Mostrar mensagens com a etiqueta autoprotecção. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta autoprotecção. Mostrar todas as mensagens

29 de junho de 2018

VAI DE FÉRIAS? 5 DICAS PARA DEIXAR A SUA CASA SEGURA

As férias são para relaxar e não para acrescentar preocupações às nossas vidas. Evite hóspedes indesejados na sua casa enquanto estiver fora utilizando estas dicas. Prevenir é a melhor forma.


Depois de um dia de trabalho, nada melhor do que chegar a casa. Já quando se está de férias, não há nada melhor do que ir para fora, mesmo que seja dentro do país. No entanto, muitas pessoas vão de férias preocupadas, pois receiam que as casas sejam arrombadas e assaltadas por estarem vazias, sem ninguém.

Nestas situações, e para ir de férias mais leve, o melhor será mesmo prevenir e preparar-se. Para ajudá-lo a ir de férias relaxado, o site Travel and Leisure partilha cinco dicas de especialistas da empresa de segurança doméstica Blink e que qualquer um pode utilizar para afastar os hóspedes indesejados. Fique a conhecer:

Trancar as portas de correr não é suficiente − É importante trancar estas portas, claro, contudo, não fique por aí. Reforce também a base das portas (e quaisquer janelas deslizantes) com uma vassoura, régua ou qualquer outro objeto que ajude a bloqueá-la.

Peça a um vizinho para guardar a sua correspondência e/ou encomendas − Uma caixa de correio cheia ou caixas de encomendas à entrada de casa é um claro indicador que não há ninguém em casa. Peça a alguém que confie para verificar a sua caixa de correio e guardar a sua correspondência enquanto estiver fora.

Simule que está alguém em casa − A maioria dos assaltantes não vai arriscar entrar numa casa que está ocupada. Configure temporizadores para ligar e desligar luzes ao longo dos dias, ou, antes de partir, deixe uma ou duas luzes ligadas.

Quantas menos pessoas souberem que está fora melhor − Partilhar nas redes sociais que vai de férias pode ser tentador, no entanto, (especialmente se for para fora durante um grande período de tempo) também estará a informar potenciais assaltantes que a casa vai estar vazia. Tente não publicar nada sobre as férias até regressar. Mais vale prevenir.

Verifique todas as portas e janelas − Se se aplicar, antes de sair verifique todas as janelas e porta do lado de fora. Se a sua casa for grande, por exemplo, alguém pode ter aberto uma janela e ter-se esquecido depois de trancá-la. Ao confirmar que todos os pontos de entrada para a sua casa estão trancados, sentir-se-á mais tranquilo.




Artigos relacionados:











16 de agosto de 2017

Como Deixar a Sua Casa Mais Segura… Quando Vai de Férias!



Se vai fazer uma viagem com a família durante o fim de semana ou mesmo fazer férias por um período mais prolongado, então é bem provável que a sua casa fique temporariamente sem ninguém. Casas em que os habitantes estão fora são um chamariz para os "amigos do alheio". Em períodos de férias regista-se um aumento de assaltos a residências. No entanto, para que ao voltar da sua viagem não tenha uma surpresa desagradável, eis alguns procedimentos de segurança que pode adotar para prevenir alguma tentativa de intrusão.



1. Avisar a PSP


Todos os anos a Polícia de Segurança Pública (PSP) leva a cabo a "Operação Férias" de forma a garantir a segurança da residência dos portugueses durante os dias em que não se encontram em casa. De 1 de Julho a 15 de Setembro pode deslocar-se à esquadra da PSP da sua área de residência e preencher um formulário onde informa dos dias em que está fora. Deve apresentar o seu cartão do cidadão e o comprovativo da morada (conta da água ou da luz) e procurar esclarecimentos das suas dúvidas em relação a este programa, o qual a PSP põem em prática todos os anos. Desta forma as autoridades garantem que as residências dos portugueses estejam sob vigilância enquanto os seus habitantes estão a gozar as suas férias. Este serviço não tem custos adicionais e pode ser pedido até 48 horas antes da partida. Os agentes de segurança pública irão durante o seu período de férias realizar visitas sistemáticas à sua habitação de forma a comprovar a segurança da casa. Além disso, se existir qualquer indício de que houve alguma questão que pôs a segurança da sua habitação em causa será imediatamente alertado. Saiba mais informações sobre esta operação no site do Ministério da Administração Interna (MAI). 


