaminhando as chamadas para o telemóvel. O toque do telefone constante e a ausência de resposta podem indicar a possíveis intrusos a sua ausência.

5.Mantenha a aparência de que a casa está habitada, deixando, por exemplo, algo num estendal ou os estores subidos nalgumas divisões.

6.Crie a ilusão de que está alguém em casa, através de domótica. Instale um dispositivo que acenda as luzes e o rádio automaticamente para criar esta ilusão.

7.Informe um vizinho, um familiar ou um amigo de confiança que possa ir por vezes verificar se a casa se mantém segura.

8.Não publique nas redes sociais nada relativo à sua ausência, para não informar possíveis ladrões acerca da sua ausência.

9.Invista num sistema de videovigilância a que possa aceder através do telemóvel. Desta forma pode manter a sua casa permanentemente sob vigilância enquanto se encontrar fora.

10.Certifique-se de que o seu sistema de alarme e de videovigilância está em pleno funcionamento.

21 de outubro de 2022

Como proceder se a pensão de alimentos não for paga?


A queixa pode ser apresentada assim que passarem dez dias após a falha de pagamento. Se o progenitor que paga a pensão deixar de o fazer, cabe ao outro reclamar os pagamentos em tribunal. No entanto, terá de provar que existe a obrigação de pagamento, por exemplo, através de acordo escrito ou sentença. Além disso, é preciso demonstrar que o pagamento não está a ser cumprido.

A queixa pode ser apresentada assim que passarem dez dias dez dias sobre a data em que o pagamento da pensão deveria ter sido efetuado.

O pedido de retoma do pagamento deve abranger as pensões de alimentos futuras, e não só as que estão por pagar.

Sempre que possível, o queixoso deve identificar a entidade patronal do faltoso, para que o tribunal possa ordenar a dedução da pensão no respetivo salário.

Se não for possível, o tribunal averigua a existência de alguma fonte de rendimento do faltoso junto da Segurança Social ou da Caixa Geral de Aposentações (para funcionários públicos).

Não se esqueça de que, se o progenitor estiver em condições de pagar a pensão de alimentos a que está obrigado e não o fizer durante dois meses seguidos, pode ser condenado ao pagamento de uma multa.


19 de julho de 2022

Casas de férias − Como evitar burlas?

Ir para uma casa que já conhece ou recorrer aos contactos de amigos podem ser formas de evitar burlas. Saiba os cuidados a ter quando procura casa para férias.

 

Para evitar dissabores, há alguns cuidados a ter sempre que procura uma casa para férias. O fator confiança é fundamental neste tipo de negócio. É aconselhável recorrer a um imóvel no qual já tenha passado férias. Os contactos de uma pessoa amiga ou de um conhecido também podem ser úteis. Assim saberá que a casa existe e que se encontra no local indicado.

Há vários anúncios na internet ou nos jornais cujos imóveis não pertencem a quem, supostamente, os disponibiliza. Por vezes, nem sequer se localizam no sítio indicado porque as imagens são editadas. Por estas razões, deve procurar casa para férias em plataformas ou jornais fiáveis.

Comece por confirmar no anúncio o número de registo Alojamento Local (AL) e, de seguida, confirme-o no site do turismo de Portugal. Assim, ficará a saber a localização da casa, quem é o seu titular e os respetivos elementos de identificação (contribuinte, telefone e e-mail).

Quem procura casa para férias deve evitar precipitações, sobretudo na altura de pagar e quando a reserva é feita através da internet.

Desconfie se for barato − Desconfie sempre de ofertas demasiado boas, como casas com preços muito baixos, que se encontrem, por exemplo, muito bem decoradas ou equipadas e com vista privilegiada para o mar.

Se a oferta for, realmente, apetecível, deve comparar ofertas idênticas no mesmo local e, se for o caso, pedir para visitar a casa. Pense duas vezes se notar alguma resistência por parte do proprietário em fazê-lo. Desculpas como residir no estrangeiro são habituais. 

Pesquise em várias plataformas − As comissões cobradas aos proprietários variam consoante a plataforma, e o mesmo apartamento pode estar anunciado em vários sítios com preços diferentes. Procure a melhor oferta.

Visite o imóvel − Quer tome conhecimento do imóvel através de um anúncio de jornal, plataforma ou por contacto direto, se possível, é aconselhável que o visite primeiro. Por vezes, as fotografias criam uma imagem diferente da que vai encontrar.

Não ceda a pressões − Um sinal de que pode estar a ser alvo de burla é se o pressionarem a tomar uma decisão rápida, por exemplo, com o argumento de que têm outras pessoas interessadas e que deve fazer o pagamento do sinal para garantir a reserva. Demore o tempo que precisar até se sentir confiante com o negócio.

Confirme antes de pagar − Antes de entregar um sinal da casa para férias através da internet, confirme:

● numa pesquisa na internet, se há anúncios semelhantes, com as mesmas fotos, ou se há denúncias de burlas sobre aquele anúncio;

● a veracidade do anunciado, pedindo outras fotos do interior da habitação, além das anunciadas, e perguntando sobre os equipamentos ou serviços associados;

   a identidade do anunciante ou da pessoa com quem tem contactado por e-mail ou telefone (pode, por exemplo, contactar a administração de condomínio para se certificar de que a pessoa de contacto é a proprietária do imóvel);

  se a identidade do titular da conta bancária a depositar coincide com a do anunciante (pode fazê-lo num terminal ATM);

  se o contacto de telemóvel que lhe foi dado se mantém ativo desde o primeiro contacto (pode simular uma nova chamada a reservar o imóvel para o mesmo período e confirmar se continua disponível);

  caso faça um pagamento e receba um e-mail ou uma mensagem indicando que houve um problema e o dinheiro não chegou ao destino, confirme a situação junto do banco antes de fazer um novo pagamento. Pode ser um esquema para tentar que pague o valor uma segunda vez. Se desconfiar de burla, cancele imediatamente a ordem de pagamento. Com sorte, pode ser que o burlão não chegue a receber;

   se não obtiver validação do perfil de utilizador durante o processo de registo na plataforma online, não avance para o pagamento de qualquer reserva de casa, nem dê autorizações para pagamentos através do cartão de crédito. Desconfie sempre que lhe solicitarem algum pagamento através de cheque, dinheiro ou recurso a serviços de transferência em dinheiro.

Reclame se correr mal − Quando a casa não corresponde ao anunciado (pelas fotos ou condições de alojamento, por exemplo) deve pedir o livro de reclamações em formato físico, que os estabelecimentos de alojamento local são obrigados a ter.

Em caso de reclamação, o original da folha é enviado para a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), a entidade responsável pelo cumprimento da lei. O titular da exploração do alojamento local está, ainda, obrigado a ter no sítio da internet (caso o tenha), em local visível e de forma destacada, o acesso à plataforma digital que disponibiliza formato eletrónico do livro de reclamações. A principal vantagem deste meio para reclamar é facilitar a apresentação de reclamação em qualquer lugar e momento, mesmo que já tenha abandonado o local onde ocorreram os factos que deram origem à reclamação. Além disso, a resposta é mais rápida, uma vez que tem de ser emitida no prazo de 15 dias

Da parte dos turistas há a obrigatoriedade de não danificar o imóvel e os equipamentos e de entregar o imóvel como encontrado.

Em caso de conflito, apresente queixa na nossa plataforma reclamar.

Denuncie as burlas − Se perceber que foi burlado, participe imediatamente o caso às autoridades policiais, munido de toda a documentação que tiver reunido: anúncio, e-mails, fotografias e comprovativos de pagamento.

● Deverá fazer a denúncia na Polícia de Segurança Pública (PSP) ou na Guarda Nacional Republicana (GNR) da sua área de residência.

● Caso a burla seja online, pode igualmente fazer a participação através do e-mail do Gabinete Cibercrime da Procuradoria‑Geral da República (cibercrime@pgr.pt).

●Também pode dar conhecimento de burlas online ao Centro Nacional de Cibersegurança (cert@cert.pt), embora esta comunicação não tenha valor de denúncia. Se tiver chegado a fazer um pagamento, comunique a burla ao seu banco.

 

Alojamento local: como divulgar


Antes de prestar serviços de alojamento local, obtenha a licença gratuita na câmara municipal. Há várias formas de divulgar o imóvel, mas algumas implicam comissões a sítios de internet.

Burlas no Airbnb − Embora os casos de burla possam ocorrer em qualquer plataforma de reservas de alojamento, a visibilidade do Airbnb torna-o num alvo preferencial. Por isso, ao fazer uma reserva neste site, deve tomar algumas precauções.