2. Usar lâmpadas inteligentes


Uma lâmpada inteligente, entre muitas outras funções, pode ser programada para funciona de maneira a ficar acesa quando está escuro e apagar quando deteta que está claro. Dessa forma, você não gasta eletricidade o dia todo. Se tiver lâmpadas deste género em casa, os criminosos podem pensar que há alguém lá dentro. Veja um exemplo deste tipo de lâmpadas à venda na worten.pt 


3. Programe a televisão


Para dar a impressão de que ainda há gente em casa, programe a televisão para diariamente ligar e desligar a uma determinada hora. O mesmo pode ser feito com um aparelho de som, por exemplo.


4. Alarme...


Se vai viajar não se esqueça naturalmente de fechar bem as janelas da sua habitação e se for caso disso, reforçar as fechaduras da porta de casa. Se vive numa zona com níveis de criminalidade elevados, uma boa solução é optar pela instalação de um alarme. No mercado pode encontrar diversos sistemas de alarme a preços acessíveis. Pode visitar o site Compara Alarmes para descobrir o que melhor se adapta ao seu caso. Se entretanto preferir um sistema de alarme associado a uma empresa, tenha em conta que lhe pode ser exigida uma fidelização que ultrapassa largamente o período de férias. Informe-se bem antes de tomar uma decisão.


5. Seguro multirriscos


A lei só obriga a contratar um seguro de incêndio para quem tem casa, mas se optar por um multirriscos-habitação fica melhor protegido e, na larga maioria das vezes, por pouco mais dinheiro. Saiba mais no site da DECO sobre como escolher o seguro Multirriscos-habitação mais adequado para si.


6. Com bens valiosos não facilite as coisas


Joias, obras de arte, coleções valiosas e outros artigos do género devem ser mantidos num local seguro, como o cofre de um banco. Se preferir, pode instalar um cofre em casa. Faça uma lista pormenorizada dos bens que tem e descreva as principais características (por exemplo, dimensões) e os números de série, se for caso disso. Tirar fotografias é boa ideia, pois em caso de roubo será mais fácil às autoridades localizarem e identificarem as peças.


7. Ter a ajuda de alguém de confiança


Jornais e revistas empilhadas na porta da sua casa podem chamar a atenção de criminosos. É bom que algum parente ou amigo de confiança faça visitas regulares à sua casa para regar as plantas e recolher o seu correio, abrir as janelas etc. Isso dará a impressão de que a casa não está vazia.


8. "O segredo é a alma do negócio"


Seja discreto. Informe que vai de férias apenas a quem for necessário. Evite "postar" que vai de férias nas redes sociais e isso inclui não publicitar "selfies" em locais de lazer. A regra de ouro é publicar o que aconteceu e não o que está acontecer.


9. Cuidados ao chegar de viagem


Se a família está voltando de viagem dentro de um carro, é importante que observe com atenção o local antes de sair dele. Assim que entrar em casa, será o momento também para verificar cuidadosamente se as portas e janelas se encontram como na altura em que foi de férias e se no interior da residência não existem sinais de desarrumação ou da falta de quaisquer objetos de valor. Na eventualidade de detetar algum indício de furto, deve manusear ao mínimo o local e comunicar de imediato às autoridades locais, que providenciarão as medidas cautelares necessárias a preservar os eventuais meios de prova existentes.


Veja também:






4 de fevereiro de 2017

QUANDO A CONVIVÊNCIA SE TORNA PERIGOSA



O efeito da acção de um psicopata ou de alguém com uma personalidade tóxica não só afecta o organismo como fragiliza as vítimas.

Há pessoas com quem lidamos diariamente que têm uma personalidade difícil e até mesmo agressiva. Nessas situações, sobretudo quando são casais, a vítima sente-se, progressivamente, mais frágil. A serotonina reduz-se (em consequência, sente-se mais abatido, dorme pior e sente menos vitalidade), enquanto a dopamina sobe (muito ligada ao humor e à euforia que surge quando, por exemplo, ganhamos um grande prémio num casino), juntamente com  a norepinefrina (também ligada ao humor,  bem-estar e a um estado de elevada estimulação).