O Airbnb aconselha os utilizadores a fazerem todos os contactos com os proprietários – desde a reserva ao pagamento – na própria página. Isto porque, nalguns tipos de burla, é fundamental que o utilizador abandone a plataforma para que o esquema seja bem-sucedido.

Alegando que a aplicação do Airbnb não funciona bem no seu computador, por exemplo, o proprietário convence o utilizador a manter contacto através de e-mail ou WhatsApp, mostrando-se, habitualmente, disponível para prestar todo o tipo de esclarecimentos. Está criado o engodo. A determinada altura, o proprietário envia os dados bancários ao hóspede, que acabará por pagar pela reserva de uma casa que não existe.

Desconfie, por isso, se um proprietário lhe enviar um NIB para que faça uma transferência bancária. Os pagamentos das reservas no Airbnb devem ser sempre feitos na plataforma, que tem um sistema próprio de pagamentos.

Cuidado com os sites que imitam o Airbnb − Há esquemas que também envolvem o Airbnb, mas que têm origem noutros sites. A partir desses anúncios, os utilizadores são levados a clicar em links, acreditando que estão a ser reencaminhados para a página do Airbnb. Na verdade, estão a aceder a páginas fraudulentas que imitam quase na perfeição a primeira.

Por este motivo, não abra links que supostamente o reencaminham para o Airbnb, seja através de um anúncio externo à plataforma ou no seguimento de um contacto mantido com um falso proprietário.

Não envie também informação sensível para endereços de e-mail suspeitos (como apoio@airbnb-lease.ltd, por exemplo).

Pesquisar pela casa de férias diretamente na plataforma e não em motores de busca ajuda a evitar este tipo de problema. Para maior segurança, digite manualmente o endereço do Airbnb - www.airbnb.com ou www.airbnb.pt - na barra de endereços.


Fonte: Deco Proteste



23 de março de 2022

Europa Oriental – É seguro viajar para lá neste momento?

Com a invasão da Ucrânia e o cenário de guerra que se vive, muitos viajantes começam a sentir-se inseguros em viajar para os países vizinhos.

Depois da invasão da Ucrânia pela Rússia, quem pretendia viajar para o leste da Europa ganhou novas preocupações e, segundo a Euronews, os agentes de viagens continuam a descrever "nervosismo" em relação aos países da Europa Oriental que veio amortecer o boom de viagens que era esperado em 2022, aquando da diminuição de restrições devido à pandemia.

Um inquérito realizado pela agência de viagens MMGYGlobal revelou que a guerra na Ucrânia está a ter o dobro do impacto da pandemia nos planos dos americanos de visitar a Europa. Dos inquiridos, 62% revelaram-se preocupados com a possibilidade da invasão propagar-se para os países vizinhos e 47% preferem esperar para ver como a situação evolui antes de reservar férias.

A Agência Europeia para aSegurança da Aviação (EASA) tem partilhado as suas avaliações sobre o espaço aéreo nas proximidades da Ucrânia através do Conflict Zone Information Bulletin(CZIB). A actualização de 24 de fevereiro adverte contra as viagens sobre a região de Chisinau, na Moldávia, Minsk, a capital da Bielorrússia, assim como Rostov, no sul da Rússia. Todos os 27 Estados-Membros da União Europeia, assim como os EUA, Reino Unido, Albânia, Canadá, Islândia, Noruega e Suíça proibiram os voos russos de entrar no seu espaço aéreo.

É seguro viajar para países como a Polónia, Hungria e Eslováquia?

A resposta dos especialistas, citados pela Euronews, é sim. No entanto, vale a pena verificar as últimas informações antes de viajar. Se viajar para a Polónia, lembre-se que o país está a receber um grande número de refugiados, pelo que deve reservar alojamento com maior antecedência. As áreas polacas junto à fronteira com a Bielorússia estão encerradas.

"A Hungria continua a ser um país seguro, e a vida aqui continua como normal", garantiu um porta-voz da Agência Húngara de Turismo à CNN Travel. "O Governo húngaro está a fazer o seu melhor para evitar o envolvimento na guerra e para preservar a segurança tanto dos residentes da Hungria como dos turistas que a visitam", acrescentou.

Países como a Estónia, Letónia e Lituânia continuam a receber voos normalmente, o que significa que os peritos em aviação consideram seguro fazê-lo. A Lituânia, no entanto, declarou estado de emergência no dia 24 de fevereiro em resposta à invasão russa da Ucrânia. Se visitar o país, é agora obrigado a mostrar um documento de identificação com fotografia sempre que pedido pelas autoridades. Os controlos pontuais podem também estar em funcionamento nos postos fronteiriços, mas as autoridades não desaconselham as viagens.

Embora a maioria dos grandes navios de cruzeiro que parariam em território russo tenham feito alterações em vez de cancelarem completamente, alguns operadores de cruzeiros fluviais foram forçados a cancelar as viagens programadas para a Ucrânia.


Susana Sousa Ribeiro



16 de dezembro de 2021

5 Sugestões para compras digitais mais seguras

 


Costuma entregar o cartão ao funcionário do restaurante para que este trate do pagamento? Ou colocar o PIN no terminal sem atenção a quem poderá estar de olho? Estes são dois dos cenários apontados pela Visa como sendo potencialmente perigosos. A pensar na quadra festiva – e numa altura de maior consumo e de mais movimentações –, a empresa partilha cinco sugestões que podem ajudar a tornar o Natal mais seguro. Desconfiar e estar atento são dois dos comportamentos mais importantes no geral, mas há aspetos mais específicos também a ter em consideração:

 1 – Pague em segurança em loja e proteja o seu cartão e o seu código PIN. Quando for pagar num restaurante, peça ao funcionário para trazer o terminal de pagamento à sua mesa, por exemplo, em vez de deixar que levem o seu cartão, sem a sua supervisão, para a caixa registadora. Quando colocar o seu PIN, mantenha a mão sobre o terminal para proteger o número de olhares curiosos. Lembre-se, se detetar pagamentos invulgares e pensar que alguém pode ter utilizado o seu cartão sem a sua autorização, pode sempre ligar ao seu banco e pedir para bloquear o cartão.

 2 – Pague online com segurança. Ao efetuar compras online, verifique o URL para garantir que começa com https://. O “s” no final confirma uma ligação segura. Poderá também ser-lhe pedido que forneça um código único (enviado para o seu telemóvel ou email), impressão digital, ou reconhecimento de voz ao efetuar um pagamento. Isto pode acontecer por uma questão de segurança e o seu banco só quer ter a certeza de quem é a pessoa que está a utilizar o seu cartão.

 3 – Pagar com segurança através das apps. Mude para reconhecimento de impressão digital ou facial ao efetuar o login de contas e/ou pagamentos, se essas opções forem uma possibilidade. Do ponto de vista da Visa, estes métodos são mais seguros e muito mais fáceis de utilizar do que as passwords.

 4 – Tenha atenção a fraudes de phishing. Tenha cuidado com emails ou chamadas telefónicas não solicitadas e suspeitas. Podem tentar roubar informações pessoais como o número de conta, nome de utilizador e palavra-passe. Em caso de dúvida, não clique em nenhuma ligação que não conheça e não descarregue ficheiros dos quais não sabe a origem.

 5 – Atualizar o software do sistema e da aplicação. Instale o software mais recente antes de fazer compras com o seu computador, tablet ou smartphone. As empresas tecnológicas trabalham arduamente para o manter em segurança – atualizar o seu software ajuda-os a corrigir e a protegê-lo de vulnerabilidades.




Leia também:

● Compras de Natal em Paz e Segurança

● Guia de Segurança Para Quem Vai de Férias

● Como Deixar a Sua Casa Mais Segura… Quando Vai de Férias

●  Antes de Abrir Verifique Quem é

● Novas Formas de se Proteger do Crime

● Como evitar burlas com chamadas internacionais de números desconhecidos



22 de agosto de 2021

Mapa de assaltos a residências em cada país do mundo


Com as janelas abertas ou as pessoas de férias, o verão é a época do ano em que se registam mais assaltos a residências.

Um estudo sobre as taxas de criminalidade em 27 cidades internacionais mostrou que os assaltos a casas diminuíram 28% em condições de confinamento. No entanto, à medida que as restrições diminuem e as pessoas passam mais tempo fora de casa, existem mais probabilidades de ocorrerem assaltos a residências. E o verão é o pico dos assaltos: as janelas ficam abertas, as famílias estão de férias e todos estão menos atentos.

Para descobrir a situação global dos assaltos, a Budget Direct obteve taxas nacionais de assaltos de países ao redor do mundo e calculou o número por 100.000 pessoas para cada país com os dados disponíveis.