O efeito dessa acção no nosso comportamento é inegável. A pessoa fica altamente sugestionável às frases e comportamentos do elemento tóxico e que se podem apresentar como reforço intermitente. Sem estarmos à espera, recebemos uma promoção no trabalho depois de nos termos sentido completamente postos de lado. Essa boa notícia terá um impacto enorme no seu cérebro, porque, no fundo, estava à espera de mais comportamentos negativos e, afinal, aconteceu precisamente o oposto.

Há uma afirmação que os psicopatas fazem sem proferir uma palavra. «Eu sou melhor do que os outros». Esta é a afirmação que os psicopatas fazem sem proferir uma palavra. Podem não o dizer de forma explícita, mas é isto que o seu comportamento demonstra. As pessoas tóxicas são autocentradas e consideram-se seres superiores. As suas características não se esgotam, contudo, aqui:

- Fazem uso de uma eloquente e convincente oratória. Convencem pessoas de ideias e realidades que podem nem existir (combinando uma voz e uma cadência de fala hipnótica, com gestos e expressões afirmativas e teatrais).

- Tentam levar-nos a acreditar que são especiais e adoram o elogio, mas não têm criatividade, não conseguem planear ou investigar cuidadosamente, são inconsistentes no que dizem e fazem, e grande parte da sua postura assenta na cópia de ideias de outros.

- Podem ser repetitivos e até ter o mesmo padrão de comportamento com várias pessoas ao mesmo tempo (por exemplo, nas redes sociais, podem fazer os mesmos posts e comentários a mais que uma pessoa).

- Detestam que se tire notas, haja testemunhas, se tenha e-mails e outros documentos que provem os seus comportamentos de manipulação.




Como agir perante um companheiro psicopata

A melhor forma é prosseguirmos o nosso caminho, aceitarmo-nos incondicionalmente, usufruirmos da vida, dos amigos, familiares e colegas, e não olhar para trás. O bem-estar também resulta de abrirmos mão do que não podemos mudar. E de quem não muda. Se não conseguir lidar com o problema sozinho, peça ajuda. Não tenha medo.



Luís Gonçalves 
(psicólogo clínico e psicoterapeuta na clínica de psicologia Psinove)





19 de novembro de 2016

Os países mais perigosos e mais seguros para 2017

Terrorismo e vírus Zika são as principais ameaças para quem vai viajar em 2017, um ano que deverá ser mais perigoso do que 2016, segundo indica um estudo sobre os riscos de viagem e os países mais perigosos. A boa notícia é que Portugal está entre os destinos mais seguros.




Já é conhecido o “Travel Risk Map” de 2017 da organização “International SOS”. O estudo leva em conta vários fatores que ameaçam a segurança e a saúde de um viajante, tais como violência política (terrorismo, guerras ou insurgências), instabilidade social (violência sectária ou étnica), criminalidade, doenças infeciosas, assistência e infraestrutura médica, entre outros.

Através de uma classificação por cores, em que o verde representa risco insignificante e o vermelho escuro representa risco extremo, é possível descobrir num mapa interativo – que pode ser consultado aqui – os países mais e menos seguros para o ano que aí vem, tanto no que diz respeito aos riscos de saúde como à segurança.


Os mais seguros

Começando pela segurança, Portugal e maioria dos países da Europa estão classificados com um risco baixo. Apenas alguns países têm um risco insignificante nas ameaças à segurança.

Suíça, Luxemburgo, Eslovénia, Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia e Islândia são os únicos países pintados de verde, ou seja, com ameaças insignificantes para a segurança dos viajantes - estes são os países mais seguros do mundo, de acordo com o mapa.


Fora da Europa, Estados Unidos, Canadá, Cuba, Costa Rica, Equador, Chile, Marrocos, Namíbia, Botswana, Irão, China ou Japão também se encontram classificados com risco baixo.