O Peru tem a maior taxa de assaltos do mundo, com 2.086 assaltos por 100.000 pessoas por ano, enquanto a menor taxa de assaltos do mundo está em Bangladesh: 1 por 100.000. Em Portugal, a taxa de assaltos é de 107 por 100 mil pessoas.

Ver mapa em alta resolução


16 de março de 2021

Como apresentar queixa na polícia em 7 passos

O inquérito da DECO sobre as forças policiais revela que há cada vez mais pessoas a apresentar queixa na polícia. Mas uma percentagem elevada ainda acha que não vale a pena. Conheça os passos a dar para apresentar uma queixa e como ter direito a proteção jurídica gratuita.



Apesar de a criminalidade ter reduzido em Portugal, há cada vez mais cidadãos a apresentar queixa: 65%, em 2018, contra 45%, em 2007. Esta é uma das conclusões do nosso inquérito realizado a cerca de mil portugueses, dos 25 aos 74 anos, entre outubro e novembro de 2018, sobre as forças policiais. Uma percentagem elevada está, porém, convencida de que não vale a pena participar um crime à polícia porque, na prática, não surtirá qualquer efeito.

Na verdade, apenas dois em 10 cidadãos que apresentaram queixa se revelaram bastante satisfeitos com o resultado da mesma. Não é de surpreender. O nosso questionário leva-nos a concluir que, em 59% dos casos, os criminosos não foram identificados e 22%, apesar de terem sido assinalados, não foram sequer levados a tribunal. A percentagem de vítimas que vê os seus bens totalmente recuperados não chega a 10 por cento.

A esmagadora maioria das queixas é apresentada na PSP (62%) e na GNR (32 por cento). No geral, as vítimas mostram-se satisfeitas com os serviços policiais. No entanto, um terço considera o procedimento demasiado burocrático e um quinto avaliou negativamente o tempo de espera até ser atendido. Quase metade das vítimas também se queixou do conforto das infraestruturas. A polícia tentou desencorajar a vítima em 10% das situações.

Quase metade dos inquiridos confia na polícia. Uma parte significativa (39%) preferiu, no entanto, ser mais comedida na lisonja, sendo que 14% revelaram confiar pouco. Segundo o nosso estudo, os inquiridos que usufruem de uma situação económica desfavorável confiam menos. O mesmo acontece com quem foi vítima de um crime.

Mais de metade considera que a eficiência da polícia é muito limitada pela ausência de infraestruturas e de equipamento, bem como restrições que limitam a sua capacidade de ação, por exemplo, no uso de armas. Seis em dez inquiridos também creem que não há efetivos suficientes para assegurar um bom serviço.

 


Portugal é um país seguro

De acordo com o Instituto de Economia e Paz, Portugal é o quarto país mais seguro do mundo. Segundo dados do Ministério da Administração Interna, a criminalidade apresenta níveis inferiores à média europeia, tendo o número de participações diminuído 21% em dez anos (333 223 contra 421 037).

Esta tendência de queda é confirmada pelos resultados deste nosso último inquérito, e de outros realizados em anos anteriores. Se compararmos os resultados, verifica-se que a prevalência de vítimas de crime em Portugal desceu de 41%, entre 2002 e 2006, para 31%, entre 2013 e 2017.

Três quartos dos portugueses sentem-se muito seguros no conforto do lar durante o dia. Este sentimento de segurança é extensível ao bairro onde vivem ou trabalham, embora aqui só seis em dez se sintam totalmente à vontade.

À noite, a sensação de conforto diminui, sobretudo nos transportes públicos, onde 28% admitiram sentir receio, ainda que, segundo os dados oficiais publicados no Relatório Anual de Segurança Interna, as participações de roubos nos transportes tenham diminuído significativamente (menos 29% em 2018 face a 2016). Um quinto também revela insegurança à noite na cidade, no bairro e na zona onde trabalha.

Apesar de uma parte significativa dos cidadãos nutrir uma confortável sensação de segurança, 70% dos inquiridos gostariam que o nível de vigilância da polícia aumentasse ao longo do dia. O número de pessoas que a considera insuficiente sobe para 84% à noite. Mais uma vez, quem vive na capital respondeu mais nesse sentido.

 

Como fazer a queixa

1. Onde apresentar? − Basta dirigir-se a uma esquadra da Polícia de Segurança Pública (PSP), a um posto da Guarda Nacional Republicana (GNR), a um piquete da Polícia Judiciária (PJ) ou apresentar a queixa diretamente junto dos Serviços do Ministério Público, exigindo um documento comprovativo. Pode ainda apresentar uma queixa eletrónica ou denúncia através do site.

2. Em que circunstâncias? − Face a um crime público, qualquer pessoa pode apresentar queixa, ainda que não seja vítima (violência doméstica). Mesmo que o ofendido se arrependa e queira desistir, o processo continua. Nos crimes semipúblicos (furto), é necessária queixa (por regra, do ofendido). Nos crimes particulares, o ofendido tem de se constituir como assistente (injúrias).

3. Como denunciar um crime? − Se o crime tiver natureza pública (assalto/roubo, corrupção, por exemplo), qualquer cidadão o pode denunciar, mas não é obrigado a tal. Não tem de saber a identidade do autor, nem contratar advogado — tão pouco pagar, ou conhecer o nome do crime. Se este tiver natureza particular (difamação ou injúrias), o ofendido tem de se constituir assistente no processo, o que implica ter advogado e pagar taxa de justiça.

4. Qual o prazo? − Estando em causa crimes dependentes de queixa (crimes semipúblicos e particulares), a mesma tem de ser apresentada no prazo de seis meses a contar da data em que o titular teve conhecimento do facto e dos seus autores, sob pena de extinção daquele direito.

5. É preciso pagar? − A regra é a de que não é preciso pagar qualquer quantia para que a vítima de um crime se queixe ou o denuncie, ou para que um cidadão denuncie um crime público de que teve conhecimento. A exceção é para os crimes particulares, em que se paga taxa de justiça para se constituir assistente.

6. É preciso advogado para fazer uma queixa ou denunciar um crime? − Não é preciso advogado para apresentar uma denúncia criminal. Mas, se a vítima quiser ser assistida no processo penal, tem esse direito e pode contratar advogado livremente. Se não tiver meios económicos para tal, pode pedir a concessão de apoio judiciário, na modalidade de nomeação de patrono, junto de qualquer serviço da Segurança Social.

7. É possível desistir da queixa? − Sim, mas só no caso de se tratar de crimes semipúblicos (furto). O mesmo não acontece no crime de violência doméstica, que tem natureza pública. Feita a denúncia ou participação, a vítima não pode desistir.


DECO / Myriam Gaspar e Nuno César




A proteção jurídica é um direito das pessoas singulares e coletivas, que não tenham condições económicas de acederem ao direito e aos tribunais.

A proteção jurídica inclui:

● Consulta jurídica – consulta com um advogado para esclarecimento técnico sobre o direito aplicável a questões ou casos concretos nos quais avultem interesses pessoais legítimos ou direitos próprios lesados ou ameaçados de lesão (não se aplica às pessoas coletivas sem fins lucrativos)

● Apoio judiciário – dispensa de taxa de justiça e demais encargos com o processo, nomeação e pagamento da compensação de patrono ou pagamento da compensação de defensor oficioso (designação que se atribuí ao advogado, no caso de arguido em processo penal ou contraordenacional), pagamento faseado de taxa de justiça e demais encargos com o processo, nomeação e pagamento faseado da compensação de patrono, pagamento faseado da compensação de defensor oficioso e atribuição de agente de execução (é sempre um oficial de justiça que exerce as funções de agente de execução).



 

28 de agosto de 2020

Como evitar burlas com chamadas internacionais de números desconhecidos

Há consumidores a perder saldo ou receber faturas elevadas porque responderam ao toque de números internacionais desconhecidos. Não devolva estas chamadas. Saiba o que fazer se receber um toque de um número desconhecido, com indicativo internacional.

Temos o relato de uma consumidora que recebeu uma chamada de um número começado por +21351 (indicativo da Argélia), que facilmente se confunde com o indicativo internacional de Portugal, +35121. Outra consumidora queixou-se de devolver a chamada de um número estrangeiro, ser atendida por uma gravação que dizia que era uma mensagem de um familiar em situação de urgência e que não deveria desligar. Como tinha família fora do País, aguardou em linha. Só desligou minutos depois, perante o silêncio da chamada. Quando contactou o familiar, concluiu que estava tudo bem. Outros consumidores relataram que responderam ao toque e perderam o saldo do telemóvel ou receberam faturas avultadas.