No que toca à saúde e à assistência médica, Portugal e parte da Europa encontram-se pintadas de verde, o que significa que os riscos são mínimos para os viajantes e que estes países têm um bom sistema de assistência médica e um risco quase nulo de doenças infeciosas. No entanto, a maioria dos países da Europa de Leste está colorida de amarelo, o que significa um risco médio, entre alguns fatores já referidos.


Os mais perigosos

Os alertas vermelho e vermelho escuro de segurança vão para países como Síria, Iraque, Afeganistão, Líbia, Nigéria, Congo, Somália, México, Venezuela, entre outros. Muitas destas nações, em risco elevado ou extremo, enfrentam conflitos ou guerras, instabilidade social ou elevadas taxas de criminalidade.

Em alerta laranja, ou seja, risco médio nas ameaças à segurança estão países como Brasil, Peru, Bolívia, Índia, Rússia, entre outros.


No que toca à saúde, os países com menos infraestruturas médicas e mais riscos de doenças infeciosas são quase sempre os mesmos que estão em alerta elevado quanto à segurança. Os países pintados de bege têm uma classificação de “desenvolvimento rápido de vários riscos”, ou seja, nestes destinos existe uma desigualdade muito grande na assistência médica e algumas regiões podem estar sujeitas a doenças infeciosas.


2017, um ano mais perigoso para viajar?

O estudo também dá a conhecer os resultados de um inquérito sobre tendências de viagens, realizado pelo instituto Ipsos Mori. 72% dos inquiridos, responsáveis por empresas do setor, acreditam que os riscos aumentaram em relação ao ano passado.

No que toca à segurança e aos riscos para a saúde, 71% preocupa-se com a possibilidade de futuros atentados terroristas, 49% com o vírus Zika e 46% com a instabilidade social.

De acordo com o estudo, as empresas do setor das viagens estão conscientes dos riscos e têm feito investimentos para minimizá-los.


Fonte: SAPO Viagens


15 de outubro de 2016

MUDA DE CURSO: VIOLÊNCIA NO NAMORO NÃO É PARA TI!


O Governo lançou uma campanha para abanar universitários: “Violência no namoro não é para ti”. Até ao final do ano lectivo, esta campanha feita em parceria com as federações académicas quer ajudar os jovens a definir barreiras e percepcionar actos de violência no namoro. Nas universidades portuguesas este é um problema “muito grave”, diz a APAV.



É uma espécie de segredo público nas academias nacionais. Toda a gente sabe que existe, mas ninguém fala sobre isso. Daniel Freitas, presidente da Federação Académica do Porto (FAP), entende bem a distância entre a “percepção baixíssima” da violência no namoro nos universitários e a realidade: “Não conheço casos, não nos são denunciados, mas todos os dados nos dizem que o problema existe.” E é “muito grave”, completa Daniel Cotrim, assessor técnico da direcção da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV). “Os estudos indicam que a violência no namoro no meio universitário tem índices altíssimos e denúncias muito baixas. O número de jovens violadas também é muito alto e esses casos também não são denunciados.”



Um estudo da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) divulgado no início deste ano fez soar alarmes na equipa da secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino. Entre os 2500 jovens (entre os 12 e os 18 anos) inquiridos, quase um quarto (22%) considerava “normal” a violência no namoro. Por outro lado, em 2015 chegaram ao Instituto de Medicina Legal 699 casos de violência no namoro (em todas as idades), um aumento de 44% relativamente ao ano anterior — e isso, sabe-se, é apenas uma parte do problema. Muitas das vítimas nunca chegam a fazer queixa.

Os dados “são impressionantes”, diz Catarina Marcelino, “mas não surpreendentes”. A dimensão da violência doméstica e de género em Portugal é ela própria uma prova dos factos. Os agressores têm uma idade média de 40 anos — mas não foi aos 40 anos que se tornaram agressores. Algo falhou. Continua a falhar. “São pessoas que nasceram e cresceram em democracia, andaram na escola no sistema democrático. Faz-nos pensar se, enquanto sociedade, estamos a fazer o suficiente. Não estamos.”