Trata-se de uma burla telefónica. Se receber um toque de um número internacional desconhecido, não atenda nem devolva a chamada.

Pode contactar a sua operadora para pedir informações adicionais. Estes números mudam constantemente, pelo que as operadoras pouco conseguem fazer. Ainda assim, é boa ideia relatar o caso à operadora, para se salvaguardar caso seja confrontado com faturas astronómicas.

Estes esquemas não são novos. Em 2013, por exemplo, houve casos semelhantes relacionados com chamadas e mensagens de números da Letónia e Bielorrúsia.


E-mail e apps de mensagens são alternativas

Não atender as chamadas internacionais de números desconhecidos pode ser problemático nalguns casos. Muitos consumidores têm familiares fora do País ou aguardam contactos de empresas estrangeiras, por exemplo, para tratar de negócios ou propostas de emprego.

Se é o seu caso, pode canalizar estes contactos para outros canais, como o e-mail ou as apps de mensagens, como o Whatsapp, Facebook Messenger, entre outras.

No caso do e-mail, se não quiser dar o endereço pessoal a desconhecidos, pode criar uma segunda conta. Com as apps de mensagens, pode enviar uma mensagem para o número em causa a perguntar quem é e qual o assunto. É ainda uma forma de contactar amigos e familiares que estejam fora do País e confirmar se fizeram algum contacto.

Ainda assim, o e-mail e as apps de mensagens não estão isentos de riscos. São uma forma de fugir às burlas telefónica relacionadas com chamadas internacionais, mas podem ser alvo de phishing.


Fonte: DECO


Leia também: MB Way – Como se proteger de fraudes e esquemas.



5 de julho de 2020

Cartão multibanco retido na máquina: o que fazer.


Se o cartão multibanco ficou retido na máquina, nada tema, há solução. Conheça, neste artigo, esta e outras informações importantes sobre o serviço e segurança no Multibanco.

Já aconteceu a quase todos ficar com o cartão multibanco retido na máquina. Seja porque demorou muito tempo a retirar o cartão ou por qualquer outra anomalia. Não vale a pena entrar em pânico, a solução é simples e rápida. O sistema Multibanco, em Portugal, tem uma das redes mais avançadas do mundo. Contudo, há alguns cuidados e normas de segurança a ter em conta no seu uso.




O QUE FAZER SE O CARTÃO FICAR RETIDO NA MÁQUINA?

O cartão multibanco pode ficar retido na máquina por várias razões, a saber:

● tentativas de código secreto excedidas
● cartão em lista negra
● cartão expirado
● ataque contra o sistema
● cartão retido por ordem da instituição emissora
● cartão retido por avaria da caixa multibanco
● cartão inválido

Em qualquer uma destas situações, deve dirigir-se à instituição responsável pelo cartão para resolver o problema.

Se a caixa automática indicar que deve retirar o cartão mas este não sair, aguarde dois ou três minutos. Mantendo-se o problema, informe imediatamente a instituição, se possível, sem abandonar a caixa multibanco porque pode tratar-se de uma fraude.

Se o cartão multibanco ficar retido na máquina porque excedeu o tempo para o retirar, essa agência pode devolver-lhe o cartão nessa mesma altura. Para isso é necessário identificar-se e receber autorização da agência da sua conta.


12 CUIDADOS A TER NAS CAIXAS MULTIBANCO

1. Evite usar as caixas multibanco à noite, em locais com pouca iluminação ou isolados.

2. Se notar, ao seu redor, pessoas com comportamentos suspeitos, opte por usar outra caixa multibanco.

3. Não utilize caixas multibanco que apresentem sinais de vandalismo ou que tenham objetos estranhos no teclado ou no leitor. Comunique, imediatamente, às autoridades.

4. Se numa operação perceber que a caixa multibanco não está a funcionar da forma correta, cancele a operação e informe o banco.

5. Não force a entrada do seu cartão na ranhura. Evite ficar com o cartão multibanco retido na máquina.

6. Tenha sempre o cuidado de tapar o teclado, com uma mão e com o corpo, quando estiver a marcar o seu código secreto.

7. Sentindo-se inseguro, cancele imediatamente a operação e afaste-se da caixa multibanco.

8. Assim que receber a indicação, retire imediatamente o cartão da caixa. Evite ficar com o cartão multibanco retido na máquina.

9. Em nenhuma circunstância, aceite ajuda de estranhos quando estiver numa caixa multibanco. Cancele, imediatamente, a operação.

10. Num levantamento, mantenha-se bem encostado à caixa multibanco, bloqueando-a com o corpo, guarde imediatamente o dinheiro na carteira e só depois abandone o local.

11. Nunca deixe os talões junto às caixas multibanco e destrua-os antes de os colocar no papelão. Proteja os seus dados.

12. Nunca dê o seu cartão e o código secreto a terceiros para facilitar o pagamento em restaurantes ou lojas.





8 DICAS REFORÇADAS PARA UTILIZAR O CARTÃO MULTIBANCO EM SEGURANÇA

1. Verifique a máquina automática e o meio que a rodeia. Antes de utilizar uma máquina automática (ATM) verifique sempre se o seu aspeto não é diferente do habitual ou se está vandaliza. Se assim for, não a utilize, pois pode ter sido “transformada” para fraudes. Faça também uma avaliação do local e do meio que rodeia o multibanco. Prefira caixas multibanco iluminadas e localizadas em ambientes movimentados.

2. Reporte imediatamente a perda ou roubo do cartão. Se perdeu o cartão multibanco, foi roubado, ou ficou retido numa ATM, possivelmente adulterada ou sem motivo aparente, deve reportar, imediatamente, a situação à sua entidade bancária. Conheça o número direto para reportar estes casos.

3. Assine o cartão. A segurança dos seus cartões é algo que não deve passar para segundo plano. A pensar nesta questão, o Unibanco criou um serviço de alertas  para eventos associados aos seus cartões. Assine o seu cartão multibanco, no local apropriado, assim que o receber.

4. Verifique os movimentos. Consulte regularmente os movimentos da sua conta para assegurar que ninguém está a usar o seu cartão indevidamente.

5. Cuidado com o PIN do seu cartão multibanco − Ainda há quem caia na imprudência de guardar o PIN do cartão multibanco na carteira ou no telemóvel. É um erro porque pode perder o telemóvel/carteira ou até ser roubado. Memorize o PIN e não o transmita a ninguém. Nenhuma instituição financeira, ou outra qualquer, lhe pergunta o PIN.

6. Esteja atento quando efetua pagamentos − Não perca o cartão multibanco de vista quando está a efetuar pagamentos. Só repita a operação (mudando ou não de terminal) se o terminal apresentar uma mensagem em como a operação anterior foi anulada. Caso contrário o cartão pode estar a ser clonado ou vítima de outro tipo de fraude. Além disso, quando estiver a digitar o PIN verifique que ninguém vê essa ação.

7. Atenção à conservação do cartão − Mantenha o seu cartão longe de elementos (eletro) magnéticos/metálicos pois pode apagar as informações armazenadas na fita magnética do cartão ou riscá-la. Evite a exposição dos campos magnéticos do cartão para que este funcione devidamente. Não junte as fitas magnéticas de dois cartões, nem dobre o cartão.

8. Não se esqueça, trate o cartão multibanco como dinheiro −  Vulgarmente diz-se que o cartão é dinheiro de plástico. Então trate-o e proteja-o como dinheiro. Nunca o deixe fora da sua posse ou controlo.




11 de junho de 2020

Portugal é considerado o país mais seguro da União Europeia



Portugal é considerado o país mais seguro da União Europeia e o terceiro mais seguro do mundo.

Portugal mantém o terceiro lugar no Global Peace Index (Índice Global de Paz), segundo o relatório do Institute for Economics & Peace, divulgado na passada quarta-feira. O nosso país fica apenas atrás Islândia(1.º) e da Nova Zelândia (2.º), conseguindo, assim, a melhor classificação entre os países da União Europeia.

Na 14ª edição do índice, que classifica 163 estados e territórios independentes, conclui-se que o nível global de paz se deteriorou, num mundo já que já se começam a sentir as ondas de tensão e incerteza provocadas pela pandemia de Covid-19.

Em 2014, Portugal ocupava a 18.ª posição, e acabou por alcançar o pódio em 2019, lugar que mantém na edição deste ano.

Na cauda da tabela continuam o Afeganistão e a Síria, que mantêm as mesmas posições do ano anterior.

Destaque ainda para a posição dos Estados Unidos da América, que, na 121.ª posição, têm um nível de paz médio, estando mesmo atrás de países como Angola.