O perfil de vítimas e agressores é difícil de traçar. Sabe-se que, entre os mais jovens, a violência “é muito transversal”, aponta Daniel Cotrim, chamando a atenção para o facto de essa realidade também se começar a notar nos números gerais. As raparigas ainda são mais vítimas do que agressoras, mas a balança está cada vez mais equilibrada, atingindo os rapazes “quase na mesma proporção”.

A par da campanha dirigida aos universitários, está a ser delineada uma “estratégia nacional de educação para a cidadania”, em parceria com o Ministério da Educação. A ideia é dar mais competências às escolas logo a partir do 1º ciclo e até ao ensino secundário. Actuar cada vez mais cedo — porque os relatos de violência chegam também cada vez mais cedo.

É uma mudança urgente. Para o psicólogo Daniel Cotrim, a intervenção devia começar “quando as crianças entram no jardim-de-infância, por volta dos três anos”. Acontece assim em países como a Austrália e Canadá, com resultados inspiradores. “Parte do currículo relacionado com a cidadania é feito com as famílias e complementado pelas escolas. Isto cria sociedades activas”. Na prática, é olhar para a campanha feita em Portugal com a reciclagem e readaptar a fórmula. “Hoje toda a gente recicla porque os filhos ensinaram os pais. Se fomos capazes disso nesse campo, também somos na violência.”


A APAV dá apoio gratuito e confidencial a vítimas de violência. Podes denunciar ou pedir ajuda através do número grátis 707 200 077, enviar um e-mail para apav.sede@apav.pt ou dirigires-te a um dos gabinetes de apoio à vítima da associação.







Fontes: publico, apav, umar.

28 de agosto de 2016

PENSA ANTES DE PARTILHAR




Sempre ouvimos dizer que partilhar é bom. Graças à tecnologia, podemos partilhar as nossas ideias, opiniões, fotos e vídeos com os nossos amigos e com outras pessoas.

Na maioria das vezes, partilhar é bom. No entanto, se não pensarmos bem sobre como partilhamos, corremos o risco de nos prejudicar ou a outras pessoas. Além disso, tem em atenção que o conteúdo que partilhas com os teus amigos pode vir a ser partilhado com outras pessoas. É por isso que é importante pensar antes de partilhar.

É com esta ideia que o site miudossegurosna.net abre um excelente guia, para adolescentes, pais e educadores, o qual pretende alertar para o risco de ser partilhada informação "demasiado pessoal" na internet.

Este é o resultado de um trabalho efectuado no ano passado, em conjunto com o "Centro de segurança Familiar" do Facebook, que todos devem consultar:

Está também disponível uma infografia, no site "miudossegurosna.net", com os dados deste estudo, sobre o comportamento dos nossos jovens online. Ver aqui






27 de agosto de 2016

O SEU CHEFE É PROVAVELMENTE UM PSICOPATA

Qual é a linha ténue que separa um psicopata de sucesso, como um político, de um que perde o controlo e mata pessoas? Vários estudos ao longo dos anos tentaram traçar essa diferença.


Nem todo os psicopatas são criminosos ou potenciais "serial killers". Na realidade, algumas das suas características, como por exemplo ter coragem para enfrentar riscos e serem carismáticos, são as mesmas que qualquer pessoa num papel de liderança precisa.
A psicopatia não é facilmente definida, mas a maioria dos psicólogos vê esta condição como um transtorno de personalidade caracterizada pela habilidade de encantar superficialmente os outros, aliado a uma profunda desonestidade, falta de culpa e ainda um pouco de controlo impulsivo.
De acordo com as estimativas, 1% da população é psicopata, sendo que a maioria pertence ao sexo masculino.
O número, porém, não parece representar a quantidade total de pessoas com algum nível de psicopatia, já que não é necessário apresentar todos os sintomas do transtorno para se ser considerado um psicopata.
O que parece atrapalhar os trabalhos sobre o assunto é que os investigadores geralmente procuram os psicopatas no local mais fácil de os encontrar: a prisão.
Até há pouco tempo acreditava-se que todos eram criminosos. O desafio dos investigadores é, então, encontrar psicopatas que levam uma vida normal, sem entrar em conflito com a lei.

Charmoso, agressivo e egoísta
Em 1977, Catherine Widom publicou um estudo sobre "psicopatas não institucionalizados". Para encontrar esses indivíduos, a investigadora colocou um anúncio em jornais da cidade de Boston, nos Estados Unidos.
O anúncio tentava atrair pessoas "charmosas, agressivas, sem preocupações e que são impulsivamente irresponsáveis" mas também "que são boas a lidar com pessoas, além de tentar alcançar os seus próprios interesses".
As pessoas que recrutou exibiam o perfil de personalidade semelhante ao de psicopatas que já tinham estado presos. Aliás, dois terços das pessoas que responderam ao anúncio já tinham de facto estado numa cela.
Então o que manteve um terço destas pessoas longe das prisões?
Uma pesquisa de Adrian Raine, da Universidade da Pensilvânia, conduzida na década de 90, ajuda a responder a essa questão.
O investigador identificou 13 psicopatas que tinham cometido crimes e 26 que tinham o perfil deste transtorno psicológico mas que conseguiram fugir à cadeia – os chamados "psicopatas de sucesso".
Na experiência, cada homem deveria ser gravado em vídeo a falar sobre os seus defeitos. Raine percebeu que os considerados "psicopatas de sucesso" tinham um ritmo cardíaco acelerado, sugerindo ansiedade social.
Ou seja, apesar dessa ansiedade, os homens mostraram também que conseguiam controlar os seus impulsos nas actividades propostas pelo estudo.
A conclusão foi que quem tem maior ansiedade social mas, ao mesmo tempo, controlo sobre os seus impulsos consegue mais facilmente manter-se longe dos problemas com a lei.

O psicopata de sucesso
Mais recentemente, alguns estudos mostraram que pessoas com maiores traços psicopatas tendem a ser encontrados com mais frequência em actividades como a política, negócios, segurança pública, combate de incêndios, operações especiais militares e desportos de risco.
A maioria destes psicopatas não exibem sintomas clássicos, mas não deixam de apresentar esse mesmo transtorno.
É provável que a audácia, carisma, coragem e resiliência permita que essas pessoas tenham resultados muito melhores do que o resto da população.
O psicólogo Robert Hare, especialista canadiano de psicopatia, brinca que o segundo melhor lugar para se encontrar psicopatas, a seguir às prisões, é na bolsa de valores.

13 de agosto de 2016

Facebook − Eis o que deve apagar já da sua página


Cinco coisas que podem fazer toda a diferença no seu perfil

O Facebook sabe muito sobre todos nós, mas a verdade é que é preciso ter cuidado com as informações que disponibilizamos nesta rede social – na realidade nunca sabemos exactamente quem é que está do outro lado e o que poderão fazer com o que lá colocamos.

Por isso mesmo, o site do jornal Independent decidiu fazer uma lista com algumas das informações que deve retirar imediatamente da sua página no Facebook, de forma a manter-se (um pouco) mais seguro na Internet.




1 – Os seus interesses. A verdade é que os mostrar a todos os sítios que costuma frequentar, os filmes que gosta de ver e o país que quer visitar não é uma boa ideia… Pode ocultá-los por completo ou fazer com que apenas alguns amigos vejam.

2 – A sua data de nascimento. Sabia que, através da sua data de nascimento, é mais fácil chegar a informações como o número da sua conta bancária ou outras contas pessoais? É verdade que a divulgação do aniversário é uma ‘tradição’ no Facebook (todos gostamos de ler as mensagens que nos deixam no mural), mas é melhor prevenir do que remediar…

3 – A sua morada. Não iria dar a sua morada a um estranho, mas a verdade é que, mesmo sem saber, pode estar a divulgá-la nesta rede social. Por exemplo, basta colocá-la num evento do Facebook para que se torne visível a muitas pessoas. Há até quem a divulgue nas informações básicas na página pessoal. Se não quer que lhe apareça um estranho à porta, retire-a da sua página imediatamente.

4 – Onde trabalha e/ou onde estuda. Não vale a pena elaborar, basta ler o ponto anterior.

5 – Imagens e publicações… constrangedoras. O Facebook mudou muito nos últimos anos. E o leitor também. Lembra-se daquela foto tirada nas férias de 2005? Se não quer que o seu chefe ou os seus novos amigos a comentem, é melhor apagá-la…